Acidic Scent (Novel) - Capítulo 111
Capítulo 111
— Hah, você estava esperando por isso?
— Hk… sim. Eu estava… haa.
— Talvez seja por isso que não consigo me controlar.
— Haat!
Nenhum dos dois estava no cio, mas quanto mais trepavam, mais desesperados ficavam. Marvin desistiu de resistir e se agarrou ao peito de Jinwoo. Ele queria mais do que apenas contato pele a pele; queria ser completamente desfeito.
O pau de Jinwoo começou a inchar dentro dele. Marvin sabia exatamente o que aquilo significava agora. Sua respiração enganchou com uma mistura de medo e desejo. Jinwoo choveu beijos em seus lábios.
— Você não vai engravidar de qualquer jeito.
Ele ia dar um nó. Marvin não tinha intenção de impedi-lo; se é que se pode dizer algo, queria gritar para ele se apressar.
— Rápido. Haa…
As línguas deles se entrelaçaram. Enquanto o pau de Jinwoo preenchia seu interior até o ponto de estourar e gozava, Marvin atingiu o próprio ápice. Seus corpos estavam perfeitamente sincronizados. A sensação era como uma montanha-russa, e Marvin não conseguia parar de gemer. Jinwoo enterrou o rosto contra o pescoço dele, devorando-o.
— Hmmph…!
Marvin sentiu sua barriga estufar pela quantidade absurda de porra sendo bombeada para dentro dele. Era desconfortável e um pouco doloroso, mas não queria que Jinwoo saísse. Queria continuar cheio assim para sempre. Justo quando sentiu que estava perdendo a cabeça, o nó começou a ceder.
Assim que a pressão diminuiu, Jinwoo começou a mover os quadris novamente. O interior de Marvin estava em carne viva e sensível, e a fricção da glânde raspando contra ele enviava novos choques de prazer por todo o seu corpo.
A porra começou a vazar do seu buraco, pingando no chão. A cada estocada profunda e puxada lenta, fios de fluido pegajoso se esticavam entre eles. Jinwoo continuou bombeando, usando o pau para mexer aquela bagunça lá dentro até que cerca de metade tivesse escorrido.
— Vamos deixar o resto. Gosto de ver vazando toda vez que volto para dentro.
Ele claramente não tinha terminado.
— Você não disse que veio aqui para comer? — Marvin conseguiu balbuciar. O sushi estava lá fora esfriando, mas Marvin sabia que Jinwoo não queria a comida. Ele queria a ele.
Jinwoo chupou a língua de Marvin como se fosse um doce. — Você está com fome?
— Haa, não.
— E aqui embaixo? — Ele desceu a mão e esfregou o orifício bagunçado de Marvin. Ainda estava se contraindo, ainda com fome.
— Quero colocar qualquer coisa aí dentro.
— Qualquer coisa?
A resposta pareceu quebrar algo em Jinwoo. Ele estendeu a mão e pegou um frasco longo e grosso de sabonete líquido que estava na borda da banheira.
— Espera, o que você está… nng!
Ele enfiou a base do frasco no buraco de Marvin. Sentindo a invasão de um objeto frio e duro, o corpo de Marvin se contraiu instintivamente. O cilindro de plástico grosso não cedia, espetando fundo em suas entranhas.
— Ah, dói…
Não era que não sentisse prazer, mas não queria que aquilo continuasse. Sentiu uma sensação de rejeição, como se estivesse sendo forçado a se masturbar com um dildo barato.
— Para, hng.
— Você disse que queria qualquer coisa aí dentro.
Jang Jinwoo o lembrou de suas próprias palavras e enfiou o objeto estranho ainda mais fundo. Marvin sentiu como se seu interior fosse rasgar; instintivamente agarrou os ombros de Jinwoo e enterrou o rosto neles.
— Isso… isso é muito ruim. Hng.
Com isso, o frasco de sabonete líquido foi arrancado e arremessado para fora do box. Jinwoo parecia irritado por algum motivo. Quando ele estendeu a mão para a prateleira novamente para procurar um substituto, Marvin segurou sua mão para impedi-lo. Ele guiou a mão de Jinwoo para baixo, entre suas pernas.
— Eu gosto de coisas quentes. E longas e flexíveis, se possível.
Ele sussurrou suavemente e guiou a mão que segurava direto para dentro de si. O dedo médio de Jinwoo atingiu as paredes internas escorregadias. Era estranho tocar o próprio interior, mas fazer isso com ele trazia um tipo diferente de excitação.
— Haa…
Uma bagunça de porra cobria os dedos entrelaçados dentro dele. O som úmido e a respiração pesada de Marvin preenchiam o banheiro. Marvin se esfregou contra a mão por um tempo antes de pressionar os lábios suavemente contra os de Jinwoo. Ele sabia o que o homem queria.
— Promotor — ele chamou em voz baixa, arquejando em busca de ar. Queria aquela coisa grande e dura entrando agora. Mas Jinwoo apenas pressionou com força contra sua parede interna, como se recusasse a dar o que ele queria tão facilmente.
— Você vai engolir qualquer coisa só porque está com fome?
Não era difícil adivinhar por que ele o estava interrogando daquela forma. Ele estava exercendo possessividade sobre o ômega dominante com quem estava dormindo. Ele era conservador. Apesar de parecer alguém que treparia com qualquer coisa que se movesse, surpreendentemente não dormia com qualquer um. Em termos de ser libertino, Marvin estava muito à frente dele.
— Parece que você quer que eu seja fresco para comer.
— Exatamente.
Jang Jinwoo respondeu firmemente e empurrou a cintura para a frente, pressionando os paus um contra o outro. Seu membro grosso e quente latejava, afirmando sua presença.
— Haa, rápido…
Marvin mordeu o lábio inferior de Jinwoo, provocando-o. O estado de “quase lá, mas ainda não” era agoniante; ele só queria ser fodido. Jinwoo ergueu as coxas de Marvin, enganchando-as ao redor de sua cintura, e alinhou a cabeça com o buraco. Então, devorou os lábios de Marvin — que o lambiam em desespero — e enfiou o pau para dentro com um empurrão violento.
— Hng!
O peso bruto estava em um nível completamente diferente de um frasco de plástico; a cabeça de Marvin tombou para trás.
— Coma só o meu por enquanto.
— Ah-hng!
— Vou me certificar de que você fique satisfeito.
Como se para provar suas palavras, ele moveu os quadris em estocadas profundas e pesadas enquanto segurava Marvin com força. Bêbado de prazer, Marvin não tentou manter a conversa. Ele poderia ter rebatido — perguntado por que tinha que ir tão longe, ou apontado que aquilo era diferente do acordo original de serem apenas parceiros de sexo —, mas não o fez.
Não queria ser o tipo de pessoa que analisa demais a possessividade de um alfa dominante sobre um parceiro de sexo ômega dominante, e não queria experimentar Jinwoo impondo um limite rígido novamente no momento em que tentasse definir o relacionamento deles.
Era melhor simplesmente se esconder atrás dessa ambiguidade e trepar com ele o quanto quisesse. Seja qual fosse o motivo, o sexo era sempre extasiantemente satisfatório. Ele tinha se acostumado tanto ao seu papel de ômega dominante que nem conseguia lembrar da última vez em que tinha gozado se masturbando. Não tinha ambição de tirar mais nada de Jinwoo se isso significasse quebrar aquilo.
Ele foi quem balançou o rabo primeiro de qualquer jeito, e estava sendo bem tratado o suficiente. Exausto de repetidas traições e enganações, Marvin não queria muito dele.
— Você vai passar a noite, não vai? Hng.
Era uma pergunta bem sem sentido para se fazer ao dono da casa, mas Jinwoo lhe deu a resposta que ele queria.
— Foi para isso que eu vim.
— Até domingo?
— Por quê? Quer ficar comigo até domingo?
— Quero.
Jinwoo riu da honestidade clara de Marvin. Como se para realizar seu desejo, ele enterrou o pau ainda mais fundo.
— Ah-hng!
— Vou embora na manhã de segunda-feira. Em troca, você tem que me fazer companhia o fim de semana todo.
O prazer subindo de suas entranhas fez Marvin ranger os dentes. Não importava se Jinwoo interpretava “ficar juntos” de uma forma puramente sexual. Marvin envolveu os braços ao redor das costas de Jinwoo, inspirando e imaginando o cheiro de feromônios que na verdade não conseguia sentir. Ele gemeu com as investidas rítmicas da parte inferior do corpo de Jinwoo e enterrou os lábios em seu pescoço.
Queria estar junto. O maior tempo possível, o mais perto possível.
Era uma pena que só pudesse expressar seus sentimentos dessa forma, mas estava ocupado demais satisfazendo seus desejos imediatos. Sempre que estava com ele, seu tesão parecia não ter fundo. Era difícil negar o ditado de que caras com pau são todos iguais; uma vez acesa a chama, ele não queria pensar em mais nada.
Jinwoo parecia sentir o mesmo, estocando seu pau furioso para dentro sem parar. No meio desse sexo implacável, quase sadista, Marvin sentiu seu coração balançar. Seu peito doía, mas essa dor era diluída e misturada ao prazer até se espalhar por seu corpo como um veneno que ele não conseguia identificar.
⚖ ─── 𝛂 · β· Ω ─── ⚖
Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Othello