Autobahn Romance (Novel) - Capítulo 10
Autobahn Romance Vol 2 — P10
Gong Pyeonghwa inalou o aroma corporal enterrando o nariz no pescoço de Saebyeok da mesma forma. No feromônio frio como o ar da madrugada de inverno, um cheiro de dúrio (durian) estava misturado.
Acabou o que era bom.
Gong Pyeonghwa, que estava sensível com o estômago vazio, reclamou de enjoo com o feromônio de dúrio.
Saebyeok acariciou o rosto de Gong Pyeonghwa e perguntou de forma gentil, como se acalmasse.
— E a Isul?
— Ah. Certo.
Gong Pyeonghwa levou Saebyeok ao estacionamento. Vi um veículo familiar, não, que não poderia deixar de ser familiar.
Era natural que fosse assim,
— Irmão!
— Ap-pa!
Por que a Isul e a Noeul estão aqui.
— Olá…
Quem, é você? Um homem que eu não conhecia me cumprimentou.
— Como não tem carro, é muito desconfortável e você parece cansado, então pensei em fazer um passeio. E você também sente falta da Isul, né.
É verdade, mas, é verdade. É emocionante, é emocionante. Mas quem é essa pessoa.
— Aquele ali disse que é namorado da Noeul.
— O quê.
Saebyeok encarou o oponente, ignorando o embaraço. A Noeul, que tinha uma diferença de dez anos e que eu podia criticar como orangotango, não era uma irmã mais nova comum para Saebyeok.
Era uma irmã mais nova que eu queria proteger, cuidar e até criar, exagerando um pouco.
— Dizem que namoram há 100 dias.
— Há 106 dias.
O garoto corrigiu. 106 dias? 106 dias? Minha irmã mais nova, que não dói nem se colocar nos olhos, esse cara escuro?
Saebyeok não gostou, mas subiu no carro primeiro.
—
Havia algo que não podia faltar no processo de dirigir curtindo a paisagem noturna.
Isso mesmo, a parada de descanso.
Gong Pyeonghwa explicou a situação enquanto dava batata frita para Saebyeok. Durante todo o passeio, era visível que Saebyeok se importava com o namorado da Noeul, que estava sentado no banco de trás.
— …É assim que nos tornamos uma relação de cooperação onde Noeul prova meu álibi… Para tirar o carro, precisava da Noeul…
Entendi isso, mas o que esse cara escuro tem a ver com isso.
— A Noeul disse que não cooperaria se não incluísse o namorado…
— …Mesmo assim, a fisionomia do namorado é um pouco?
— Quer ouvir uma história chocante?
— Já atingi o limite de choque de hoje.
A irmã mais nova, que tem 10 anos de diferença e que carreguei nas costas, onde ela encontrou um cara parecido com um macaco-aranha e chama de namorado, eh? Namorado? Eh?
— Ele é 2 anos mais novo que a Noeul.
Homem mais novo.
— Não minta.
— É verdade. A propósito, você come muito bem hoje, né? Eles não deram comida na empresa?
Parecia que ele só estava abrindo a boca, mas de repente ele acabou com a batata frita e o tteokbokki.
— Acho que estava com fome.
— Eles não dão comida quando você trabalha até tarde? O bem-estar é lixo. Demita-se.
— É a sua empresa.
E é hora extra falsa.
Se ele considera hora extra falsa como hora extra, o corpo estava gritando para colocar mais nutrientes.
Saebyeok comprou um pacote de bolo de nozes para dividir com Gong Pyeonghwa.
— Me dê a Isul e coma confortavelmente.
— Esquece. A Isul ficou muito pesada de repente. É melhor eu carregar. Que força tem um trabalhador que só fica sentado o dia todo.
De repente fui atingido no osso. Dói um pouco.
Gong Pyeonghwa aceitou o bolo de nozes segurando a Isul de forma estável.
— Parece que é menos gostoso do que o que comi da última vez.
— É?
Como Gong Pyeonghwa disse, deve ser, mas na sensação de Saebyeok, não havia muita diferença.
— Acho que tem cheiro de grama no feijão, e é um pouco seco, e parece que tem cheiro de peixe na massa. As nozes também são muito pequenas.
É? Não sei bem. Só é gostoso.
— Ha… Se a sogra tivesse feito o bolo de nozes, teria ficado mais gostoso, né.
É que o apetite subiu.
— Comi, mas não estou feliz…
Parece que o ciclo vai chegar em breve. Saebyeok beliscou a bochecha de Gong Pyeonghwa sem machucar e perguntou de forma a acalmar.
— Hoje o Pyeonghwa parece sensível. Isul, pergunte se o papai está bem.
— Pap-pai, eu também, dá.
É uma filha muito filial. Tentando roubar o que os pais comem.
— Tem que dizer, por favor. Por favor.
— Dá!
Ha, olhem só essa fofura. Gong Pyeonghwa partiu o bolo de nozes, tirou as nozes e deu para ela comer só a massa e o feijão.
É coração de pai querer dar algo mais gostoso que isso, vai entender, né? Isul.
Como se não soubesse disso, Isul só comia de forma gostosa.
O quê? Só eu acho que não é gostoso? Gong Pyeonghwa franziu levemente a testa e perguntou a Saebyeok.
— Saebyeok, tem algo que você precisa?
— Precisa?
O que preciso é a segurança e a paz da família, e apenas o afeto do marido chamado Pyeonghwa.
— Não. Só isso basta.
Saebyeok segurou firme a mão de Gong Pyeonghwa.
Não sei de que forma ele aceitou isso, Gong Pyeonghwa ficou com lágrimas nos olhos. Achei que ele ia gostar? Acabou de ser bastante romântico? Foi a sensibilidade de Gong Pyeonghwa?
Em vez da brincadeira que eu esperava, apenas as pupilas tremiam deprimidas. Mas ele logo sacudiu a depressão e queimou com desejo.
— Apenas confie em mim.
Em quê. Parece que o foco está muito desviado. A sensação de ansiedade invadiu, mas, como era melhor estar com desejo do que deprimido, Saebyeok só pôde dizer que confiava nele.
—
Quero ficar ao lado de Saebyeok de qualquer jeito, mas o que é aquele contrato. O que é aquele pedaço de papel para nos separar.
O que posso fazer por você? O que posso fazer agora?
Gong Pyeonghwa pensou nisso o tempo todo desde ontem.
Qual é a rebelião que aquele que não tem nada pode fazer?
Gong Pyeonghwa pensou o tempo todo e lembrou-se do último método.
Se fossem meus pais, não funcionaria, mas o último método que poderia funcionar com o sogro e a sogra.
— Ah. Mesmo assim, isso é um pouco…
Não, não. É melhor encontrar mesmo que seja assim. Isso é um ganho. Odeio encontrar escondido, tão curto assim. A concentração de Saebyeok no sangue estava muito, muito baixa!
Não podemos separar assim um casal que está continuando um amor jovem e fresco.
Gong Pyeonghwa tomou uma decisão firme.
Apenas. Vamos fazer.
No momento em que Gong Pyeonghwa terminou a decisão, a sogra se aproximou e começou a falar.
— Gong Seo-bang, tem algo que você queira comer?
Embora ela fizesse de bom grado, como a família não tinha um grande gostar ou não gostar sobre a comida, às vezes ela quebrava a cabeça tentando compor o menu toda vez que preparava a refeição.
Mas, durante a última semana, ela pôde preparar o cardápio sem nenhuma preocupação.
Porque o genro sempre sugeria o que queria comer sem obstáculos.
A Sra. Lee gostava muito de Gong Pyeonghwa.
Gong Pyeonghwa frequentemente fazia charme de forma suave e ria muito. Ele sabia como se emocionar e agradecer exageradamente por pequenas coisas. O caráter era gentil e afetuoso. Além disso, comia deliciosamente e de forma abençoada tudo o que ela fazia, e assumia o trabalho incômodo sem dizer nada.
No começo, pensei que ele seria manhoso confiando apenas no rosto, mas não era nada disso.
Ele ficava colado ao lado todos os dias perguntando meticulosamente se havia dicas ao fazer a comida que Saebyeok gostava, e reclamando sem ser odioso, criava uma atmosfera de gente vivendo.
Era uma pessoa que podia fazer seu filho rir.
A Sra. Lee, que esperava que o parceiro de seu filho fosse uma mulher comum, pensou que não seria ruim se fosse Gong Pyeonghwa.
Embora parecesse uma crueldade separar as crianças assim, pensei que, graças a isso, pelo menos pude descobrir que tipo de pessoa é o companheiro do meu filho, e isso me trouxe algum alívio.
No fundo, eu queria ter arranjado uma casa onde os dois pudessem viver bem. Mas, como meu marido e a família do outro lado se opõem tão firmemente ao encontro deles, eu só queria ter a chance de preparar uma refeição deliciosa para ele.
— Hm? Tem algo que você queira comer?
— Hum…
Embora ele tenha hesitado, era óbvio que, se continuasse, ele começaria a listar pratos um atrás do outro, como se estivesse brincando de adedonha.
A Sra. Lee esperou, sentindo-se realizada, pelas próximas palavras de Gong Pyeonghwa.
— Hoje… eu realmente… não estou com nenhum apetite…
Não pode ser. Não ter apetite?
— Eu não… sinto vontade de comer nada…
Não ter vontade de comer nada! E não era qualquer pessoa, era meu genro!
— Bem, tem dias assim, né… Haha…
O riso não tinha energia. Normalmente, meu genro não é do tipo que deixa as frases pela metade.
Ele não é o tipo de pessoa que não tem apetite.
Ele é aquele que, mesmo depois de comer, devora quatro tigelas de arroz bem cheias, alguém que realmente mostra a quem cozinha o que é a satisfação de alimentar alguém.
— Ah, entendi… Entendo, será que é o cansaço da primavera?
— Acho que sim. Já é primavera, não é? Ah… que solidão…
A Sra. Lee, que nem imaginava que Gong Pyeonghwa estava preparando o terreno para uma greve de fome, sentiu apenas pena do genro.
— Normalmente eu não sinto esse cansaço da primavera. Pois é, não tenho motivos para sentir. Tenho namorado, amante, tenho um marido. Estamos amando intensamente. Não tenho motivos para estar solitário. Mas… ha… como é solitário…
Se fossem os pais de Gong Pyeonghwa, esse ataque passivo-agressivo não teria efeito algum, mas, para a Sra. Lee, foi extremamente eficaz.
“O quão difícil deve estar sendo para ele perder o apetite? A doença da paixão também é uma doença… Será que estou fazendo a coisa certa? Separando à força pessoas que estavam vivendo bem…”
A culpa fez sua consciência doer.
— Não se preocupe… Como estamos tentando obter o reconhecimento do nosso amor, posso suportar…
O rosto que sorria sem forças era de partir o coração. Parecia que eu estava fazendo algo imperdoável a alguém, e não conseguia nem olhar no rosto do meu genro.
— Entendo, é… ai, meu Deus… como fazer…
Gong Pyeonghwa, surpreso com o fato de o efeito ter sido mais rápido do que pensava, manteve a calma e controlou a expressão. Agora não é o momento certo. É a fase de construção.
— Haha, está tudo bem… Ah, é, acho que estou com muita vontade de comer tempurá de artemísia. Sogra. Com molho de shoyu e ervas, tempurá de artemísia, panqueca de cogumelos, conservas de folhas de gergelim, um bloco de tofu frito, brotos de gondre e…
A Sra. Lee sentiu ainda mais pena ao ver o genro fingindo estar alegre.
— Ah, sim, farei isso. Deve ser gostoso.
— Hehe…
Ai, meu Deus, o que eu faço? O rosto sorridente não era o de sempre. Ver o esforço dele para parecer feliz tocava fundo no meu coração.
A Sra. Lee, que não conhecia as habilidades de atuação de Gong Pyeonghwa, sentiu o coração disparar.
— Ah! Vai ser delicioso! Vamos comer logo, sogra.
Gong Pyeonghwa bajulou a sogra, encenando como se estivesse tudo bem.
“Hehe. O tempurá de artemísia vai ser gostoso.”
—
— Hum…
Pyeonghwa, espero que esteja tudo bem, né? Shin Saebyeok estava preocupado com Gong Pyeonghwa, que parecia estar tramando algo grande por conta própria.
Ainda não havia nenhuma notícia específica, mas era justamente por isso que ele estava mais preocupado.
Shin Saebyeok suspirou, olhando o tempo todo para o celular sem notícias.
Não havia como chegar uma mensagem durante a manhã. A essa hora, ele provavelmente estaria fazendo ioga.
Pensando no marido que ficaria ainda mais flexível, Shin Saebyeok passou um café na copa e o bebeu.
Ele trocou cumprimentos rápidos com alguns funcionários que chegaram mais cedo para sair no horário hoje.
Talvez por causa do café, ele sentiu vontade de comer algo doce novamente. Felizmente, na copa havia bastante coisa para beliscar.
Shin Saebyeok comeu biscoitos de gotas de chocolate e biscoitos amanteigados. Talvez porque colocassem muita manteiga cara na massa base, o aroma da manteiga era excelente. Não havia cheiro de ovo nem de farinha crua.
Após terminar de comer os biscoitos satisfeito, ele deu de cara com o Líder da Equipe Dok enquanto saía segurando o café.
— Bom dia.
— Ah, sim. Você voltou bem ontem?
— Sim, voltei bem.
Meu marido me deixou na frente de casa. E ainda trouxe minha filha junto. Só de pensar no que aconteceu ontem, minhas bochechas subiam sozinhas.
Shin Saebyeok sentiu os cantos da boca tremerem tentando segurar o riso.
— Não sei se você tem muita energia ou não.
— Como?
— Digo que você aparece no trabalho com o rosto normal mesmo depois de fazer hora extra. Hum, não, espere. Será que é porque você dormiu na empresa?
Não, quando foi que eu dormi na empresa? Durante o horário especificado no contrato de trabalho, nunca fiz nada de errado.
Nunca abri nem o mensageiro que o funcionário da mesa ao lado ou o assistente da mesa ao lado usavam. Apenas o mensageiro da empresa.
Às vezes eu tinha o impulso de entrar em contato com Pyeonghwa, mas me segurava e apenas trabalhava. Se meu sogro descobrisse, eu perderia pontos.
— Eu nunca nem cochilei durante o expediente…
— Não estou te criticando. É que vi você dormindo até depois do horário de saída ontem e achei que fosse isso. Você nem se mexeu quando te cutuquei.
Ah. Agora que ele falou, teve esse acontecimento ontem.
Enquanto eu dormia, houve alguém que sujou meu corpo com feromônios ridículos, irritando o sensível temperamento do meu Pyeonghwa. Provavelmente era o Líder da Equipe Dok, mas não se sabia com certeza.
— Com licença, líder. Alguém passou feromônio em mim enquanto eu dormia. Por acaso você viu quem foi?
— Não vi.
Não foi você? Você mesmo? Eu estava desconfiado, mas não tinha provas materiais.
— Eu não vi quem foi, mas sei quem fez.
— Quem foi?
— Eu.
Ele é um louco? Bem, não fazia sentido beijar um subordinado sem o consentimento do presidente, a menos que estivesse louco.
— Você é o estagiário Omega, Shin, não é?
Mas isso é um absurdo. Por que ele acha que eu sou um Omega? Posso ser um Alpha.
O funcionário do setor de vendas, que não tinha o conceito de espaço pessoal, reduziu a distância à vontade novamente.
O Líder da Equipe Dok fungou perto do pescoço de Shin Saebyeok.
— Ainda está com cheiro de fruta.
Bom, isso não é meu feromônio. É o vestígio do feromônio que meu homem deixou. Meu marido é um homem-fruta cítrico refrescante! Meu Alpha pode ser perfumado! O que eu posso fazer se o feromônio do meu Pyeonghwa é uma mistura de frutas tropicais e cítricos puros.
Shin Saebyeok, tão excitado quanto Gong Pyeonghwa, recitou a tabuada mentalmente para estabilizar sua mente e corpo.
— Não é meu feromônio, é do meu marido…
O Líder da Equipe Dok nem fingiu que estava ouvindo e saiu dizendo que já era hora de trabalhar.
— Huh.
Ele está me ignorando por ser novato? Por causa da personalidade dele? Não, a pessoa acabou de falar, entendeu?
Meu sangue subiu um pouco à cabeça, mas como Shin Saebyeok também era um trabalhador temporário contratado pela empresa, seu corpo seguiu diligentemente em direção ao escritório.
Shin Saebyeok, que preferia trabalhar de forma relaxada e na verdade cumpria isso, estava soterrado por e-mails atrasados, documentos e materiais que precisava estudar pessoalmente.
Equilíbrio entre vida profissional e pessoal, diziam. Isso não seria um colapso do equilíbrio de vida causado pelo trabalho?
Não parecia haver trabalho suficiente para ser chamado de sobrecarga, mas estranhamente ele estava ocupado e cansado.
[Funcionário-Kim Saetbyeol: Estamos recolhendo dinheiro para comprar um presente de aniversário para o líder, só você ainda não deu, por isso estou entrando em contato.]
Ah, preciso mesmo participar disso? Não tenho dinheiro vivo. Na verdade, o problema não é o dinheiro vivo, é que não tenho dinheiro disponível agora.
Após pensar muito, Shin Saebyeok enviou uma mensagem. Não para a funcionária Saetbyeol, mas para o Diretor Gong.
[Eu: Diretor, por acaso o senhor poderia me emprestar um pouco de dinheiro? Não é nada demais, é que estão arrecadando para o presente do líder e, como o senhor sabe, não tenho dinheiro no momento (ver mais)]
[Diretor-Gong Jeong: Pensei que fosse pedido de dinheiro e quase bloqueei kkk]
[Diretor-Gong Jeong: Ah… é um pedido de dinheiro mesmo…]
[Diretor-Gong Jeong: Te dou na hora do almoço. Mas que absurdo, arrecadar dinheiro de alguém que entrou na empresa há apenas uma semana rs. Nem recebeu o salário ainda rs. Eu sou da opinião de não interferir muito na cultura da equipe, mas… isso não está um pouco demais?]
[Diretor-Gong Jeong: Tenho medo que esse tipo de coisa vá parar na internet rs]
[Diretor-Gong Jeong: Estou de olho na Equipe de Vendas 1 rs]
[Diretor-Gong Jeong: Sobre o dinheiro, tudo bem, entendi. 100 mil won serve?]
[Diretor-Gong Jeong: Use no encontro rs]
[Diretor-Gong Jeong: Se alguém te incomodar, me fale imediatamente rs kkk]
Agradeci e respondi à Sra. Saetbyeol que entregaria pessoalmente na hora do almoço, mas dessa vez veio uma mensagem de outro funcionário.
[Funcionário-Kang Dongseok: Sobre a apresentação em inglês da nossa Equipe C na semana que vem (ver mais)]
Ah. É verdade. A apresentação. Ah. Preciso me preparar para a apresentação também. Vou ter que analisar os casos e escrever o roteiro durante todo o fim de semana.
Shin Saebyeok rangia os dentes por dentro enquanto olhava para os documentos que haviam se acumulado novamente.
“Você acha que eu não consigo?”
Ele queimava de teimosia. Shin Saebyeok decidiu terminar o trabalho de forma limpa, usar o tempo restante para se preparar para a apresentação e, depois disso, ter um encontro.
Hoje, ele havia decidido assistir a um filme com Gong Pyeonghwa. Ele daria um jeito.
Shin Saebyeok terminou bravamente suas tarefas diárias e agarrou o trabalho extra que chegou.
Ao cuidar dos e-mails e mensagens nos intervalos, a hora do almoço chegou.
— Huh.
Eu só respirei e trabalhei, por que o trabalho não acabou?
Shin Saebyeok estava organizando as tarefas que pareciam terminar logo em ordem, comendo o almoço sem muita vontade.
— Estagiário Shin.
— Sim?
— Bananas devem ser comidas descascadas, não é?
— Ah.
Comendo sem pensar, eu estava colocando a banana inteira com casca. Shin Saebyeok sorriu sem jeito e descascou a banana.
— Sua mente está totalmente fora do lugar. Que encontro incrível você teve ontem, hein? Hein? Se houver interferência no trabalho, mesmo eu, que fui pego de surpresa, não poderei mais permitir encontros.
— O senhor foi pego de surpresa?
— …Não? Eu? Ora essa. Que absurdo. Eu não sou o tipo de pessoa que é pega de surpresa. Ora essa. Ora essa.
Quem visse, diria que ele era uma pessoa que tinha sido pega em uma fraqueza social.
— Ah. Terminei. Terminei. Uh. Uh. Tenho que ir.
Gong Jeong, agindo de forma estranha, tirou algumas notas da carteira e colocou na frente de Shin Saebyeok.
— Mesmo entre familiares, transações financeiras devem ser claras. Não esqueça de pagar.
— Pagarei com juros acima da taxa básica.
— Bom pensamento.
Gong Jeong, que falou de forma descontraída, suspirou baixinho ao se virar.
Pareceu que ele murmurou “Gong Pyeonghwa, seu filho da…”, mas não deve ter sido isso, certo?
Shin Saebyeok, que voltou para a equipe, entregou os 100 mil won em um envelope de papel para Saetbyeol.
Mesmo nos dias de hoje, Gong Jeong carregava bastante dinheiro em espécie. Mesmo pagando os 100 mil, ainda sobraram outros 100 mil, e ele pensou em comprar algo para comer para Gong Pyeonghwa com o restante.
Saetbyeol verificou o valor na hora e murmurou baixinho, olhando para Shin Saebyeok com um rosto surpreso.
“Realmente o filho de Deus…”
Bem, como ele é um Shin, é verdade que ele é filho de Deus.
Saetbyeol hesitou e perguntou a Shin Saebyeok.
— Sabe…
— Sim?
— Não é nada.
Parece que ela é uma pessoa mais entediante do que parece. Shin Saebyeok pensou que não era nada e sentou-se após preparar uma xícara de café, mas havia uma mensagem.
[Funcionário-Kim Saetbyeol: Saebyeok-nim, você deu 100 mil won ㄷㄷ Até os chaebols têm o limite de 10 kkk]
[Funcionário-Kim Saetbyeol: Mas por que você escolheu o nome Shin Saebyeok?]
O que é isso?
Shin Saebyeok respondeu, achando que não era nada.
[Eu: Meus pais deram esse nome porque nasci na madrugada (saebyeok)]
Ainda faltava um pouco para a hora do almoço acabar, mas Shin Saebyeok começou a trabalhar imediatamente para o encontro no cinema hoje. Não, ele pretendia fazer isso.
— Ahn, Saebyeok-nim…
— Sim?
— Aquela, mensagem, aquela, sinto muito…
— Pelo quê?
Trabalhe logo e vá para o seu lugar. Shin Saebyeok deu um sorriso de negócios enquanto se segurava para não falar o que queria.
— Sinto muito…
— Pelo quê?
— Por ter falado pelas costas… Você deve ter ficado ofendido… Sinto muito…
Sobre o que ela estava falando? Ah. Está falando da mensagem de antes?
— Está tudo bem. Não me importo. Já passei da idade de me preocupar com isso.
Shin Saebyeok, quando era mais novo, frequentemente era provocado, de uma forma que não chegava a ser bullying, porque seu nome parecia de menina.
Não sou mais um estudante de ensino médio, já tenho vinte e oito anos, então não ligo para comentários sobre meu nome.
O homem viril Shin Saebyeok só queria que Saetbyeol voltasse logo para seu lugar.
— É que, não, é que todo mundo sabe, então eu me perguntava por que você veio com esse nome… Realmente não tive nenhuma má intenção. Sinto muito.
— O quê… O que vocês sabem?
— Saebyeok-nim, você é da linhagem direta da Taegang, certo? Provavelmente só o nosso líder da equipe na empresa não sabe…
— Não é verdade.
Eu sou da linhagem direta da Baeksan, sabia? Sou herdeiro de uma concorrente.
— Não, não é? Mas por que você fica junto com o presidente e o diretor…
Exceto o presidente Gong e Gong Jeong, os outros membros da família estavam, de certa forma?, envoltos em mistério.
As pessoas sabiam que abaixo de Gong Jeong havia um irmão seis anos mais novo e uma irmã oito anos mais nova, mas não conheciam nem a aparência nem os nomes deles.
Um paraquedista inesperado aos 28 anos. Além disso, ele vai e volta do trabalho todos os dias com a família Gong e até a pressão dos superiores para não fazê-lo trabalhar até tarde, tudo indicava que Shin Saebyeok era da família Gong.
Eu pensava que, sendo o segundo filho e usando até um pseudônimo, era uma grande encenação, mas não é verdade? Será que é um primo do lado materno? Agora que olho, penso que o rosto realmente não se parece nada.
— Penso que em breve serei da família, mas, de qualquer forma, não sou um Gong.
— Ah…
Saetbyeol coçou a bochecha sem jeito, pediu desculpas mais uma vez e voltou ao seu lugar.
O tempo de trabalho da tarde chegou após o fim do almoço e as pessoas digitavam rapidamente. Shin Saebyeok também pensou que não podia perder e derrotou o trabalho acumulado.
Shin Saebyeok, que não se deixava levar facilmente por rumores, não sabia.
Que os trabalhadores, que não querem trabalhar tanto quanto um estudante que não quer estudar, têm uma natureza sombria de se apegar a qualquer pequeno rumor.
Que, enquanto fingiam que não, os ouvidos estavam bem abertos para a conversa entre Saetbyeol e Shin Saebyeok.
E que distorções e fabricações sem fundamento são adicionadas aos rumores.
E que a velocidade de difusão é muito rápida.
Shin Saebyeok não sabia.
—
[Você ouviu a história?]
[É um paraquedista, mas dizem que não é linhagem direta]
[Então, será um filho ilegítimo?]
[Não seria do lado materno? Se eu fosse o presidente, não levaria um filho ilegítimo por aí de forma tão óbvia]
[Parece que há possibilidade de ser de um ramo colateral kkk]
[Como ele usa um anel e disse que em breve será da família, não seria o genro?]
[Genro?]
[Sim sim, o rosto também não é nada parecido]
[É verdade, o terceiro é uma filha, né]
[Suspeita lógica e divina]
[Uau, um Cinderela homem da versão moderna kkk]
[Eu me perguntava como ele conseguiu mudar de vida encontrando uma mulher boa, mas o 상대 (parceiro/a) é a princesa mais nova da Taegang rs]
[Que inveja]
[O que tem de inveja? Isso só é possível porque ele tem o rosto para isso, você não seria bloqueado logo na entrada só pelo rosto?]
[Olha quem fala]
[ㅗ]
[ㅗㅗ]
.
.
.
[De qualquer forma, é um paraquedista, né? Que inveja rs Eu queimei 4 milhões para conseguir currículo e estudei por 3 anos rs]
—
Por que tem tanto trabalho?
Já eram 4:55, não faltava muito para sair do trabalho. Como o filme começa às 9…
Ainda tenho tempo.
Nos Estados Unidos, Saebyeok e Gong Pyeonghwa frequentemente assistiam a filmes. Sentados no sofá ou em almofadas, eles comiam pipoca salgada e oleosa, pizza de pepperoni e acompanhavam com cerveja para aliviar o estresse.
Então, quando aparecia uma cena de afeto… bom, hum, bem, cof! Enfim.
Naquela época eles nem comiam tanto, mas talvez porque o estresse do trabalho tenha aumentado, hoje em dia ele sentia vontade de comer comidas oleosas e salgadas o tempo todo.
Gong Pyeonghwa também cantou a música da lula amanteigada, então deveria comprar isso também.
Pensar em Gong Pyeonghwa rindo e gostando disso me deu forças.
Seria isso o coração de um chefe de família? Shin Saebyeok ficou em um estado de concentração aterrorizante e trabalhou apenas.
E, finalmente, o tão esperado horário de saída chegou.
Shin Saebyeok, que terminou o trabalho por um triz, desligou o PC e foi a uma livraria próxima para se preparar para a apresentação da próxima semana.
Enquanto montava o esboço da apresentação, folheava levemente livros relacionados e fazia pesquisa de materiais, senti uma vibração.
Claro que era o celular, e era Gong Pyeonghwa.
Não é uma ligação, é uma mensagem. Shin Saebyeok verificou a mensagem com um coração palpitante.
♥Meu Marido♥
Acho que não vamos conseguir nos ver por um tempo.
O quê? Por quê? Por acaso descobrimos? Shin Saebyeok começou a se perguntar por onde começar a perguntar, ou se poderia entrar em contato agora.
Sem saber o que fazer, apenas olhando para o celular, logo chegou outra mensagem.
♥Meu Marido♥
Parece que a vigilância do sogro ficou um pouco mais rígida hoje rs;;
Parece que você também está passando por dificuldades, vamos nos comunicar apenas pelo celular por enquanto ㅠ
ㅠㅠSinto saudade
Felizmente, não parece ter acontecido nada grave. É uma pena, mas… bem…
Fiquei desanimado, mas bem… não tem jeito.
Eu também sinto saudade
Ainda assim, eu estava esperando. Que pena.
—
Ah, droga. De repente perdi as forças. Ah. Minha condição de hoje estava ruim?
Dizem que até macaco cai da árvore, mas que até este Gong Pyeonghwa acionasse o alarme de segurança ao pular o muro?
Gong Pyeonghwa, como se um barata tivesse se tornado humano, subiu a parede de volta com uma velocidade incrível, tirou a fita que tinha enrolado nas mãos e fingiu ler um livro com naturalidade.
— Aconteceu alguma coisa? Sogrão.
— …Não é nada. O alarme de segurança tocou de repente, então me perguntei se era algo.
— Ei, não sou a Rapunzel, então como eu sairia desta fortaleza? Sogrão, você também. Estou feliz que você parece avaliar minhas habilidades físicas como altas, mas… infelizmente, eu não chego a esse ponto… Se eu chegasse, eu teria ido te encontrar há muito tempo… Ha… sinto saudade… da minha Saebyeok…
Ao olhar nostálgico para fora da janela, o sogro, que tinha uma expressão como se tivesse visto algo que não deveria, diferente da sogra que sentia pena, refletiu no vidro.
Tsc. Ainda não funciona? Gong Pyeonghwa estalou a língua por dentro e sorriu.
— Está tudo bem. Estou sem apetite, sem energia, deprimido, às vezes sinto vontade de chorar um pouco e durmo mal de solidão… mas estou muito bem.
— Entendi.
Mesmo assim não funciona? O vínculo ainda é insuficiente? A afinidade era pouca?
Devo apenas tentar levar um tapa limpo como um homem? Não, isso só funciona com meu pai. Algum método mais sofisticado…
— Sogrão, gostaria de beber um pouco comigo?
Afinal, não seria comida?
— Você gosta de beber?
Funcionou? Gong Pyeonghwa acenou com a cabeça animado com uma boa sensação.
— Sim!
— Você bebeu com meu filho e cometeu um erro por causa da bebida?
Com uma voz cortante como gelo, pensei que tinha tropeçado no lugar errado.
— Hehe…
Gong Pyeonghwa sorriu com um rosto bondoso, sem malícia, e que parecia razoavelmente fofo.
“Estou com azar hoje? Tudo está dando errado.”
Eu não tinha calculado essa situação. Parecia que minha pontuação cairia drasticamente. No entanto, desta vez, eu não queria passar por cima de forma desonesta.
— Por que o Isul seria um erro? É amor.
Claro, tivemos relações sob consentimento e usamos contracepção. Mas se nasceu superando essa probabilidade, não é destino? Além disso, já nasceu. Eu gostaria que você não chamasse isso de erro.
— Nosso Isul é inteligente porque se parece com o Saebyeok. Embora ele não consiga falar fluentemente ainda, ele entende tudo o que alguém diz e o que alguém fala. Como ele está dormindo agora, ele não ouviu, mas gostaria que você tivesse cuidado. Embora eu possa não ser do seu agrado, acho que o certo é não dizer ao Isul que ele nasceu como um erro.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna