Things That Deserve To Die (Novel) - ↫─Capítulo ⚝ 74
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 74
— Saia da frente antes que eu te chute.
Il-hyun acariciou a bochecha de Ja-kyung e fez contato visual.
— Diga-me. O que você quer? Se ficar comigo, farei tudo o que desejar.
Lee Ja-kyung mostrou as presas e continuou apenas encarando-o com fúria.
— Uma ilha? Uma casa? Ou um carro?
Ja-kyung riu em descrença.
— Você tem tanto dinheiro assim?
— Sim. Mais do que você pode imaginar.
São tantas coisas para se gabar. Se o tempo do contrato acabou, por favor, deixe-me ir; não tenho outros desejos. Il-hyun desaprovou a ideia, então Ja-kyung tentou empurrá-lo, mas ele agarrou ambos os braços dele, pressionou-os para baixo e o beijou. Ja-kyung cerrou os lábios e resistiu, então Il-hyun enfiou a mão por dentro do roupão aberto e acariciou seu flanco suavemente.
Sua mão moveu-se cuidadosamente para o peito dele.
— Você gosta que te chupem aqui, não gosta?
Antes que ele pudesse responder, Il-hyun desceu e tocou os mamilos dele com a língua.
Os mamilos de Ja-kyung eram rosados, e Il-hyun sentia vontade de mordiscá-los toda vez que os via. Ele os esfregou com a língua antes de colocá-los na boca e sugá-los. A mão em seu ombro parece mais tensa. Ele é implacável ao matar pessoas, sensível como um gato quando recebe travessuras, e torna-se tímido ao fazer sexo.
Quando Il-hyun olhou para cima e verificou sua expressão, viu que ele estava mordendo os lábios e suas orelhas estavam vermelhas de brasa.
Ah, tão lindo.
Onde você esteve para só aparecer agora, hein?
Il-hyun afastou os lábios e moveu a mão para baixo, agarrando o pau de Ja-kyung e esfregando-o suavemente de cima para baixo, e pôde senti-lo ficando tenso. Uma parte dele queria abrir as pernas dele e estocá-lo agora mesmo, mas sabia que Ja-kyung o chutaria novamente se o fizesse.
Nesse meio tempo, ele quis matar Lee Ja-kyung várias e várias vezes em sua mente. Imaginou estrangulá-lo após cada traição, mas quando via seu rosto, a raiva desaparecia e a luxúria tomava o lugar. Ele aprendeu com Lee Ja-kyung que suprimir a luxúria é o mesmo que suprimir o desejo de matar.
Era um sentimento que ele nunca havia sentido antes. Ele pensou que não existiria algo como se apaixonar por alguém. Isso porque ele nasceu sem amor, para começar.
Quanto mais ele esfregava, mais úmido o sêmen saía. Il-hyun lambeu o corpo dele e desceu. O gato assustado ergueu o torso e olhou para baixo enquanto Il-hyun lambia seu pau com a língua. Ele sorriu e passou a língua sob o pau diante daquele rosto bonito.
A cabeça de Lee Ja-kyung volta a cair na cama, e seu peito sobe e desce rapidamente.
— Eu sou melhor no boquete, certo?
Lee Ja-kyung cobriu os olhos com as costas do braço diante da pergunta.
— É barulhento.
Um sorriso se espalhou pelos lábios de Il-hyun.
— Aproveite. Só existem nós dois aqui.
Ele colocou o pau de Ja-kyung na boca e moveu a cabeça para frente e para trás. O som de sucção fez as coxas de Lee Ja-kyung se apertarem. Il-hyun o manteve na boca e girou a língua ao redor, acariciando suavemente a parte interna de suas coxas retesadas.
Il-hyun soltou o pau que estivera chupando e deslizou um dedo na boca, molhando-o antes de esfregá-lo contra a entrada de Ja-kyung. Il-hyun o empurrou lentamente, mas a entrada estreita tornava difícil até para seus dedos entrarem.
Ja-kyung escondeu o rosto atrás do braço e cerrou os molares com firmeza. Kang Il-hyun era bom com o corpo, para sua frustração. Ele sabia muito bem onde ele gostava de ser chupado. No entanto, assim que o dedo começou a entrar, a sensação de ejaculação começou a diminuir devido à tensão.
Ja-kyung estava ciente de que o prazer vem depois da dor, mas ainda não estava acostumado a fazer sexo por trás. Ele podia sentir claramente os dedos de Il-hyun alargando seu interior. Embora apenas um dedo estivesse inserido, ele imediatamente o esticou e o esfregou.
Embora fingisse estar à vontade, Kang Il-hyun claramente tornara-se impaciente. Seus movimentos eram mais rápidos do que antes, e ele já estava inserindo três dedos. Enquanto afrouxava a entrada de Ja-kyung, Il-hyun molhou seu pau longo com a boca. O pau de Il-hyun brilhava com saliva quando Ja-kyung olhou para baixo.
Ele cuspiu no próprio pau e retirou os dedos. As pernas dele estavam abertas para cada lado. Sentindo-se vazio, Ja-kyung involuntariamente fechou as pernas.
— Abra.
Até pouco tempo atrás, ele persuadia de forma gentil e suave, mas seu tom e olhar mudaram para autoritários. Seus olhos eram como os de uma fera, mais como um predador com sua presa à frente. Como Ja-kyung permaneceu em silêncio, ele agarrou as pernas dele com as duas mãos e as afastou.
Então, em um instante, ele agarrou seu pau e o trouxe para dentro do buraco. Ja-kyung franziu a testa diante do pau gigantesco entrando pela abertura estreita e parou de respirar. Dói tanto quanto quando se abre à força uma ferida de bala ou faca. É uma dor à qual ele não vai se acostumar.
Ja-kyung tentou conter o gemido, mas o som escapou. Il-hyun inclinou-se para frente após entrar cerca de um terço do caminho. Ele lambeu cuidadosamente os lábios, bochechas, queixo e orelhas de Ja-kyung. Como uma mãe lambendo um filhote recém-nascido.
— Querido. Relaxe.
— Merda. Eu vou te foder, huu, para você saber como é. Ugh, eu estou… cansado.
— Estúpido. Você ainda não desistiu desse sonho.
Após sorrir levemente, Il-hyun empurrou com mais força. Ele estava prestes a esmagar o próprio pau porque a entrada ainda estava apertada demais. Os olhos de Lee Ja-kyung estremecem conforme Il-hyun entrava totalmente. Até o suor formava gotas em sua testa.
Quando se beijam, Ja-kyung aceitava docilmente por algum motivo. Ele moveu os quadris e lambeu a língua dele. A parede interna era empurrada para frente e para trás a cada movimento. Il-hyun esfregou a raiz da língua de Ja-kyung, colocou-a fundo em sua garganta e lambeu cada canto.
Como estava sem fôlego, Ja-kyung agarrou o ombro dele primeiro. Il-hyun afastou os lábios e esfregou o polegar pelos lábios de Ja-kyung. Seus lábios umedecidos com saliva estavam particularmente vermelhos.
O olhar de Il-hyun escureceu.
— Você se lembra?
— …
— Do dia em que nos conhecemos.
Ja-kyung lembrava.
A visão de Il-hyun estendendo a mão enquanto lhe entregava um buquê vermelho no aeroporto.
— Pensando bem, eu gosto de você desde então.
Ja-kyung não acreditou nisso. É mentira. Se fosse esse o caso, por que Il-hyun quis matá-lo? Il-hyun recuou e estocou para dentro antes mesmo que Ja-kyung pudesse falar. Seu estômago deu um solavanco, e a dor disparou pelo cóccix e subiu pela espinha. Ugh, estocada após estocada, ele batia implacavelmente enquanto alternava sucções entre seus lábios e pescoço.
Ja-kyung tentou empurrar a cabeça de Il-hyun para que ele não deixasse marcas com a sucção forte, mas era inútil, pois Il-hyun parecia uma fera faminta. O medo de ter o pescoço dilacerado durou pouco, pois o pau que preenchia seu interior deslizou para fora.
Subitamente vazio, sentia um vácuo por dentro. Il-hyun virou Ja-kyung ao contrário, colocando a mão sob sua cintura e puxando-o. Então ele pressionou o ombro de Ja-kyung. Seus joelhos estavam dobrados e apenas os quadris estavam levantados. Justo quando Ja-kyung ia se mover porque estava envergonhado com essa posição, Kang Il-hyun afastou suas nádegas e lambeu sua entrada com a língua.
— Ah. Porra.
A cabeça de Ja-kyung pendeu. O lugar por onde o pau dele entrara e saíra há um momento agora era penetrado por sua língua. Lambendo seus testículos e períneo, trabalhando a língua para dentro e para fora. Ja-kyung enterrou o rosto na cama e agarrou os lençóis.
Mesmo sem tocar a próstata, a sensação de ejaculação o sobrecarrega. Era um prazer diferente de ser golpeado impiedosamente. Conforme seu corpo perdia a firmeza como papel dissolvido na água, Il-hyun empurrou o pau para dentro novamente. Enquanto segurava a cintura de Ja-kyung, Kang Il-hyun alcançou seu nome, que estava gravado no meio, com ambas as mãos.
Il-hyun o entalhou por frustração, mas quando olha para ele enquanto faz sexo, isso o deixa insano. Havia marcas como covinhas no topo. Ele se inclinou para perto e tocou com as pontas dos dedos.
Lee Ja-kyung não aguentou e gemeu.
— Uhm…
A tatuagem de cobra em seu ombro direito ondulava enquanto ele se movia. Il-hyun pressionou suas costas e estocou com força, fazendo seus quadris tremerem. Não há parte de seu rosto ou corpo que não seja bonita. Tap, tap, tap!
O movimento empurrava seu corpo para frente, e Ja-kyung enterrou o rosto no lençol, tentando manter os gemidos no mínimo. Il-hyun agarrou o armo de Ja-kyung e puxou. Ja-kyung olhou para cima surpreso conforme seu tronco era puxado também.
Ele abraçou e pressionou o tronco dele com força com o braço direito, e esfregou o pau de Lee Ja-kyung com a mão esquerda. Ele levantou a cintura ao mesmo tempo. Il-hyun baixou a cabeça para frente, então moveu a mão em seu peito para cima e agarrou o pescoço de Ja-kyung. Ja-kyung inclinou-se para trás e sua boca abriu conforme Il-hyun o estrangulava com força.
— Aah!
O gato teimoso finalmente começou a emitir sons. Isso agiu como um catalisador, e Il-hyun moveu a cintura descontroladamente. Os estímulos aplicados dentro e fora da entrada distraíram Ja-kyung, cujo corpo estava preso aos braços fortes dele.
O prazer emergiu gradualmente do buraco dolorido. Parecia que sua mente estava ficando em branco e seu sangue fluía ao contrário em seu corpo. O suor brotava do peito poderoso de Kang Il-hyun contra suas costas.
— Porra.
A voz de Il-hyun foi baixa quando ele xingou enquanto chupava sua orelha.
— Ah! Heuss.
Faz tempo que sua velocidade aumentou, e o raciocínio de Ja-kyung foi obliterado. Um pouco mais forte. Mais forte. Ja-kyung estendeu a mão para trás e agarrou a cintura de Kang Il-hyun, mais, mais, mais. Oh, eu já nem sei de mais nada. Quando ele virou a cabeça para trás, seus lábios encontraram os de Kang Il-hyun.
Suas línguas esfregaram-se promiscuamente entre seus lábios desalinhados. Enquanto arquejava, Ja-kyung descansou a cabeça inteiramente no ombro de Kang Il-hyun. Está claro que era um prazer que ele nunca sentira antes. Ele agarrou as coxas de Kang Il-hyun com as mãos ao atingir o clímax. Seu peito arfava e suas pálpebras tremiam enquanto ele ejaculava na mão de Kang Il-hyun.
Kang Il-hyun retirou o pau e deitou Ja-kyung de barriga para cima na cama após a ejaculação. Enquanto ele respirava pesadamente, Il-hyun engatinhou sobre ele e acomodou-se em seu peito. Ja-kyung olhou para ele com o rosto corado.
Kang Il-hyun agarrou o próprio pau ereto e o esfregou para frente e para trás. Suas sobrancelhas estavam franzidas e seus olhos tremiam delicadamente. Ja-kyung parecia saber exatamente o que ele ia fazer. Ja-kyung levantou o queixo e abriu a boca.
Isso mesmo, porque não havia ninguém. Já que somos apenas nós dois, eu te darei isso.
Os cantos da boca de Kang Il-hyun curvaram-se em um sorriso satisfeito. Então sua testa bonita se franziu e ele soltou um xingamento baixo e abafado. A boca e o rosto de Ja-kyung foram preenchidos com o sêmen de cheiro forte. O sêmen de um homem, que ele provara pela primeira vez na vida, era mais sem gosto do que ele pensava.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna