Things That Deserve To Die (Novel) - ↫─Capítulo ⚝ 90
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 90
Os lábios de Il-hyeon se aproximaram enquanto os dedos que estavam sondando sua boca se retiravam. Os aromas de uísque e tabaco se misturavam fracamente. Ele lambeu cuidadosamente cada canto da boca de Ja-kyung com a língua. Fez isso gentilmente a princípio, depois violentamente.
Ja-kyung estava sem fôlego, então empurrou o ombro de Il-hyeon por um momento e respirou fundo. Olhando para trás, o lado de fora estava clareando e os guardas caminhavam com os cães no quintal.
— Vá para a cama e faça isso lá.
— Por quê. Eu gosto daqui porque é emocionante.
Ele colocou a mão por dentro da camisa de Ja-kyung e tocou seu peito. Sua pele era lisa e agradável ao toque, e cabia perfeitamente em sua palma. Ele levantou a camisa e passou a língua pela barriga até o peito em uma lambida longa. A pele dele se contraiu com a tensão.
Enquanto Il-hyeon continuava a morder seu mamilo e sugá-lo, Ja-kyung mordia o lábio e segurava os gemidos.
Il-hyeon, que torturara seu peito por tanto tempo, desceu novamente. Ja-kyung teve uma ideia do que ele estava tentando fazer. O pau de Ja-kyung já estava duro quando Il-hyeon puxou sua calça e cueca até as coxas.
Il-hyeon levantou a cabeça e olhou para cima, fazendo contato visual com Ja-kyung.
— Assista e aprenda.
Ja-kyung franziu a testa. Aprender o quê? Ele sentou Ja-kyung em um espaço na altura da cintura em frente à janela, tirou a calça e a cueca dele, segurou ambas as coxas e as abriu para cima. Os ombros e a nuca de Ja-kyung estavam em contato com a janela, sua bunda estava levantada e suas pernas escancaradas de forma embaraçosa.
O confuso Ja-kyung lutou e gaguejou.
— Eu tenho que ficar nesta posição?
Il-hyeon o ignorou, então enterrou o rosto entre suas coxas e chupou seu pau. Estava mais visível aos seus olhos do que quando ele estava completamente deitado ou de pé. Slurp, slurp, slurp, a cabeça dele se movia para cima e para baixo, chupando o pau dele. Ja-kyung dobrou o corpo pela metade e arquejou em busca de ar antes de passar a mão pelo cabelo de Il-hyeon.
— Mhm…!
Il-hyeon o chupou lentamente no início, depois aumentou gradualmente a força e sugou com mais vontade, e Ja-kyung rapidamente sentiu como se estivesse prestes a ejacular. Seu peito e abdômen subiam e desciam, colocando pressão em seu pau. O olhar de Il-hyeon estava constantemente direcionado para cima enquanto fazia o boquete. As bochechas profundamente encovadas por chupar seu pau e os cantos dos olhos levemente franzidos pela provocação estavam mais eróticos do que o normal.
— P-para… Eu acho, eu vou gozar, aaah!
Ja-kyung arqueou as costas e tremeu. Ele sentiu um calafrio na espinha. Ja-kyung cerrou os dentes e sufocou um gemido antes de ganir e gozar. A tensão foi liberada após a ejaculação, e o corpo de Ja-kyung relaxou. Il-hyeon abriu as pernas de Ja-kyung e cuspiu o gozo de sua boca sobre as bolas dele.
Lentamente, o líquido escorreu pelo períneo e para dentro do buraco. Il-hyeon lambeu o sêmen restante em seus lábios com a língua e esfregou o buraco com os dedos. Quando ele enfiou os dedos médio e anelar, Ja-kyung estremeceu e tentou fechar as pernas.
— É a minha vez.
Sua voz estava abafada.
O pensamento de receber aquela coisa grande em sua bunda trouxe de volta memórias de dor, e ele se contorceu.
— Eu vou te chupar da mesma forma!
— Não.
— Por quê?
— Porque você não sabe chupar porra nenhuma.
O orgulho de Ja-kyung ficou ferido porque ele foi rejeitado tão rapidamente, mas Il-hyeon ainda conseguiu acrescentar mais uma palavra para atingi-lo no âmago.
Merda. Ja-kyung praguejou interiormente. Você deve ser um chupador incrível então. Ja-kyung sabia que ele era realmente bom nisso, mas o sarcasmo não durou muito. Os dedos que entraram esfregaram a parede interna e se moveram para frente e para trás. Ele odiava ouvir o som úmido.
Estava ficando mais claro lá fora agora. Ja-kyung olhou em volta novamente, envergonhado sem motivo. Os guardas de antes não estavam em lugar nenhum. Enquanto Ja-kyung estava distraído, Il-hyeon arranhou o interior de sua camisa. Ja-kyung olhou para cima surpreso. A expressão de Il-hyeon era feroz.
— Você parece distraído?
Il-hyeon retirou os dedos e desamarrou as tiras de seu roupão. O roupão se abriu, revelando seu corpo rígido. Ele era naturalmente bem constituído e vê-lo como um homem me deixava invejoso e excitado. Il-hyeon segurou seu próprio pau, esfregou-o e pressionou-o contra o buraco com firmeza.
Era uma pressão que não podia ser comparada à de um dedo. O pau dele era mais grosso e mais definido que a maioria, e curvava-se levemente para cima, tornando mais fácil senti-lo por dentro.
No passado, apenas olhar para aquilo fazia Ja-kyung estremecer, mas agora era chocante para ele estar pronto para aceitá-lo sem qualquer hesitação. Mas os pensamentos inúteis não duraram muito. Enquanto Il-hyeon abria lentamente seu buraco e entrava, a respiração de Ja-kyung parou. Ainda era difícil de se adaptar.
— Ugh…
Uma mistura de gemido e respiração fluiu por seus dentes cerrados de dor. Ja-kyung olhou para baixo. Devido à sua postura, ele podia ver claramente o pau de Il-hyeon entrando nele. Ahh, Ja-kyung gemeu e encostou a nuca na janela. Depois de empurrar tudo para dentro, Il-hyeon moveu lentamente o quadril. A parte inferior do abdômen de Ja-kyung estufava toda vez que ele empurrava profundamente.
Ele pegou a mão de Ja-kyung e o fez tocar.
— Foi até aqui. Consegue sentir?
Ja-kyung lembrou-se subitamente do filme Alien. Ele ficou com medo de que pudesse atravessar, então retirou a mão rapidamente. À medida que ele se movia cada vez mais rápido, sua cabeça e ombros eram esmagados contra a janela. Ouvindo o som do cachorro latindo, Ja-kyung olhou para trás.
Enquanto um pastor alemão corria pelo quintal, um guarda-costas saiu correndo e arrastou o cão para os fundos. Ele levantou a cabeça e virou o rosto rapidamente. Ja-kyung percebeu que eles tinham visto a situação. Já era ruim o suficiente que Wang Han os tivesse visto, e agora isso seria espalhado por toda a vizinhança.
— Pare de ficar desanimado. Não há ninguém nesta casa que não saiba que nós dois estamos fazendo sexo de qualquer maneira.
Desgraçad-. Ja-kyung estava encarando-o com raiva, mas de repente, com toda a sua força, Il-hyeon deu uma estocada nele. Os dedos dos pés de Ja-kyung formigaram quando o pau de Il-hyeon esfregou contra sua próstata. Ahh. Ja-kyung fechou os olhos e estendeu a mão sem perceber. Kang Il-hyeon ofereceu seu pescoço de bom grado.
Ja-kyung agarrou-se ao pescoço dele com o pênis ainda enfiado. Tapa, tapa, tapa, Il-hyeon se movia tão rudemente que o corpo de Ja-kyung estava completamente espremido, e faíscas voavam diante de seus olhos. Sua mente tinha ficado em branco, e ele não se importava se alguém estava assistindo ou não. Ele encontrou apressadamente os lábios de Il-hyeon e os sugou.
Ja-kyung notou os cantos dos lábios de Il-hyeon subindo quando abriu os olhos ligeiramente. Tapa, tapa, era tão rápido e forte que doía sua bunda, e a pele de sua barriga estufava enquanto um líquido quente jorrava de dentro.
Por um longo tempo, os dois saborearam o resplendor do clímax enquanto sugavam os lábios um do outro. Il-hyeon acariciou o cabelo de Ja-kyung enquanto ele entreabria os lábios para recuperar o fôlego.
— Devo me abster de sexo por um mês agora.
Il-hyeon sorriu, mas Ja-kyung não conseguia sorrir de jeito nenhum. Il-hyeon estava realmente pensando em mandá-lo embora. Não faz muito tempo, ele pretendia fugir da ilha. Ja-kyung não conseguia entender por que estava tão ansioso e chateado quando deveria estar pulando de alegria.
O coração humano era algo que ele não conseguia compreender.
***
— Até quando você vai ficar assim?
Wang Lun permaneceu enrolado em um cobertor, apesar da pergunta de Wang Han. Ele tinha corrido desenfreado como uma vaca louca no dia anterior, e hoje estava completamente exausto e deitado como um cadáver. Ja-kyung também tentou animá-lo, mas sem sucesso.
Ele devia estar em choque profundo, visto que não houve reação nem mesmo quando lhe disseram que iriam para o Havaí e ficariam por um mês. Se tudo tivesse corrido como de costume, ele seria o mais animado e feliz. Ja-kyung suspirou profundamente, e então ele e Wang Han o confortaram mais um pouco antes de saírem do quarto.
Ao menos, os dois decidiram voltar para casa e arrumar seus pertences. O céu estava escuro desde que chegaram, e começou a chover assim que saíram. Ja-kyung sentou-se no banco do motorista, ligou o motor e bagunçou o cabelo molhado rudemente.
Apesar de ligar os limpadores, a chuva estava forte, dificultando a visão. Ele finalmente partiu depois de esperar a chuva diminuir, e os homens de Il-hyeon, que estavam um pouco mais distantes, o seguiram imediatamente. Os carros estavam diminuindo a velocidade quando ele saiu do estacionamento e entrou na estrada principal devido à chuva.
— Lun hyung vai continuar daquele jeito?
— Não sei. Deveríamos animá-lo logo.
— Eu deveria procurá-la?
Seria fácil encontrar a amante de Wang Lun se ele perguntasse às pessoas que conhecia. Mas não faria diferença nenhuma. Ela o havia traído e, mesmo que se encontrassem novamente, seria difícil reparar a confiança que já havia sido quebrada.
O semáforo mudou e o carro parou por um momento. Ja-kyung olhou para trás pelo espelho retrovisor. Não havia sinal do carro dos guarda-costas. Eles estavam estacionados bem ao lado dele quando ele se virou. Isso surpreendeu Ja-kyung porque eles geralmente seguiam por trás.
Quando o sinal abriu, ele partiu e virou à direita. Era uma estrada nova, um dia de semana, e havia pouco tráfego devido à chuva forte. O carro dos guarda-costas continuava emparelhando ao lado enquanto dirigiam sob a chuva. Ja-kyung estava nervoso. Wang Han também baixou a janela, provavelmente sentindo algo estranho.
Por que eles estavam fazendo aquilo? Qual o problema?
Logo, a janela do outro motorista se abriu. Ele ficou surpreso ao ver que o guarda-costas não estava usando seu terno preto habitual. Ja-kyung, que estava prestes a olhar mais de perto, abriu a boca surpreso. Wang Han também congelou no lugar ao reconhecer o outro homem.
Takeya Jun, que disseram ter chegado à Coreia ontem e perguntado onde eles estavam pelo telefone, estava sentado no banco do motorista, apontando uma arma para eles. O homem disparou uma bala assim que Ja-kyung pisou no acelerador. Bang, a bala perdida estilhaçou o vidro traseiro.
Se ele não respondesse rapidamente, suas cabeças poderiam voar. Ja-kyung acelerou e olhou para trás. Takeya Jun colidiu contra o para-choque traseiro do carro com uma força terrível. A força do impacto jogou o corpo deles para frente. Ja-kyung cerrou os dentes e agarrou o volante com força.
— Por que esse homem está aqui!
Wang Han finalmente lembrou das palavras dele sobre vir aqui para trabalhar, e sua mente ficou em branco. Poderia ser que eles fossem o alvo?
Merda. Estamos ferrados.
O carro que os havia alcançado em velocidade vertiginosa agora emparelhava e batia na lateral do carro deles. A lataria do carro foi riscada e ele oscilou como se estivesse prestes a colidir com uma mureta de proteção.
— Pegue a arma!
Ja-kyung gritou urgentemente. Ele tinha tirado a arma para lavar o interior do carro há alguns dias. Ele tinha se tornado descuidado porque não enfrentava ameaças à vida recentemente.
— Droga!
Assim que ele gritou e se culpou, balas voaram como chuva. Bang, bang, bang, o espelho retrovisor foi estilhaçado e todas as janelas laterais também foram quebradas. Ja-kyung cerrou os dentes. Ele tentou acelerar o máximo possível para aumentar a distância entre eles e Jun, mas ele estava perto demais para que pudessem escapar.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna