The Hound Behind The Mask (Novel) - ↫─Capítulo 01.3
↫─Capítulo 01.3
Taegun logo riu baixinho e disse atrás das costas dele:
— Isso é meu. Nós demos um beijo indireto.
Os ombros de Jaeha tremeram bastante e ele começou a tossir. Era fascinante que até a tosse parecia quieta como ele. Enquanto ria disso, a cabeleireira estava parada ao lado de forma constrangedora e perguntou como ele queria o corte. Taegun endireitou a cabeça e disse:
— Meu marido disse para cortar de forma refrescante.
Jaeha tossiu, incapaz de aguentar. Parecia que ele tinha derramado no maldito moletom, então ele até tirou um lenço da mesa tateando.
Jang Taegun riu baixinho. O que eu molhei foi a bainha da calça, mas pensando que consideraria como equilibrado ao ver que ele molhou a blusa.
Quando Jang Taegun disse que dirigiriria, Lee Jaeha hesitou por um momento e depois sorriu levemente e disse:
— Este… é um carro com seguro de casal. Como Taegun dirigiu da última vez em Gangwon-do. …Eu gostaria que o carro de Taegun também tivesse seguro de casal. Para que eu possa dirigir em caso de emergência…
Embora ele e Taegun sejam pessoas que geralmente andam em carros dirigidos por outros, ele quer colocar o seguro automotivo como seguro de casal, como um casal comum.
Mesmo se houvesse um acidente, não haveria uma situação em que faltasse dinheiro vivo a ponto de precisar de seguro, mas era agradável ver ele mencionar seguro de casal.
Sentindo o vento frio passando pelo cabelo mais curto, Jang Taegun não respondeu e subiu no carro. Em vez de tal Taegun, Jaeha curvou-se para o manobrista do estacionamento do salão de beleza e subiu no banco do passageiro.
Taegun partiu o carro assim que ele sentou, sem nem dizer para colocar o cinto de segurança. Jaeha fez uma expressão um pouco sem jeito. Parecia envergonhado porque não lhe dei uma resposta clara.
Não havia tempo para confortá-lo. Já havia uma mancha redonda perto da coxa da calça. Assim que Lee Jaeha articulou a palavra ‘casal’, o órgão sexual cutucou mais uma vez. Estava doendo de tanto que estava ereto o tempo todo e não tinha sido aliviado tocando, fazia várias horas.
Pensando no que fazer, agarrei a nuca de Lee Jaeha, que estava apenas colocando o cinto de segurança, como se fosse agarrá-lo.
— Ah-.
Antes de tocar nos lábios que se abriam levemente porque ele estava surpreso, Taegun, que primeiro enfiou a língua para fora, enfiou a sua língua na brecha.
— …Hmm.
A voz que gemia levemente era boa de ouvir. Quando levantei a ponta da língua rigidamente e cocei o céu da boca, Jaeha tremeu a cintura.
Quando eu entrei roçando a lateral, pensando em puxar a raiz da língua de Lee Jaeha e sugar o fluido acumulado embaixo dela, foi nessa hora.
Buzina-.
Ouviu-se um som de buzina vindo de trás. Outro carro que estava saindo do prédio comercial do salão de beleza estava buzinando continuamente para o sedã de Taegun, que não partia.
Embora não fosse como se não houvesse brecha, eles buzinavam continuamente, embora pudessem sair. Mesmo no meio disso, Taegun não soltou a língua de Jaeha.
— Ugh, atrás, ah-.
Jaeha empurrava levemente o peito de Taegun, tentando dizer que havia um carro vindo atrás, mas quando liberei os feromônios, o brilho em seus olhos ficou turvo. Taegun acariciou suavemente o lóbulo da orelha dele.
O carro de trás, que buzinava continuamente, parou logo ao lado do sedã de Taegun, desta vez pressionou a buzina por muito tempo e abriu a janela e xingou algo.
Taegun só então separou os lábios, sugou a saliva que fluía entre os lábios que estavam colados, e então virou a cabeça com uma expressão indiferente e abriu a janela.
Como se fosse o momento, o motorista parado no banco ao lado despejou xingamentos através da janela aberta.
— Ei, seus idiotas. Querem bloquear o caminho e ficar se beijando? Estou ocupado pra caralho e vocês estão aí fazendo merda-.
Buzina-.
Taegun não soltou a mão que pressionava a buzina com uma expressão indiferente. Os xingamentos que o motorista do lado oposto despejava foram bloqueados pelo som da buzina que tocava por muito tempo.
Os xingamentos que o outro lado cuspia foram escondidos pelo longo som de buzina. O motorista do lado oposto era um homem na casa dos 30 anos com um físico bastante robusto, e talvez fosse porque estava confiante nisso, ele riu de forma tola e disse:
— Não, esse cara está realmente louco-.
Taegun, depois de tirar o ombro esquerdo para fora da janela, bateu na porta do lado do motorista. Ao som de bater o punho no ferro e ressoar, o homem não teve escolha a não ser parar os xingamentos que ia fazer mais uma vez. Quando ele fechou a boca,
— Senhor, por que você está xingando. Dá para viver com medo.
— O que você está dizendo, seu bastardo. Não é porque você bloqueou o caminho primeiro e fez essa merda!
Taegun, que olhava para o rosto do homem que estava vermelho de raiva, virou a cabeça por um momento em direção a Jaeha e disse rindo:
— Querido, você viu. Feio também tem personalidade suja?
Jaeha pensou estupidamente por um momento se deveria responder a essa palavra. Como não é comum ele se referir a mim como querido, as costas de suas orelhas ficaram um pouco vermelhas mesmo naquela situação.
No entanto, como não podia estar pensando em coisas patéticas em uma situação em que uma briga começou na rua, tentei acalmar minha expressão. Como os manobristas de estacionamento estavam murmurando ao longe, abri a janela do banco do passageiro e balancei a mão. Era um gesto de que estava tudo bem.
Os manobristas que estavam tentando correr ao ver aquele gesto de mão e a expressão calma de Jaeha hesitaram. No entanto, tal expressão cheia de confiança parece não ter funcionado no motorista do outro lado.
Ele gritou para Taegun com um rosto mais do que raivoso. No rosto distorcido, havia também um pouco de desdém.
O sedã do motorista do outro lado era o mesmo modelo que o carro que Jaeha trouxe, mas era uma classe abaixo. Talvez ele tenha começado a briga por causa disso desde o início. O homem gritou mais uma vez.
— O que você está dizendo, seu bastardo louco!
— Mas com que coragem você não desvia sabendo que é um bastardo louco. Seus pais não te ensinaram que você deve evitar se ver um louco?
— O quê? Oh, ei-! O que você está fazendo-!
Taegun, que tinha metade do ombro esquerdo para fora da janela, atingiu o espelho retrovisor direito do carro do homem com a lateral da mão como estava. Junto com o som de bater, ouviu-se algo quebrando com um estalo.
Parecia que ele nem tinha colocado muita força, mas a conexão do espelho retrovisor quebrou como se o tofu tivesse sido esmagado, e ficou pendurado preso no fio conectado.
O homem que viu aquela cena gritou. Seu rosto estava coberto de pavor.
— O que você está fazendo! Você não é um bastardo louco?!
— Sim, sou um bastardo louco. Bem, entre em contato por aqui. É o cartão de contato de um louco.
Taegun jogou o cartão de visita que estava entre o dedo médio e o indicador através da janela do oponente. O cartão de visita rígido, que voou em linha reta, atingiu a bochecha do oponente e caiu.
O homem perdeu as palavras como se fosse absurdo, e o sedã, que mudou de marcha só então, dirigiu-se suavemente para a estrada.
Taegun olhou de relance para o carro parado estupidamente através do espelho retrovisor e então disse a Jaeha sorrindo:
— Você disse que pode fazer seguro de casal.
Jaeha não conseguiu responder por um tempo. Então, de repente, ele riu. Ele soltou uma risada porque era absurdo. Jang Taegun, ao ver o riso de Jaeha, continuou sorrindo e disse:
— Se quiser receber isso, não tem que ligar para a seguradora e provar que o senhor Lee Jaeha e eu somos um casal? Como é, vamos gravar até mesmo uma fita de sexo hoje e enviar?
— …Acho que basta enviar a certidão de família.
Às palavras de Jaeha, Taegun ficou em silêncio por um tempo e depois balançou a cabeça levemente e murmurou. Era um gesto que parecia obediente, ao contrário do habitual.
— Certidão de família, família….
Jaeha gostava de ouvir a palavra família saindo da boca dele. Ele também examinou o anel colocado na mão dele com os olhos.
Taegun, que acabou sendo pego no sinal vermelho, olhou para o olhar de Jaeha, pegou sua mão, colocou-a sobre a marcha e colocou sua mão sobre ela. Àquela sensação colocada no dorso da mão, Jaeha abriu levemente a boca.
— O que faremos se houver uma denúncia de atropelamento?
— Bem. Você deve ter um advogado que conhece.
Embora eu tenha, também era absurdo pedir a um advogado especializado em litígios corporativos para assumir um caso de acidente de trânsito. Enquanto eu estava pensando no escritório de advocacia que cuida de pequenas coisas da família, Taegun cuspiu novamente.
— Ou o quê. Você quer me mandar para a cadeia e viver com outro cara?
— Não é isso.
— Claro que não. Que tipo de coisas você está dizendo, deixando as pessoas surpresas.
Taegun respondeu de forma indiferente. Era absurdo ele culpar Jaeha depois de ter começado a falar primeiro. Jaeha riu de novo.
Era estranho que o senso de humor dele fosse bastante do meu agrado. Mesmo antes de conhecê-lo, não havia uma única pessoa ao meu redor que falasse como Taegun.
Enquanto Jaeha pensava em tais coisas, o interior do carro ficou silencioso naturalmente.
Jaeha ficou curioso sobre o que Taegun estava pensando. Então, de repente, viu que o relógio que ele tinha colocado no pulso esquerdo dele tinha sido movido para o pulso direito.
— …Ambidestro.
Eu murmurei sem perceber. Ele usou os pauzinhos com a mão direita, mas ele segura a caneta com a mão direita? A dúvida surgiu. Taegun disse em um tom indiferente enquanto ligava a luz indicadora de direção para a esquerda.
— Você colocou a aliança de casamento na mão esquerda. Algemas são usadas nas duas mãos. Parece que você não sabe disso porque vive como um cidadão modelo.
A palavra ‘querido’ que saiu da boca dele era vergonhosa. Então, tive uma dúvida sobre dizer algemas.
— Algemas, não é exatamente isso. É apenas um presente. Não no sentido de que vou te prender….
— Porra, se não é prisão, o que é. Eu ia gostar.
Jaeha, que disse isso para que ele não se sentisse frustrado inutilmente, teve sua expressão desfeita sem ele mesmo perceber com a resposta de Taegun. Taegun olhou de relance para ele e, como se estivesse satisfeito com o sinal vermelho que acabou de pegar, esticou o pescoço e beijou sua bochecha.
E então estendeu a mão e tateou a coxa de Jaeha. Ele tateou o contorno do que estava armazenado e enfiou a mão dentro dele e pressionou entre as pernas.
Jaeha ficou levemente vermelho. Quando a luz verde acendeu, Jaeha segurou o pulso de Taegun e colocou-o de volta sobre a marcha. Ele estalou a língua e disse:
— Eu achei que você estava me avisando que ia me prender, me amarrar e me satisfazer. Eu estava pensando apenas em limpar meu pênis e esperar.
Embora fosse absurdo com essas palavras, reflexivamente, pensei: ‘Como posso amarrar o senhor Jang Taegun, é uma pena’. No entanto, guardei isso, pois parecia que a vergonha seria apenas minha se eu soltasse pela boca.
O carro estava indo diligentemente para a loja de departamentos. Mesmo que o sol já tivesse se posto, ainda não passavam das 8 horas. Como havia um modelo que eu tinha visto, se demorasse mais, eu pretendia pedir ao gerente da filial para operar apenas a loja correspondente. Isso porque havia muitas vezes em que todos os funcionários não saíam do trabalho e esperavam. Eu não queria ver tal situação incômoda.
Felizmente, como a habilidade de direção de Taegun era bastante decente e o salão de beleza ficava a curta distância da loja de departamentos, pudemos chegar sem atrasos. Os dois desembarcaram no estacionamento exclusivo para VIPs, deixaram o carro com o manobrista e dirigiram-se para dentro da loja.
Enquanto eu curvava a cabeça levemente para o funcionário que abriu a porta, Taegun começou a segurar a mão de Jaeha em um entrelaçamento de dedos. Sua expressão estava indiferente, mas ele começou a enfiar a mão entrelaçada no bolso da calça dele.
O bolso que suportou as mãos entrelaçadas de dois alfas de punhos grossos ficou tenso. Olhei para Taegun silenciosamente, pensando se ele estava com frio nas mãos, mas como havia algo tocando o dorso da minha mão, meu olhar foi naturalmente para baixo.
Para dizer que estava duro, estava um pouco macio, e para dizer que estava completamente macio, estava um pouco duro.
Como Lee Jaeha também tinha o mesmo, era uma sensação que eu conhecia bem. O órgão sexual, que ainda não tinha alcançado a ereção completa, estava armazenado perto da coxa de Taegun, então foi sentido até por Jaeha, que enfiou a mão no bolso dele.
Jaeha tirou a mão sem perceber.
— Ei, fique parado um pouco. Quem pediu para você esfregar?
Claro, Taegun não o soltou, é claro. Ele sussurrou para Jaeha rindo de forma tola. Ele colou os lábios no lóbulo da orelha e empurrou algumas palavras junto com a respiração.
— Está nesse estado desde agora há pouco, vamos para o hotel até o colchão ser entregue?
— Senhor Jang Taegun.
— Não chame meu nome. Vou ejacular logo.
Jaeha balançou a cabeça negativamente porque era absurdo. No final, não houve escolha a não ser andar com as mãos entrelaçadas enfiadas no bolso da calça esticado. Isso porque Taegun não o soltou, não importa o que ele fizesse.
Durante esse tempo, aquilo dele que batia levemente no dorso da mão estava ficando cada vez mais duro. Jaeha tentou minimizar o movimento de sua mão dentro do bolso, temendo que realmente acontecesse o que ele disse.
Taegun riu porque sentiu isso. Mesmo assim, depois de rir de tudo, ele tirou a mão gelada de Jaeha do bolso. As mãos soltas foram um pouco lamentáveis, mas desta vez ele puxou a cintura de Jaeha e o abraçou.
Como o diretor executivo, que era o gerente da loja de departamentos, veio pessoalmente cumprimentar na frente do elevador, eu estava prestes a apertar a mão dele brevemente, mas como Taegun não soltou a cintura que estava segurando, a postura ficou um pouco ambígua.
No entanto, Jaeha não disse a Taegun para soltá-lo. Eu queria deixá-lo fazer o que quisesse.
— Se você tivesse um modelo que queria, teria sido algo que nosso funcionário pudesse visitar pessoalmente, sinto muito por ter feito você vir até aqui.
— Não. Diretor, você também pode ir cuidar do seu trabalho agora. Porque vou escolher junto com esta pessoa.
Jaeha apresentou Taegun ao gerente com um sorriso suave. Taegun ainda não tinha soltado o braço que envolvia a cintura de Jaeha, e por causa disso, a mão que restava para o aperto de mão era apenas a mão esquerda.
Taegun disse com uma expressão indiferente, enfiando a outra mão no bolso da calça.
— Ah, estou sem mãos. Vamos apertar as mãos mais tarde. Eu sou Jang Taegun. Sou a pessoa que se torna esposa desta pessoa aqui.
O gerente da filial fez uma expressão estupefata. Isso porque o físico de Jang Taegun era muito robusto para ser chamado de esposa. Jaeha riu baixinho e pressionou o botão do elevador pessoalmente.
O gerente da filial, que estava parado de forma um pouco constrangedora, curvou-se para Jaeha. Parecia que ele ia embora. Jaeha também respondeu ao cumprimento.
Quando ele se virou e foi embora logo em seguida, Taegun sussurrou para Jaeha.
— Posso sugar seus lábios quando pegarmos o elevador? Aquele bastardo pervertido não estaria espiando o circuito fechado de TV, estaria?
…Devo responder que é mais pervertido beijar no elevador da loja de departamentos? Jaeha olhou para Taegun e, como parecia que ele sabia até esse ponto, ele fechou a boca. Em vez disso, respondeu de forma elegante.
— Não pode.
Taegun enterrou o rosto no pescoço de Jaeha e soltou um suspiro baixo. Não foi como se ele tivesse dito algo, apenas soltou um suspiro, mas foi uma sensação de que o calor subiu de repente. Mesmo assim, era um pouco problemático porque eu não conseguia empurrá-lo para longe.
A tempo, o elevador chegou. Pensando que era uma sorte, quando tentei entrar primeiro, Taegun não segurou mais e soltou a cintura. Jaeha estendeu a mão e disse:
— Vamos.
Taegun segurou a mão em um entrelaçamento de dedos. Os dois alfas entraram no elevador. Com as mãos entrelaçadas.+
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna