Define The Relationship (Novel) - Capítulo 22
Capítulo 22
— As palavras confusas de Karlyle transformaram-se em gritos soluçantes. Seu revestimento interno apegava-se famintamente aos dedos de Ash enquanto ele os deslizava para fora.
No lugar dos dedos, outra coisa tocou a entrada trêmula de Karlyle. O gel frio encharcou as fendas do anel muscular enquanto Ash espremia até a última gota do lubrificante. Sobrecarregado pela sensação bizarra, Karlyle puxou os lençóis da cama, amarrotando-os em uma bagunça emaranhada.
— Tudo bem se eu for bruto com você hoje?
Karlyle assentiu sem pensar. Ele queria que o que quer que fosse acontecesse, e precisava disso agora. Seu interior já coçava por Ash pressionar sua próstata, deixando-o enlouquecido de antecipação.
— Ainda bem. — Ash impulsionou-se para dentro com essas palavras.
O pau pesado e inchado empurrou através da abertura apertada, e a dor da carne sendo aberta atingiu primeiro. Apesar das quantidades copiosas de lubrificante, ainda era doloroso. Com medo de ser partido em dois, Karlyle rastejou para frente, em uma tentativa inconsciente e fraca de escapar.
Ash puxou Karlyle de volta pela cintura, com sua virilha colidindo contra a bunda lubrificada de Karlyle.
Plac! O som alto ecoou duramente pelo quarto.
O pau de Ash penetrou ainda mais na passagem apertada, separando as paredes internas aquecidas. Karlyle esfregou o rosto nos lençóis da cama enquanto seu peito abaixava, deixando apenas sua bunda erguida. A dor inicial foi breve, dando lugar rapidamente a faíscas de prazer que estimulavam o anel muscular, agora esticado até os seus limites.
— Ah, haah… hn. — Arfadas e sons partidos escapavam da boca aberta de Karlyle, com saliva escorrendo de seus lábios. Ash continuou suas estocadas vigorosas, não dando tempo para Karlyle se recuperar.
— Espere, Ash, hnn, é muito… grande, agh. — Mesmo depois de receber o membro de Ash pela segunda vez, ele ainda respirava com dificuldade. Ash apalpou o tórax de Karlyle e abraçou o peito, que subia e descia repetidamente.
Os dedos de Ash encontraram os mamilos eretos de Karlyle e os torceram, enviando sensações arrepiantes por seu corpo. Seu pau estava ereto, e sua entrada estremeceu em resposta.
— Shh, bom garoto.
— Ash, ha, nngh.
Cada vez que seus mamilos eram torcidos e beliscados, o torso de Karlyle se contorcia. Era como se ele perdesse o controle do próprio corpo sob o toque de Ash.
Gradualmente, Ash começou a ganhar ritmo, com suas mãos acariciando o peito de Karlyle.
Ash deslizou as mãos para o púbis de Karlyle e, assim que as firmou ali, ele rebolou os quadris.
Karlyle sentiu os movimentos intensamente. A cabeça do pau de Ash pressionava contra seus pontos sensíveis, enquanto o membro duro se agitava dentro do interior encharcado.
O êxtase subiu pela espinha de Karlyle, eletrizando todo o seu corpo.
Os dedos dos pés de Karlyle se encolheram e seus olhos se arregalaram. Ele balançou a cabeça em negação, soltando gemidos animalescos. Ele mal conseguia conter as lágrimas, mas não conseguia suprimir os sons obscenos que escapavam dele.
Ash entendia o corpo de Karlyle melhor do que ele mesmo. O pau, que havia encontrado facilmente sua próstata de novo, começou a remexer ao redor dela sem pressa.
Karlyle precisava de um estímulo maior. Ele estava enlouquecendo com o prazer que se enroscava em seu estômago. Se ao menos ele fizesse isso comigo de forma mais bruta. Para que eu não tivesse nenhum pensamento…
Então Karlyle implorou:
— Por favor… faça isso, mais forte, ah!
Os quadris que rebolavam de forma devassa pararam. O peito de Ash, aquecido para se equiparar à temperatura de Karlyle, pressionou-se contra as costas dele. A pele de ambos, encharcada de suor, fazia um contato escorregadio, e até aquilo parecia absurdamente bom.
— Você… — uma voz baixa e rouca sussurrou no ouvido de Karlyle. Os feromônios de Ash derramavam-se continuamente, infiltrando-se na pele de Karlyle. Os feromônios cintilantes submergiram Karlyle como uma corrente subaquática, agitando seu corpo.
— Você realmente sabe como me enlouquecer. — Após finalmente terminar suas palavras, Ash recuou os quadris. A ponta de seu pau aninhou-se na entrada de Karlyle antes de colidir com tudo de volta para dentro. As estocadas também aceleraram de forma constante, com cada impacto mais alto que o anterior. Todo o corpo de Karlyle convulsionava a cada estocada poderosa.
Karlyle foi empurrado quase até a cabeceira da cama. Ele tentava desesperadamente ficar imóvel tensionando as coxas, mas os movimentos de Ash eram implacáveis.
Suas paredes internas pareciam em chamas. Em meio às intensas faíscas de sensação, um prazer que ele não havia experimentado anteriormente durante outros ruts espalhou-se por seu corpo, envolvendo-o em uma felicidade avassaladora.
Parecia bom, tão bom. Ele se perguntava se estava tudo bem se sentir tão bem. A cada vez que era penetrado, ele suspeitava que já pudesse ter enlouquecido. O membro ligeiramente curvado pressionando profundamente dentro dele esmagava sua próstata simplesmente ao entrar.
— Haagh, ah, é muito fundo, Ash, muito… fundo… hnng!
Ash golpeou mais uma vez, quase como se desejasse enfiar tudo, incluindo suas bolas, dentro de Karlyle.
As mãos fortes de Ash agarraram as de Karlyle, que vinham segurando firmemente os lençóis da cama. Ash puxou os braços de Karlyle em sua direção, fazendo com que Karlyle se endireitasse, equilibrando-se de joelhos enquanto seus braços eram contidos. Ash então continuou, agora impulsionando-se para cima a partir de baixo.
Karlyle jogou a cabeça para trás, arqueando as costas. Sua visão flutuava de tontura, e sua ereção batia contra a parte inferior de seu abdômen a cada estocada. O gel completamente derretido escorria de sua fenda, e sons úmidos de sucção ecoavam de onde eles estavam conectados.
— Haah, pare, pa… re… — Karlyle implorou, balançando a cabeça enquanto os sons brutos e úmidos de impactos preenchiam seus ouvidos. Ele nunca havia imaginado que uma parte de seu corpo pudesse fazer tal barulho. Era mais uma primeira vez para ele. O som inconfundível de líquido vinha de ninguém menos que sua própria entrada.
Cada vez que o pau de Ash empurrava contra a parede interna de Karlyle embebida em gel, seu interior o engolia com fome, e quando Ash retirava o membro, a passagem de Karlyle se contraía desesperadamente, sem querer soltar.
Como um alfa, Karlyle não deveria estar encontrando prazer nisso. Isso era algo que um ômega sentiria… À medida que esses pensamentos enchiam sua mente, a ansiedade tomou conta. Ele foi dominado pelo medo, ainda mais do que quando experimentara o clímax por trás pela primeira vez.
Ele estava se transformando em algo estranho, não sendo mais um alfa. Enquanto o centro de sua identidade desmoronava, a respiração de Karlyle falhou. Ele queria ver o rosto de Ash. Ele não queria continuar — daquele jeito.
— Pare, por favor… — Karlyle libertou seu braço com um puxão e empurrou Ash para longe. Exalando respirações curtas, ele desabou sobre a cama.
Ash envolveu Karlyle por trás com os braços, com as sobrancelhas franzidas de preocupação. Segurando a bochecha de Karlyle com uma mão gentil, Ash perguntou: — Karlyle, o que foi?
O coração de Karlyle doeu ao som daquela voz preocupada. Ele abaixou os olhos avermelhados que mantinha semicerrados devido ao prazer avassalador. Então, ele implorou com uma voz trêmula, quase por desespero:
— Eu quero… que fiquemos de frente um para o outro enquanto fazemos isso.
Ash olhou para Karlyle, com a expressão tingida de culpa, e sentou-se com um suspiro. Ash impacientemente afastou o cabelo bagunçado de sua testa.
— Você quer?
Talvez fosse um pedido irracional. Karlyle não conseguia decifrar a expressão de Ash. Apesar de suas preocupações, Karlyle assentiu. Ele queria encarar Ash — ver suas expressões, sentir sua respiração. Ao menos naquele momento, era o que ele realmente desejava.
— Nem que seja por um instante, por favor, haagh, hng.
Karlyle gemeu com a sensação do pau de Ash puxando-se completamente para fora. Ash virou Karlyle com cuidado. Com as costas apoiadas nos lençóis úmidos da cama, ele agora podia ver Ash. A expressão com que ele olhava para Karlyle era gentil.
Ele se sentiu reconfortado ao ver o cabelo preto desalinhado acima da testa bonita, o impressionante olho cinza e o olho azul, e o peito tonificado e coberto de suor.
— Você gosta de olhar para o meu rosto, Karlyle? — Ash acariciou a bochecha corada de Karlyle.
Quantas vezes Karlyle já havia expressado o que queria de forma tão clara? Embora Karlyle não pudesse negar seus desejos, ele ainda evitava os olhos de Ash por vergonha, virando a cabeça. No entanto, Ash virou sua cabeça de volta imediatamente.
— Estou bem aqui — Ash disse com um sorriso. — Olhe para mim o quanto quiser.
Agitando os cílios, pesados com gotas de suor, Karlyle olhou para Ash, enfeitiçado. Ele segurou a respiração enquanto se afogava no olhar gentil de Ash.
— E não desvie o olhar. — Com a determinação das palavras pairando no ar, Ash alinhou a ponta de seu pau com a entrada de Karlyle, que vazava, e preguiçosamente penetrou na passagem. A satisfação envolveu Karlyle quando Ash o preencheu completamente.
Ash retomou sem palavras o movimento de seus quadris. Os sons úmidos vindos da junção de seus corpos aqueceram o ar novamente. Tudo se justificava para Karlyle apenas por saber que Ash estava olhando para ele e ele estava olhando para Ash. Karlyle abriu os braços para abraçar Ash. Seus corações acelerados uniram-se, gradualmente entrando em sincronia.
Levou mais tempo para Karlyle ejacular do que na última vez em que transaram, possivelmente devido ao limite aumentado durante o rut. Isso não significava que estivesse sentindo menos prazer, no entanto. O ponto era na verdade que ele estava sensível demais.
Cada vez que a próstata de Karlyle era estimulada e um prazer intenso ondulava através dele, vinha acompanhado pelos feromônios de Ash. Esses feromônios banhavam Karlyle, como se o instruíssem de que aquela era a maneira correta de sentir prazer. Karlyle já estava respondendo a Ash de forma feroz, então até onde mais Ash pretendia domá-lo?
Inicialmente, o corpo de Karlyle havia rejeitado e reagido com hostilidade ao receber feromônios de outro igual a ele. No entanto, após os feromônios de Ash terem se difundido através da pele de Karlyle durante a primeira ejaculação, seu corpo começou a recebê-los de forma diferente. Para ser preciso, apenas os feromônios que carregavam o aroma de Ash eram reconhecidos como uma exceção.
Sua consciência oscilava. Karlyle arquejava pesadamente, buscando ar sempre que podia. Sua garganta estava arranhada, e suas coxas afastadas doíam. Ash estava certo — sem o lubrificante, ele com certeza teria sido rasgado.
A luxúria de Ash correspondeu a Karlyle, embora não estivesse em seu rut. Eles misturaram os corpos sem descanso. Enquanto assistiam ao nascer do sol, o sêmen esguichou da ponta do pênis de Karlyle. Ele não conseguia nem mesmo lembrar quantas vezes já tinha gozado.
Ele havia movido seus quadris com a selvageria de um animal, como o rut normalmente o levava a fazer. A única diferença dessa vez era que ele havia recebido um pau por trás a ponto de a sensação de suas paredes internas encharcadas de lubrificante parecer familiar.
Apesar do calor diminuir em seu corpo, Karlyle não queria parar. Ele estava disposto a se entregar a Ash até que Ash decidisse o contrário. Suas emoções estavam à beira de explodir. Karlyle gostava de Ash — demais.
Talvez fosse por isso.
A pedido de Karlyle, Ash, que estava se movendo em uma posição onde ele podia ver seu rosto, penetrou seu interior muito profundamente. Karlyle, que tremia com uma perna por cima do ombro, contraiu a bunda. Um forte sentimento de ejaculação vinha através do pênis grosso que penetrava profundamente dentro dos intestinos com a sensação da próstata sendo esfregada com força. A sensível parede interna tremeu e ele devorou o pênis com força. Ash revirou os olhos de prazer. Vendo essa expressão de luxúria, Karlyle foi dominado por emoções intensas.
Seu pau roçando no abdome, pingava sêmen, logo aumentou gradualmente de tamanho. A ponta da sua glande inchou e ficou mais arredondada. Ash respirou fundo e baixou lentamente o olhar. Karlyle, estava tão ofegante e tinha os olhos semicerrados, se encolheu e levantou a parte superior do corpo.
Karlyle estava dando o “*nó”.
(*N/T:O nó atua prendendo o Alfa ao parceiro (geralmente um Ômega) para garantir que todo o sêmen seja retido no canal reprodutivo.)
Quando passava seus ruts com ômegas no passado, Karlyle era meticulosamente cauteloso sobre não fazer o nó. Não apenas ele não tinha ômegas em quem queria fazer o nó, mas mesmo no auge da excitação, ele exercia total autocontrole. Apesar de sempre usar preservativos, era uma precaução para evitar quaisquer riscos inesperados.
O sexo com Ash… não precisava de tal autocontrole.
Mas essa não era a única razão; havia inúmeras outras. No entanto, essa não foi uma ação consciente. O constrangimento tomou conta dele. Com os olhos arregalados, Karlyle tentou empurrar o abdômen definido de Ash com as mãos pálidas, mas Ash permaneceu firme.
Ash se inclinou e segurou a perna de Karlyle que estava jogada por cima. Com a outra mão, ele segurou o pau de Karlyle, mas não conseguiu fechar totalmente o punho, pois a ponta havia aumentado a ponto de nem mesmo a mão grande de Ash conseguir segurá-la completamente.
— Ash, isso é…!
Ash inclinou a cabeça e baixou o olhar, seus longos cílios tremulando antes que seus olhos se encontrassem. Seu olhar fixou-se diretamente em Karlyle. — Você se lembra do que eu disse antes? Que você é um mistério?
Ash esfregou o pau duro e aumentado de Karlyle, o pré-gozo pingando e brilhando ao redor da ponta. Ele esfregou suavemente e bloqueou a glande escorregadia e a abertura uretral com o polegar. Karlyle se contorceu enquanto balançava à beira do abismo sem conseguir chegar ao orgasmo.
— Por favor, ah, solta.
— Especialmente… — A palma de Ash segurou o pau, e seu polegar continuou esfregando a ponta.
Karlyle arqueou as costas, jogando a cabeça para trás e balançando-a em um gesto de súplica. Era torturante. Ele queria desesperadamente chegar ao orgasmo. — Haag, eu quero, ahh, gozar, hnng…!
— Quando você está assim… não tenho certeza — murmurou Ash, quase como se falasse consigo mesmo, seu olhar franzido, mas fixo em Karlyle.
Karlyle temeu começar a chorar. No entanto, ele não suportaria deixar Ash vê-lo chorar. Ele estendeu a mão trêmula e segurou o pulso de Ash. Embora tenha puxado com toda a sua força, Ash não o soltou.
— Ash, por favor, por favor…? — Karlyle deu por si implorando no final. Ele arqueou as costas ainda mais alto, suas pernas chutando os lençóis e sua bunda ficando tensa.
Após uma breve pausa, Ash ajustou seu foco, direcionando suas estocadas unicamente na próstata de Karlyle. O som de carne se chocando preencheu o ar. A dor cedeu lugar à excitação. O corpo inteiro de Karlyle estava encharcado de suor, seu pescoço corando em um vermelho vivo.
— P-Por que você não está, hnn, soltando…?
— E você se lembra do que disse antes? — Ash perguntou enquanto pressionava ainda mais forte a abertura uretral de Karlyle. — Quando estávamos na galeria.
A visão de Karlyle ficou totalmente branca. Sua cabeça parecia que estava prestes a explodir. Sua virilha estava dolorosamente tensa. Seu buraco contraía e descontraía repetidamente.
— Você… me machucou daquela vez — Ash continuou.
A próstata de Karlyle foi golpeada com força novamente. Saliva pingava de seus lábios abertos, e arquejos sôfregos escapavam incontrolavelmente. Era bom e doloroso. Não, era Incrivelmente bom, o lugar onde Ash o estava estocando com força, era tão gostoso…
— Da próxima vez, Karlyle, por favor, diga de forma um pouco mais gentil — Ash sussurrou afetuosamente.
Quando seu pau grosso colidiu para dentro de novo, Karlyle gritou.
— Me desculpa, hgh, Ash…!
O polegar de Ash que o bloqueava permaneceu firme, contudo um prazer penetrante engoliu Karlyle. Conforme ele se apertava ao redor do pau de Ash, uma onda pulsante correu por suas veias. Seus dedos dos pés se abriram, esticando-se amplamente como um leque.
— Aaah…!
Ash abaixou a perna erguida de Karlyle e o abraçou. Karlyle soltou os lençóis que estivera segurando impotentemente e abraçou Ash de volta.
Karlyle temeu que seu corpo tivesse acabado de experimentar algo estranho. Ele estava se tornando estranho.
Movido pelo medo, ele mordeu com força o pescoço de Ash, rasgando a pele. Ash soltou um breve gemido, mas não se afastou. Em vez disso, ele ofereceu de bom grado seu pescoço e apertou o braço ao redor de Karlyle.
A visão de Karlyle, que havia ficado branca, começou a escurecer, e seus cílios tremularam. Seu corpo desabou e, finalmente, quando suas costas caíram sobre a cama, Ash soltou o aperto sobre Karlyle. Seu corpo mole estremeceu.
Sêmen fluiu lentamente da ponta de Karlyle. O fluido branco brilhante jorrou da abertura e acumulou-se acima de seu umbigo. Ele cobriu densamente seu abdômen definido, que havia relaxado após incontáveis horas de tensão.
A ordem estava errada.
Karlyle havia sentido algo antes de gozar. No entanto, a ejaculação sem dúvida aconteceu com a liberação de sêmen. Então isso não fazia sentido. Não era assim que deveria…
No entanto, o pensamento não pôde continuar. Seu corpo faminto, que havia passado o dia inteiro derramando sêmen, estava agora completamente exausto. O sono que havia lhe escapado anteriormente agora o dominou.
Sonolento, pouco antes de sucumbir inteiramente à inconsciência, ele sentiu um beijo suave em sua testa. Ele notou vagamente que um sussurro também pode ter escapado de seus próprios lábios.
Com isso, ele adormeceu.
↫─☫ Continua….
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr