A Worn Out Love (Novel) - 𓇼 Capítulo 2.2 𓇼
𓇼 História Paralela 2.2 𓇼
Então ele mesmo fechou os olhos. Não só o cortou, como também gentilmente ofereceu os lábios. Muá! Ele abaixou a cabeça rapidamente e beijou seu cônjuge. Mesmo sendo o primeiro beijo em dois dias, seus lábios não erraram o alvo. Era resultado de terem ficado grudados diligentemente até o dia anterior, usando a viagem de dois dias como desculpa.
Muá, muá! Dessa vez, seu cônjuge segurou seu rosto e retribuiu o beijo. O próximo passo lógico seria empurrar a língua para dentro, mas seu cônjuge sussurrou, os lábios ainda pressionados.
— …Agora parece de verdade.
Estavam tão próximos que seus rostos não caberiam em um único olhar. Seus lábios se abriram diante da respiração lânguida que se espalhava bem na sua frente. — O que você está fazendo… — Achando a cena bem divertida, seu cônjuge sorriu e mordeu de leve seu lábio. Com o lábio ainda preso, encontrou os dois olhos que olhavam diretamente para cima, para ele. Cílios longos piscaram lentamente, absorvendo deliberadamente sua aparência. Ele teve a estranha experiência de se ver refletido nas pupilas de outra pessoa. Isso também era algo que jamais teria vivido se não fosse por seu cônjuge.
Todo lugar que os cílios de seu cônjuge roçavam parecia fazer cócegas. As cócegas começavam ao redor de suas bochechas e se espalhavam para dentro do peito, deixando o corpo todo com uma coceira. Olhando para seu cônjuge de cima, ele foi tomado pelo impulso de arranhar furiosamente o próprio coração. Se pudesse, teria rasgado o próprio peito ali mesmo, arrancado o coração, e arranhado até doer.
— Nosso Jinny teve uma boa viagem?
Uma respiração suave veio junto com a voz sussurrada. Ah, lá estava de novo. Um cheiro doce vindo de perto. Era o cheiro doce de chocolate que o tinha parado no aeroporto.
Ele originalmente não gostava de chocolate. Também não desgostava. Tudo era assim para ele. Talvez por causa da febre baixa que persistia havia quase sete anos, seus órgãos sensoriais eram surpreendentemente pouco sensíveis. Até o paladar e o olfato, que podiam evocar sensações de forma mais intuitiva, falhavam em despertar algum sentimento nele. Mas então.
— Obrigado pelo presente. Vou aproveitar… Nngh…
Será que já tinha havido um momento assim? O estímulo presente era tão intenso que as lembranças do passado pareciam distantes. Ele empurrou a língua avidamente para dentro da boca de seu cônjuge. Também deslizou a coxa entre as pernas de seu cônjuge. Podia sentir o calor corporal de uma pessoa viva. Incapaz de suportar a própria força, puxou firmemente o corpo de seu cônjuge, que estava sendo empurrado para trás, para um abraço.
Mesmo com o corpo empurrado até a metade para trás, seu cônjuge não mostrou nenhum sinal de surpresa. Pelo contrário, relaxou o corpo, ajudando-o a apoiá-lo confortavelmente.
— Yijin-ssi, seus sapatos, você não tirou os sapat—Nngh…
— Des-desculpa…
— Não tem nada com que se, desculpar… Ah…
— …Hah…
— Nngh, nngh…
Enquanto o beijo se aprofundava, as mãos deles ficavam cada vez mais urgentes na exploração um do outro. Ele apertou as nádegas apoiadas em seu antebraço e caminhou em direção ao quarto. A cada passo que dava, o som pesado do peso combinado dos dois ecoava.
— …Seowoon-ssi.
— Nngh…
— O que devemos fazer hoje?
Depois de colocar seu cônjuge na cama, a primeira coisa que fez foi pedir a opinião dele. Queria satisfazer seu cônjuge de todas as formas possíveis. Queria ser querido por seu cônjuge. Queria ficar com essa pessoa para sempre. Diante de sua pergunta sincera, seu cônjuge percorreu descaradamente o corpo dele com os olhos.
— Hoje…
— Sim.
— Tira tudo.
— Exceto a gravata.
Finalmente, o comando de seu cônjuge foi dado. Ele começou rapidamente a se despir.
Seu cônjuge puxou sugestivamente sua gravata. Para ele, que tinha sido quase completamente inexperiente sexualmente antes de conhecer seu marido, era uma lacuna que jamais conseguiria fechar. Um impulso violento e uma estranha sensação de expectativa se cruzavam, alimentando sua excitação. Hah…! Ele jogou o cinto de lado e avançou em direção a seu cônjuge. Ainda não tinha tirado a camisa, mas a camisa não era seu domínio de qualquer forma. Seu cônjuge gostava de desabotoar a camisa dele mesmo.
Seu cônjuge, agora sentado sobre suas coxas, começou habilmente a desabotoar sua camisa. Embora ele raramente usasse camisas sociais por causa da profissão, parecia bem acostumado a desabotoá-las. Era assim desde a primeira vez que seu cônjuge tinha tirado sua camisa.
Ele moveu os quadris inconscientemente, atrapalhando as mãos de seu cônjuge. Seu cônjuge, com a parte inferior do corpo pressionada contra a dele, hesitou, a mão escorregando. O fato era profundamente satisfatório, e ao mesmo tempo, o deixava queimando de impaciência. Incapaz de fazer uma coisa ou outra, apertava e soltava repetidamente a cintura de seu cônjuge. Também cravou os dentes bruscamente na nuca lisa que tinha chamado sua atenção desde a entrada.
— Ah…!
— Está doendo?
A nuca, agora marcada vividamente com os dentes dele, exalava sem falha um cheiro doce. Ele, que tinha estado enterrando o rosto no pescoço de seu cônjuge, ergueu tardiamente a cabeça ao ouvir o gemido de dor. Sua camisa já estava completamente aberta. A única coisa que ele vestia era a gravata — uma gravata de estampa chamativa que seu cônjuge tinha escolhido para ele.
Seu cônjuge, que tinha completado com sucesso sua missão apesar da interferência infantil dele, ofereceu o outro lado da pele sem marcas e disse.
— Está tudo bem… só um pouco mais gentil…
— …Hah…
— Ah! Eu disse, gen-tilmente…
— Desculpa… não consigo controlar…
Sua respiração, que mal tinha mantido um ritmo estável, instantaneamente ficou irregular. Ele arrancou as roupas de seu cônjuge. O pijama fino, ainda mantendo o calor corporal de seu cônjuge, caiu no chão, e no momento em que sua mão finalmente alcançou entre as nádegas de seu cônjuge, seu cônjuge trouxe a entrada úmida até a ponta da glande dele e deu um leve sorriso.
— Preparei, só por precaução, caso isso acontecesse…
A entrada estava encharcada com o fluido anal de seu cônjuge. O fluido anal de seu cônjuge jorrou sobre seu pênis completamente ereto. Quando levou os dedos cuidadosamente até lá, pôde sentir a parede interna, macia e derretida.
Como algo assim podia existir? Sua visão escureceu. Seu pênis, coberto pelo fluido anal de seu cônjuge, expeliu fluido pré-seminal enquanto suas veias latejavam.
— Só coloca de uma vez, agora! Ugh, espe—ah!
Investida! Seu pênis se enfiou fundo na parede interna de uma só vez. Embora tivesse relaxado a parede interna com antecedência, a penetração súbita pareceu demais, já que os quadris de seu cônjuge tremiam sem parar. Sua mão, acariciando a cintura de seu cônjuge, também tremia levemente. Podia ter sido pelo excesso de excitação, ou talvez porque ainda não conseguia acreditar naquela situação. Para ele, cada momento com seu cônjuge era assim.
— …Você é tarado…
Olhando para ele de baixo para cima, seu cônjuge riu. Com a nuca coberta de marcas de mordida, empalado por baixo por um pênis grande, ele riu, exalando um cheiro doce. Heok, heok, heok… Ele arfava como um animal, dominado por uma excitação crescente. Seu cônjuge, que estava sorrindo tranquilamente para ele de baixo, puxou lentamente a gravata dele. Enquanto seu grande corpo era obedientemente puxado para baixo, seu cônjuge depositou um beijo leve em seus lábios.
Depois disso, não houve conversa. Como se por acordo, os dois sugaram a língua um do outro. Enquanto as mucosas sensíveis se roçavam e se enroscavam, o vaivém de verdade começou.
— Por que você continua, mm, me mordendo…
A conversa recomeçou inteiramente por vontade de seu cônjuge. Aproveitando o momento em que os lábios se separaram, seu cônjuge o repreendeu num tom agradável. Ele estava enterrando o rosto no peito de seu cônjuge, empurrando os quadris freneticamente.
— Você não, haah, você não gosta…
Bem embaixo de seus lábios ofegantes, o mamilo de seu cônjuge estava eretinho. Mordido e sugado tanto, o mamilo rigidamente erguido estava cercado por um anel de marcas de mordida. Sua nuca e ombros estavam mais ou menos no mesmo estado. As marcas que tinha deixado dois dias antes ainda nem tinham desbotado, mas ele agia tão impacientemente como alguém sendo perseguido.
— Não é que eu não goste, ah! De novo…!
— Seus mamilos estão, tão duros, hooh… tão duros.
— É por sua causa, ah, aht!
— Que tesudo. Você é tão tesudo, Seowoon…
Ele repetia as mesmas palavras, movendo os quadris como um louco. Uh, uh-uh! Ah! Aah! Os gemidos de seu cônjuge se erguiam sem parar. Em meio aos gritos de prazer, o cheiro de chocolate se aprofundava. Era um cheiro muito mais doce e claro do que o chocolate fora do quarto que o tinha parado no seu caminho. Sentindo os Feromônios de seu cônjuge pela primeira vez em dois dias, ele percebeu de repente uma coisa.
Dois dias? Faz dois dias inteiros! Tinha ficado separado de seu cônjuge por dois dias completos. Havia uma razão para sua impaciência. Seu corpo simplesmente tinha percebido antes de sua mente.
Uma vez que reconheceu isso, o resto foi fácil. Sua impaciência justificada o impulsionava urgentemente para frente. Tinham ficado separados só por dois dias, mas ele gozou o suficiente para uma semana. Depois de sair do banheiro, seu cônjuge de repente tinha ficado em silêncio. Parecia que não tinha imaginado que fariam sexo no banheiro também. Ele deitou seu cônjuge educadamente na cama. Já tinha trocado o edredom e os lençóis. Depois de casado, tinha se tornado um mestre em trocar lençóis de cama.
— …Ah!
— O que foi!
Seu cônjuge, deitado exausto na cama, de repente gritou. A voz de seu cônjuge já estava rouca.
— Aquilo! O chocolate! Se eu comer agora!
— Não sei do que você está falan—
— Traz aqui!
Seu cônjuge apontou sem reservas para a porta do quarto. Diante do comando repentino, ele saiu correndo do quarto sem saber o que estava procurando. Felizmente, quando voltou para o quarto, o chocolate que tinha comprado de presente estava em suas mãos. As treze caixas de chocolate que o tinham recebido assim que ele saiu de casa tinham ajudado.
Nunca em sua vida tinha comido algo deitado na cama. Especialmente não chocolate. Mas rasgou a embalagem do chocolate na cama. O chocolate, recém-tirado da caixa térmica, ainda estava gelado e duro.
— Rápido, rápido.
— Ainda está gelado.
— Chocolate é melhor quando está gelado.
— É mesmo?
Ele ofereceu o chocolate a seu cônjuge. Apesar dos movimentos cuidadosos para evitar derramar cacau em pó na cama, não sentiu sinal de seu cônjuge pegando o chocolate. Ah, ele percebeu tardiamente seu engano.
— Aqui está.
— Ah.
Como se tivesse estado esperando, seu cônjuge aceitou prontamente o chocolate e o comeu.
— Como está?
Ele aguardou ansiosamente o veredito de seu cônjuge. O rosto de seu cônjuge imediatamente enrijeceu enquanto falava.
— Isso é de outro mundo.
— É, é tão terrível assim?
— Você experimenta, Yijin. Sério, não é brincadeira.
Dessa vez, seu cônjuge deu o chocolate na boca dele. Não só era a primeira vez que dava chocolate de presente para alguém, como também nunca tinha comido na cama antes, mas esse recorde agora estava quebrado. Completamente destruído. Ele mastigou o chocolate desajeitadamente. Tinha gosto, naturalmente, de chocolate.
— É delicioso, né!
Mas seu cônjuge, cujos Feromônios tinham cheiro de cacau, parecia estar muito satisfeito com o chocolate que ele tinha comprado. Seus olhos brilhantes e bochechas coradas falavam de seu bom humor.
— …Sim, é delicioso.
Se era assim, então ele também estava feliz. O chocolate que compartilhou com seu cônjuge na cama era o mais doce do mundo.
* * *
— 𓇼 —— 𓇼 —— 𓇼 —
Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna