The Hound Behind The Mask (Novel) - ↫─Capítulo 09
↫─Capítulo 09
— …Os promotores intimaram quatro executivos do alto escalão da Myeongwon Construção hoje. Eles declararam que estão investigando alegações de subornos pagos em troca de uma análise favorável da proposta da Myeongwon Construção para o projeto da Nova Cidade de Inhong no ano passado….
A TV estava mostrando notícias sobre as alegações de suborno contra a Myeongwon Construção.
Não acostumado a apenas ficar olhando fixamente para o nada, ele a havia deixado ligada, e agora notícias familiares estavam sendo transmitidas. Era a história que ele havia recebido ontem à noite de seu colega de classe, agora chefe de uma empresa de jornal que possuía sua própria emissora. Estava sendo transmitida exatamente como era, palavra por palavra, igualzinho à manchete.
— O artigo está bom? Vou passar adiante assim. Mas por que você está de repente prestando atenção nos negócios da Myeongwon? É um pouco grande demais para você se preocupar com isso….
Aqueles que frequentaram a mesma escola primária privada muitas vezes se tornavam ex-alunos novamente ao entrar na universidade. Lee Jaeha havia ido para o exterior para estudar nesse intervalo, mas eles ainda se cruzavam com frequência por lá.
Mesmo não sendo próximos, conheciam as personalidades um do outro. A pergunta de seu colega de classe era válida. Entre a elite de terceira geração, o mero fato de alguém do calibre de Lee Jaeha ter passado por uma loja de conveniência parecia ter se tornado assunto de conversa.
Não era da conta dele de qualquer maneira.
Quando ele deu uma resposta vaga, dizendo que explicaria mais tarde, a outra pessoa enfatizou novamente: — Você precisa me contar. — A insistência deles para manter contato o lembrou de Lee Jaeho.
O círculo de Jaeha estava invulgarmente cheio de pessoas como Lee Jaeho que faziam exigências irracionais. Mas isso também era temporário; Jaeha, que realmente pretendia viver tranquilamente assim que esse assunto terminasse, pensou que eles não o procurariam mais.
De qualquer forma, a notícia sobre a Myeongwon Construção estourou esta manhã, exatamente uma semana após aquele dia em que o sangue parecia pronto para transbordar da minha cama.
Eu paguei um jantar para o procurador-geral anteontem, mas o resultado só veio hoje. Não tinha demorado muito, mas também não tinha sido resolvido rapidamente.
O Procurador-Geral parecia ainda estar avaliando a posição de Lee Jaeha. Ele também parecia incapaz de compreender a mudança repentina de Jaeha para assumir a transição de funções após o seu casamento.
Deixe que ele pense assim. Isso não era problema meu agora.
— Ei, por que você tem vindo para casa aqui todos os dias ultimamente…?
Eu estava sentado na sala de estar do segundo andar, onde fica o meu quarto, quando Lee Jaeho entrou de fininho, jogou a bunda no sofá e perguntou. Isso me lembrou daquele cara dos meus tempos de faculdade de jornalismo. Seus padrões de fala eram tão semelhantes que me perguntei se os dois já haviam saído juntos separadamente.
Mas aquele colega de classe também estava lidando com dores de cabeça por causa do filho ilegítimo de seu pai, então ele provavelmente seria distante com Lee Jaeho, seu meio-irmão que não era muito mais jovem que Jaeha. No entanto, estranhamente, seus padrões de fala se assemelhavam, o que era bizarro.
Enquanto ele ponderava sobre isso, Jaeho o pressionou por uma resposta novamente.
— Por que você vem aqui todos os dias? Você brigou com aquele cara… ou ele é o seu hyung? Ou que porra ele é?
— Você terminou o seu dever de casa?
Jaeha perguntou sem virar a cabeça. Ele sentiu um sobressalto ao seu lado.
— Droga, eu estou no meu último ano? Eu pareço alguém que estaria fazendo dever de casa na minha idade?
— Exatamente. Então você não fez?
— …Eu fiz.
Diante daquela resposta, ele olhou de relance para Lee Jaeho. O cara, que parecia envergonhado e estava coçando a nuca, de repente soltou um grito alto com uma expressão de injustiça.
— Ah, apenas me responda! Por que você está indo para casa depois do trabalho!
— Eu não sei quanto aos outros, mas não demita a Gerente Lim Yoojin. Mantenha-a. Ela será de grande ajuda.
— Isso sou eu quem decide… Certo, que se foda. Fofoqueiro…
Mesmo depois de trocar algumas palavras, eu não havia conseguido tudo o que queria dele. O pensamento de colocar aquele cara em uma cadeira de diretor me fez suspirar.
Pensando bem, Lee Jaeho e Jang Taegun tinham a mesma idade. …Então é por isso que Taegun se ressentia de ser chamado de “hyung”.
Jaeha não olhou para Lee Jaeho, que estava espumando de raiva como se estivesse fervendo, e pensou sobre isso. Ele mudou de canal, e passou um comercial de um filme que estrearia no início do próximo mês.
Lee Jaeho de repente falou com uma voz animada, como uma criança entusiasmada.
— Esse é o que eu sugeri investir, sabe? Ah, tem uma vibe boa para caralho. Que desperdício. Eu deveria ter dito para eles relatarem os resultados.
Então ele continuou por um tempo falando sobre como o diretor era isso ou aquilo, e como o roteirista se divorciou e agora parece pronto para se casar novamente com a diretora de arte.
Quando a conversa passou para a avaliação do físico e do rosto do ator principal, Jaeha estava extremamente cansado e encostou as costas no encosto de cabeça do sofá.
Jaeho, que estivera tagarelando animadamente até então, olhou para Jaeha como se tivesse notado algo estranho. Sua expressão estava esquisita, como alguém que tivesse visto algo que não deveria.
— Mas você… Você se encontrou com um Ômega hoje?
Ele tinha uma regra: não responder a bobagens. Ele havia esquecido que tinha essa regra, e lembrar-se de como sempre se assustava com as bobagens de Jang Taegun, deixando escapar um som repentino, o fez se sentir um pouco atordoado.
Mesmo enquanto Jaeha olhava fixamente para a iluminação embutida na sala de estar sem responder, Lee Jaeho não deixava passar.
— Quem? O hyung de Sumin? Ele não tinha esse cheiro. Droga, você está me traindo? Porra, Lee Jaeha é um baita Alfa babaca. Isso não é uma piada, é?
Lee Jaeho parecia chocado e um pouco traído. Ele nem sequer tinha se casado comigo, então qual era a daquela expressão traída? E o que diabos significava “baita Alfa babaca”?
Eu deveria tê-lo repreendido, dizendo para cuidar de sua própria vida e fazer o seu trabalho direito, mas tudo aquilo dava trabalho demais. Perguntar se ele havia conhecido um Ômega era um absurdo.
…Pensando bem, eu não havia perguntado qual era a relação dele com aquele Ômega que ele conheceu no hotel daquela vez.
Eu queria perguntar a ele: — Qual é a sua com aquele Ômega que te seguiu, chamando você de “Diretor Jang” tão docemente?
Mas mesmo se a chance viesse novamente, eu não perguntaria. Eu me casei com Jang Taegun, quebrando a liberdade dele.
Lee Jaeha entendia o básico de um acordo. Como eu havia ganhado algo, tinha que respeitar os ganhos da outra parte também. Perguntar sobre a verdadeira identidade daquele Ômega estaria além dos termos do contrato.
Então ele nunca seria capaz de perguntar.
— Huh? Ele sumiu. O que… Eu peguei o cara errado?
Perdido em pensamentos, Jaeha ficou irritado com Lee Jaeho farejando ao seu redor. Ele coçou a cabeça.
Muito irritado até para sentir pena, Jaeha empurrou a testa de Lee Jaeho com a palma da mão. Ele olhou de relance para a TV antes de de repente se lembrar de algo.
— Pare de sair com celebridades. Na não seja passado para trás como no ano passado. Limpar a sua barra é uma dor de cabeça.
— O-o quê…?! Quando foi que eu fiz isso!
— Quer que eu recite para você?
— …Droga, você memorizou tudo isso?
Ignorando as reclamações de Lee Jaeho, um empregado subiu para anunciar o retorno de Lee Ikhyeong. Lee Jaeho deu um pulo sem pensar, depois, aparentemente envergonhado, instou Lee Jaeha.
— O que você está fazendo? Vamos cumprimentá-lo.
— Eu sou alguém que abandonou a família. Vá sozinho.
— O quê? Ei… Nós ainda deveríamos ir juntos…
Ele ficou perplexo com o cara que havia se apegado ao pai até aquela idade, então o ignorou e simplesmente foi para o seu quarto. Lee Jaeho gritou por trás: — Ei! Venha comigo! — mas ele não respondeu.
De alguma forma, seu corpo parecia pesado. No momento em que se deitou na cama, sentiu como se estivesse sendo infinitamente sugado para dentro do oceano.
Jang Taegun apareceu em seu sonho.
— Você não viu o meu buquê?
Envergonhado de fazer Jaeha ou Taegun pegá-lo, o planejador de casamentos não havia preparado um buquê desde o início. Eles o encontraram no local da cerimônia naquele dia, bem no corredor.
Jaeha hesitou, depois disse que não haviam preparado um. Aquilo foi uma piada na época? Eles realmente queriam pegar o buquê?
Como era um casamento imperfeito, ele queria conseguir para o Alfa que ele desejasse, de alguma forma. Então Jang Taegun sussurrou no ouvido de Jaeha, com os lábios pressionados bem perto.
— Você não deveria jogar isso para ter muitos filhos?
…Isso é o lançamento do buquê. O buquê tinha esse significado também? O rosto de Jaeha ficou um pouco em branco. Vendo sua expressão, Jang Taegun riu baixinho.
Aquele sorriso fez ele perder o juízo novamente. Foi a primeira vez que o viu rir tão de perto.
Suas sobrancelhas grossas arquearam-se nitidamente nas pontas, e quando caíam, obscureciam parcialmente seus olhos, que geralmente brilhavam intensamente, fazendo-os parecer obsidiana cintilante. Jaeha olhou fixamente para a cena. Ele não conseguia acreditar que este homem era o que estava à sua direita.
Mas talvez tenha sido porque ele não jogou o buquê que o casamento pareceu um sonho.
Mais tarde, ele procurou o significado do buquê: sorte e proteção. Talvez porque o buquê estivesse ausente, a vida de casados deles carecesse de sorte, e sem proteção, terminaram neste estado.
É por isso que Lee Jaeha procurou pelo buquê ao longo de seu sonho. Ele queria dar a ele porque ele o havia desejado. Ele queria mostrar a ele que o casamento deles também continha sorte e proteção.
Mas não importava o quanto ele vagasse, não conseguia encontrar o buquê. Profundamente desanimado, Lee Jaeha confessou a Taegun com o rosto cheio de vergonha que não tinha sido capaz de encontrá-lo.
Ao que Jang Taegun respondeu com sua expressão indiferente de sempre.
— Quando foi que eu quis isso?
Ah, era assim.
Você não precisava de tais coisas? Lee Jaeha sentiu-se confuso. Tudo o que ele segurava parecia lamentável.
Eu tinha tanto que queria dar, mas Jang Taegun parecia não precisar de nada disso. Isso doía. Quando Lee Jaeha acordou naquela manhã, seus olhos estavam secos.
Ele se perguntou se havia chorado, mas não era isso também. Sem nenhum traço de tristeza, a felicidade também parecia igualmente passageira.
* * *
— Quanto tempo você planeja ficar aqui?
— Esta é a minha casa.
Lee Jaeha declarou a verdade em resposta às palavras de Lee Ikhyeong.
Ultimamente, Jaeha parecia estar se tornando uma pessoa cada vez mais distante da polidez. Mesmo responder secamente, como uma casca podre desmoronando por dentro, exigia energia.
Então, não havia como uma resposta adequada sair para as palavras de Lee Ikhyeong. Afinal, esta casa ancestral foi construída em um terreno em Seongbuk-dong doado pelo avô materno de Jaeha.
— O quê? Então você está me dizendo para ir embora? Quando você estava se casando apesar das objeções de todos, e agora está morando na casa da família, eu estou perguntando que porra você está fazendo!
— Todos objetando? A mãe apoiou extremamente. Não é verdade?
Lee Jaeha, com uma expressão desinteressada, desviou todos os ataques de Lee Ikhyeong para Kim Ranhee. Kim Ranhee, que vinha mexendo silenciosamente com seus hashis, fechou os olhos com força como se dissesse: — Lá vamos nós de novo —, e soltou um pequeno suspiro.
Lee Jaeho estava revirando os olhos enquanto mexia sua sopa. Lee Ikhyeong, vendo a reação de Kim Ranhee, estalou a língua.
Estalar a língua na mesa de jantar? Ver seu pai, que claramente não havia recebido uma educação familiar adequada, fez seu apetite desaparecer. Lee Jaeha manteve sua expressão indiferente.
Ultimamente, aquele olhar parecia permanentemente colado em seu rosto, a ponto de Lee Jaeho ter que perguntar.
— Ei, por que a sua expressão está assim ultimamente? Não faça essa cara. Você parece um bandido.
Ele até havia dito isso com desgosto. Ouvindo aquilo, Lee Jaeho quase esqueceu sua resolução original de não causar nenhum constrangimento na frente dele, e sua expressão quase vacilou.
Hoje marcava o décimo dia. Lee Jaeha, ainda sem saber o paradeiro de Jang Taegun, depositava suas esperanças unicamente no trabalho de fundação quase concluído para a Myeongwon Construção.
Ele não podia voltar de mãos vazias; parecia melhor ao menos trazer de volta alguns resultados e implorar por perdão.
Eu não queria que você se machucasse. Depois de dizer isso adequadamente, ele planejava se desculpar diretamente.
Mesmo se o relacionamento deles não pudesse voltar a ser como era, ele achava que era o certo se desculpar por qualquer coisa que pudesse perturbar Taegun. Se ele me perdoasse, eu ficaria incrivelmente feliz.
Então Lee Jaeha percebeu que estava bastante desesperado por perdão. Ele pensara que iria apenas em frente e faria isso mesmo se ele não me perdoasse, mas talvez não fosse o caso.
— Eu não sabia que não tinha consciência… Eu puxei a esse homem?
Jaeha olhou de relance para o pai sentado na cabeceira da mesa, depois empurrou uma colher cheia de arroz para dentro de sua boca seca e ressecada.
Até o arroz tinha um gosto insosso agora. A Sra. Jeong Mihee, que gerenciava a casa na residência da família de Jaeha, era amiga de infância de sua mãe.
Embora mais velha que sua mãe, ela era filha de um empregado que havia trabalhado na casa de seus avós maternos. Ela era como uma irmã mais velha para sua mãe, que queria cuidar dela. Então, quando sua mãe se casou, a Sra. Jeong veio junto para Seongbuk-dong. Após o funeral de sua mãe, ela permaneceu, em grande parte por causa de Jaeha, que se assemelhava muito a ela.
Ela não era alguém que trabalhava por dinheiro, então nem Lee Ikhyeong nem Kim Ranhee, e certamente não Lee Jaeho, podiam tratá-la com leviandade.
Jaeha cresceu comendo a comida da Sra. Jeong. Tendo passado quase dez dias seguidos em Seongbuk-dong, a Sra. Jeong parecia satisfeita por ter Jaeha de volta e prestava grande atenção às suas refeições.
Vendo a mesa posta quase inteiramente com acompanhamentos de que Jaeha gostava, seu coração doeu. Ele queria acrescentar algo mais, mas sua boca parecia seca e áspera, tornando difícil até mesmo terminar uma tigela de arroz.
Finalmente, culpando sua falta de apetite por ser manhã, ele se levantou para sair para o trabalho primeiro.
— Viva um pouco e volte. Eu entendo que você se rebelou porque nunca conseguiu descansar, mas você não precisava fazer isso naquele antro de desocupados. Se você realmente não quer lidar com eletrônicos novamente, pode trabalhar na distribuição por um par de anos e depois assumir a eletrônicos.
— Diretor Lee Jaeho, eu não lhe disse que há uma comemoração de promoção chegando? Mãe, o Jaeho está sendo promovido. Parabéns, Jaeho.
Lee Jaeha mais uma vez desviou a flecha de Lee Ikhyeong em direção a Kim Ranhee.
Mas desta vez, era exatamente o que ela vinha ansiando. Durante todo o café da manhã, ela suportara o rosto de Jaeha que não conseguia engolir, e suportara o rosto de seu marido que queria matar, deixando sua pele clara pálida. Agora, uma flor desabrochou em seu rosto.
Jaeha a observou assim e deu um tapinha no ombro de Lee Jaeho.
— Com a mãe tão feliz, você deve fazer a transição bem. Sinto muito, irmão. Pelo menos você deve se casar com uma bela jovem de boa família, como os nossos pais desejam.
Seu tom era sério, pois ele era meio sincero. Kim Ranhee pareceu notar isso, sua expressão mais comovida do que nunca antes.
Achando toda a cena ridícula e cansativa, ele simplesmente saiu e foi para o trabalho sozinho. Recuperar o segundo carro que ele havia dirigido antes do casamento na garagem pareceu estranhamente novo.
Lee Jaeha não havia esquecido o tempo em que ela alimentara malícia, tentando levar a mãe deles à morte. No entanto, apesar disso, ele cedia assim ocasionalmente porque Lee Jaeho não havia feito nada de realmente errado.
Os valores de Lee Jaeha ditavam que mesmo essa tolerância mesquinha era o dever do filho mais velho. Ele havia sido criado pelo avô e era um pouco conservador. E a primeira linha de defesa de Kim Ranhee era a própria natureza de Jaeha.
Usar o próprio filho como escudo até o último momento. Lee Jaeha conhecia pessoas demais assim – aquelas que queriam elevar sua progênie à posição mais alta enquanto, simultaneamente, usavam seus próprios jovens como uma barreira protetora ao se defenderem.
— Talvez se casar com o Alfa tenha sido na verdade uma bênção disfarçada.
Em algum lugar dentro dele estavam os genes básicos e mesquinhos de seu hyung. Eles não haviam se manifestado ainda, mas isso não significava que não existiam.
Se esse era o caso, teria sido melhor não ter filhos. O problema era Jang Taegun.
— …Se nós trouxéssemos uma criança de outro lugar…. Se se parecesse com ele, acho que eu poderia criá-la bem.
Como não haveria um filho entre eles, ele teria que trazer um de outro lugar. E pensando bem, se a criança se parecesse com ele, não seria tão ruim.
— Mas isso não vai acontecer.
Jang Taegun não parecia covarde o suficiente para fazer uma coisa dessas. No entanto, como ele não tinha sentimentos por Lee Jaeha, se ele gerasse um filho fora, ele se casaria novamente com a mãe biológica da criança.
Então ele seria a pessoa descartada.
— Não há o que fazer. Eu estava preparado para isso também.
Sim. Lee Jaeha havia se preparado para tudo isso. Porque estava preparado, ele cerrou a mandíbula até doer e propôs casamento a ele.
Lee Jaeha casou-se com Jang Taegun preparado para cada cenário possível que o casamento pudesse trazer. Isso incluía tudo o que uma pessoa comum pudesse experimentar, além das dificuldades que uma família infeliz deve suportar.
A traição de Jang Taegun, o descaso, o abuso verbal — a gama de coisas que ele podia suportar parecia infinita. Em vez disso, Lee Jaeha não tinha expectativas em relação a ele.
— ……
Como um hábito, ele esfregou o anel em seu anelar esquerdo com o polegar. O fato de ele ainda estar lá tranquilizou Jaeha.
Ele ligou o carro e mudou de marcha. Enfrentar as tarefas de hoje vinha primeiro. Até mesmo para se desculpar com ele, ele precisava de resultados.
Pelos últimos dez dias, Lee Jaeha havia vivido unicamente para isso.
* * *
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna