Things That Deserve To Die (Novel) - ↫─Capítulo ⚝ 75
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 75
— Eu gosto do senhor! Nunca tive um sexo tão extasiante na minha vida!
Ouvindo a voz repetida infinitamente, Ja-kyung abriu os olhos fechados e a primeira coisa que fez foi soltar um xingamento. Ele pensou que fosse um som em seu sonho, mas não era. Ao levantar o tronco e olhar ao redor, viu o celular de Kang Il-hyun colocado na mesa de cabeceira. Ele configurou aquilo como alarme?
Ja-kyung franziu a testa e estendeu os braços, mas Kang Il-hyun o pegou primeiro. Ele acabara de sair do banho, vestindo um roupão e com uma toalha sobre a cabeça.
Depois de desligar o alarme, ele sorriu para Ja-kyung e, inesperadamente, deu-lhe um beijo nos lábios.
— Dormiu bem?
Então Il-hyun acariciou e bagunçou seu cabelo. Ja-kyung puxou a mão dele e o encarou com fúria.
— Apague isso imediatamente.
— O quê?
— A gravação!
— Por que? O som é bom.
Ja-kyung levantou-se e jogou um travesseiro nele porque aquilo estava sendo reproduzido como uma música. Eu vou matar ele! Então Ja-kyung desabou na cama com uma dor na região lombar. Ele sente que é mais abusado durante o sexo do que no trabalho. Il-hyun aproximou-se e deitou-se ao lado de Ja-kyung porque ele não estava se movendo.
Ja-kyung apenas piscou enquanto estava deitado de lado, encarando o rosto dele.
Ao contrário de Ja-kyung, que estava passando por um momento difícil, o rosto de Kang Il-hyun iluminou-se em um único dia. Ele se lembrou de Il-hyun ejaculando em seu rosto em meio à excitação na noite anterior. Se antes ele tinha uma forte sensação de ser fodido unilateralmente, ontem eles se divertiram juntos.
Loucura. Loucura para dizer o mínimo.
É como cruzar um rio sem caminho de volta. Kang Il-hyun subitamente acariciou seu cabelo com uma expressão triste.
— Desculpe. Eu vou apagar. Não fique bravo.
— …
— Gostaria de dormir mais um pouco?
— Não.
— Então, vamos sair para tomar café da manhã?
Era um horário ambíguo para chamar de café da manhã, pois estava perto da hora do almoço. Ele estava cansado, mas com fome porque gastara toda a sua energia no sexo. Il-hyun levantou-se e puxou seu braço, então ele foi arrastado para fora da cama a contragosto.
Ele entrou no banheiro e tirou o roupão, mas seu corpo todo estava formigando. Olhando para seus mamilos inchados, ele percebeu mais uma vez que Il-hyun era um pervertido por mamilos. Enquanto tomava banho, o sêmen que restara em seu interior escorreu por suas pernas.
Ele ficou sem fala pelo choque e olhou para aquilo fixamente. Haa, ele inclinou a cabeça para o teto e soltou um suspiro.
Tudo bem. Vamos pensar positivo. Você aproveitou também, você não odiou.
Ele se perguntou se algum dia seria ele a ficar por cima e balançar os quadris, mas sentiu-se sem esperança quando sua imaginação chegou lá. Ja-kyung saiu para trocar de roupa depois de lavar bem o corpo com água fria.
Kang Il-hyun estava sentado no sofá da sala, bebericando chá. Ele estava vestido com shorts, camisa e óculos escuros, mas era estranho porque ele estava vestido de forma diferente do habitual. Suas panturrilhas também eram longas, tonificadas e lisas, e o shorts lhe caía perfeitamente.
Ja-kyung olhou para ele de cima a baixo distraidamente, e ele percebeu como um fantasma, então abriu os braços e sorriu.
— Você gostou?
Il-hyun perseguiu Ja-kyung e perguntou se ele não tinha gostado quando ele fingiu não ouvir. Ele assentiu com irritação porque Il-hyun era persistente, e Il-hyun bagunçou seu cabelo orgulhosamente. Confiança excessiva deveria trazer má sorte, mas como era bem fundamentada, apenas o irritava.
Ele só verificou adequadamente o exterior da casa depois que saiu. Era uma pequena casa de madeira que parecia ser bem antiga.
Não importa como ele olhasse, aquilo não combinava com Kang Il-hyun. Ele estava curioso para saber como Il-hyun teve a ideia de construir uma casa aqui. Olhou ao redor com curiosidade e encontrou um carro esportivo branco estacionado no quintal.
— Pega.
Ja-kyung pegou a chave do carro que Il-hyun jogou.
— Você dirige.
Ja-kyung não demonstrou, mas estava bastante feliz. Ele abriu a porta, sentou-se no banco do motorista e ligou o motor. O ronco dos motores o excita. Uma estrada aparece ao lado da praia após sair do quintal. As estradas estavam em melhores condições do que o esperado.
Isso o lembrou da ilha desabitada para onde havia fugido, mas esta era muito maior. Ele sentia o cheiro salgado do mar enquanto dirigia pela costa. Olhando para o lado, Il-hyun estava com o braço apoiado na janela.
Seu cabelo fluindo aleatoriamente e os cantos da boca agradavelmente erguidos misturavam-se com o mar, dando a impressão de uma pintura. Pequenos restaurantes e cafés se amontoavam em frente ao mar após virar a esquina com destreza.
Ele estava preocupado porque não havia carros ou pessoas passando, mas, felizmente, um restaurante acabara de abrir. Ja-kyung diminuiu a velocidade e parou na frente dele. O jovem proprietário, que tirava o cardápio para fora para colocá-lo em exibição, assustou-se ao ver os dois.
Por um momento, ele pensou que fossem dois atores que tinham vindo para uma filmagem.
— Podemos comer?
— Vai demorar um pouco, tudo bem?
Os dois assentiram e entraram. O quadro de cardápio decorado de forma fofa chamava a atenção. Eles se sentaram ao lado da janela com vista para o oceano. O céu hoje estava especialmente limpo. Il-hyun folheou o cardápio e o entregou a Ja-kyung enquanto ele estava distraído com o lado de fora.
— Já escolheu?
— Escolha você. Eu não sei o que comer.
Ele demonstrou que era um restaurante focado em massas. Além disso, por ser uma massa de fusão, continha ervas, o que a tornava um pouco diferente. Enquanto ele ponderava sobre o cardápio com a mão, os olhos de Kang Il-hyun não estavam no menu, mas no rosto de Lee Ja-kyung.
Seus olhares se encontraram quando Ja-kyung levantou a cabeça, e Il-hyun sorriu primeiro. Ja-kyung ficou tímido, então bebeu um pouco de água e olhou pela janela após pedir os pratos.
— Vamos ao café que falamos ontem quando terminarmos de comer.
Deve ser o café onde as sobremesas eram boas. Ja-kyung subitamente ficou curioso.
— Você vem aqui com frequência?
— Já estive aqui antes.
— Férias?
Il-hyun sorriu levemente e balançou a cabeça.
— Este é o lugar onde minha falecida mãe se recuperava. Então, quando eu era mais jovem, costumava vir aqui cerca de duas vezes por mês.
— Oh…
— É claro que ela não me recebia bem.
Il-hyun sorriu abertamente mesmo enquanto contava a história deprimente. Ele rapidamente passou para outra história depois de dizer que tinha vindo várias vezes enquanto crescia. Ja-kyung não perguntou mais nada. A refeição foi servida, e os dois tiveram conversas relativamente normais.
Foi estranho no começo, mas conforme ele se acostumava, notou que a ponta da faca mirando em Kang Il-hyun tornou-se cega. Além disso, quando Il-hyun estava fora, ele agia como uma pessoa normal. Ele não tinha certeza se era atuação ou real, mas gostou pela primeira vez em muito tempo.
Depois de terminar a refeição, eles partiram para o café que Il-hyun mencionou. No entanto, o café estava fechado há muito tempo, então o interior estava vazio. Ja-kyung estava curioso sobre o quão deliciosa era a sobremesa, então ficou um pouco decepcionado. Ele procurou outro café e teve a sorte de encontrar um que gostou.
Era bastante grande e tinha vários clientes. Enquanto ele simplesmente pedia um café e esperava, viu casais sentados e tirando fotos por todos os lados. Ja-kyung estava preocupado com a marca que Kang Il-hyun deixou em seu pescoço na noite passada, então continuou cobrindo-a com a mão.
Uma mulher subitamente aproximou-se de Ja-kyung. Ela sorriu timidamente e disse: — Ei… Se você tiver tempo… — Ela se assustou quando percebeu Il-hyun sentado à frente dele. Il-hyun recostou-se em sua cadeira e encarou a mulher com olhos ardentes.
A mulher não disse nada e correu de volta para o seu grupo, e Ja-kyung finalmente se manifestou.
— Sorria. Você vai disparar lasers pelos olhos.
— Estou sorrindo.
— Não está. Você acabou de fuzilar ela com o olhar.
As sobrancelhas de Kang Il-hyun se erguem enquanto ele faz uma expressão de desaprovação.
— Por que, você está decepcionado?
Eles vão brigar de novo se ele responder. Ja-kyung cruzou os braços e enterrou o rosto na mesa porque não queria ouvir. Ele virou a cabeça para o lado e olhou pela janela antes de fechar os olhos. O ar-condicionado estava ligado, a luz do sol estava entrando e o sono estava caindo pesado.
Kang Il-hyun sentou-se com o queixo apoiado na palma da mão e acariciou o cabelo de Ja-kyung. Ele apenas o deixa em paz porque não bagunça seu cabelo. A mão de Il-hyun deslizou para baixo e roçou o pescoço de Ja-kyung. Ja-kyung permitiu que ele tocasse seu pescoço por gentileza. Ja-kyung sentiu que ia cair no sono depois de ficar sentado assim por um longo tempo, então se levantou.
— Você está muito cansado?
Ja-kyung contorceu o rosto em desgosto diante da pergunta desavergonhada de Il-hyun.
— É por causa de alguém.
— Como você pode trabalhar quando seu corpo é tão fraco? Quer alguns suplementos?
— Está tudo bem. Quanto mais você quer me atormentar depois de me alimentar com isso?
O número de clientes no café cresceu enquanto eles estavam sentados lá. Os olhares das pessoas aumentaram também. Uma mulher diferente da anterior apareceu e trouxe suas informações de contato, mas fugiu após ver o rosto sombrio de Il-hyun. Ja-kyung pareceu não conseguir mais aguentar aquilo, então levou Il-hyun para fora.
Enquanto dirigiam, chegaram a um resort no lado de trás da ilha. Era um lugar onde funcionava um campo de golfe. Eles jantaram em um restaurante italiano dentro do resort e caminharam pela praia. Enquanto o sol se punha no horizonte, o céu tornou-se vermelho.
Kang Il-hyun tentou segurar sua mão, mas ele a soltou várias vezes, e então ele pegou Ja-kyung e o jogou no mar. Eles finalmente retornaram para a casa depois de mais uma rodada de discussões. Il-hyun olhou para a casa enquanto estacionava o carro no quintal.
Ja-kyung, que estava secando o cabelo molhado, virou-se imaginando o que havia de errado. Il-hyun desligou o motor. Os faróis se apagaram e tudo ficou escuro. Ja-kyung tentou sair, mas Il-hyun segurou seu braço e colocou o dedo na boca. Shhh. Seus olhos brilhavam na escuridão como uma fera espreitando sua presa.
O olhar de Ja-kyung foi atraído para a casa. Depois de um tempo, Il-hyun ligou o motor novamente, e as luzes inundaram a casa. Houve uma sombra perto da janela por uma fração de segundo antes de desaparecer.
Um invasor.
— Você viu?
Ja-kyung encarou o local e assentiu.
— Você tem uma arma?
— Não. Eu não preciso.
Se você não tem, apenas diga; não há necessidade de acrescentar que não precisa. Ja-kyung o encarou confuso, mas então ele pisou no acelerador e também no freio. O ponteiro no painel de instrumentos tremeu violentamente. Percebendo o que ele estava prestes a fazer, Ja-kyung apertou o cinto de segurança novamente com um rosto cansado.
— Apenas entre.
— Relaxe. Eu sou um especialista em abalroamento.
Ja-kyung odiou isso porque Il-hyun piscou para ele. Porra. Como ele ousa dizer isso no meio de tudo isso.
— Eu não gostava da casa mesmo.
Ele rangeu os dentes. Ja-kyung franziu a testa e alcançou a alça perto de sua cabeça. O carro começou a avançar em direção à porta da frente da casa no momento em que ele soltou o freio.
Maldição. Onde é que vamos dormir esta noite?
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna