Things That Deserve To Die (Novel) - ↫─Capítulo ⚝ 105
↫─Things That Deserve To Die ⚝ 105
Ja-kyung estava sem fôlego e o empurrou, e então Il-hyeon investiu contra ele novamente, fazendo seu corpo colidir com a parede do banheiro. Ele mordeu e sugou o mamilo de Ja-kyung tão forte que este teve que afastar a cabeça de Il-hyeon.
— Pare, dói. Dói.
Um olhar cheio de desejo o atravessou. Seu cabelo, geralmente arrumado, estava molhado e cobria sua testa.
— Apenas deixe-me fazer para você, em vez disso.
— Eu não quero.
— Por que não?
— Eu realmente tenho que explicar o quão horrível é sua habilidade no boquete?
Ja-kyung franziu a testa e empurrou o ombro de Kang Il-hyeon. Que revoltante! Ele tinha feito isso algumas vezes antes, quando Il-hyeon recebeu alta do hospital porque ele não parava de choramingar, e ele parecia ter gostado naquela época. Quando Ja-kyung continuou a empurrá-lo com nojo, Il-hyeon o agarrou e o cobriu de beijos enquanto mordia seus lábios. Então, Il-hyeon se afastou e soltou um suspiro curto, como se algo tivesse passado por sua mente.
Il-hyeon agarrou o braço de Ja-kyung e o arrastou para fora do chuveiro antes que ele pudesse perguntar o que havia de errado. Ele tentou retirar a mão, mas foi inútil. Kang Il-hyeon arrastou Ja-kyung do banheiro e o colocou ao lado da cama.
Então, Il-hyeon abriu uma gaveta e começou a procurar algo.
— O que… você está fazendo?
— Eu preparei um presente, mas esqueci.
Um presente surpresa enquanto estão fazendo sexo? Ja-kyung olhou para ele com curiosidade. Ele não vai tirar um anel ou algo assim, vai? Isso seria um pouco exagerado. Com esses pensamentos passando por sua mente, Ja-kyung o observou tirar uma caixa do tamanho de um punho da gaveta. Estava embrulhada em um laço grande.
— Abra.
Isso o lembrou de quando recebeu uma cabeça humana de presente antes. Misturado com dúvida e expectativa, Ja-kyung abriu a tampa da caixa e encontrou o papel de seda embrulhado lá dentro. A fisionomia de Ja-kyung escureceu conforme ele desdobrava o papel de um lado para o outro.
Não importa como olhasse, o tecido branco lindamente dobrado era uma calcinha. Ja-kyung pensou consigo mesmo: “Poderia ser?”, enquanto a levantava levemente com a ponta dos dedos. Seu lábio inferior tremeu. Suas preocupações tornaram-se realidade. Em um movimento, ele jogou a caixa e seu conteúdo à sua frente.
— Ah! Porra!
Il-hyeon pegou a calcinha de renda que caíra e sorriu orgulhosamente enquanto a esticava.
— Não são lindas?
Ja-kyung estava atônito.
— Você é louco!
— Não se lembra? Você perdeu a aposta.
Ja-kyung lembrou-se de ter feito uma aposta no estacionamento antes do acidente. Kang Il-hyeon obviamente venceu, mas ele nunca imaginou que ele se lembraria e se prepararia para isso. Ja-kyung rangeu os dentes e encarou a calcinha, mas Il-hyeon se aproximou e tentou entregá-la a ele.
— Ah, por favor. Eu prefiro fazer outra coisa.
Il-hyeon alertou com a mão segurando a calcinha.
— Não me faça dizer isso duas vezes.
A carranca de Ja-kyung se aprofundou. As sobrancelhas grossas de Kang Il-hyeon caíram enquanto Ja-kyung insistia que não as usaria nem que morresse. Il-hyeon deixou a franja cair para revelar uma expressão sutilmente melancólica, semelhante à que usou na TV durante o dia enquanto lamentava a morte de seu pai.
— Você não sentiu pena de mim?
— O quê?
— Agora eu não tenho mãe… eu nem tenho pai…
Ja-kyung ficou boquiaberto. Se ele colocasse as coisas dessa forma, então Ja-kyung nunca os teve desde o início.
— Não dê um show. O Lun hyung disse que viu você rindo secretamente no funeral do Presidente Kang.
Il-hyeon ergueu uma sobrancelha.
— Ele disse que viu?
— Sim.
— Porra, quando ele viu isso? Eu deveria matar seu irmão também. — Ele disse as palavras assustadoras como se fossem uma piada. No entanto, como Ja-kyung não atendeu ao seu pedido, Il-hyeon acabou subindo na cama e se enrolando no cobertor. Qual é o problema dele? Sério. Desde que esteve no hospital, ele tem agido como uma criança quando seu desejo não é atendido, e isso se tornou um hábito.
É algo em que ele ficou bom conforme envelheceu. Ja-kyung pensou em apenas ir embora, mas olhou para a calcinha caída no tapete. Droga, a gente vive e vive para depois ser pego pelo cachorro psicopata e fazer de tudo. Mordendo o lábio inferior, ele olhou furioso para Kang Il-hyeon, que se escondia na cama e olhava para o teto.
Ja-kyung esperava que ele não estivesse instalando uma câmera ou algo assim. Enquanto Ja-kyung examinava os arredores, Il-hyeon de repente colocou o rosto para fora do cobertor e sorriu.
— Não se preocupe, coloque.
— Merda…
Ja-kyung fechou os olhos com força. Ele vinha resistindo sem fazer uma única concessão, mas Ja-kyung cedeu primeiro e pegou a calcinha. Tudo bem, que seja. Eu vou colocar, seu pervertido. Ja-kyung desdobrou a calcinha e, quase chorando, deslizou as pernas para dentro dela.
A sensação era estranha enquanto passava pelas suas panturrilhas, subia pelas coxas e finalmente assentava em suas nádegas. Il-hyeon sentou-se na borda da cama, assistindo à cena com deleite.
— Agora deite-se.
Era melhor ir junto com isso, considerando a situação. Já que Il-hyeon tinha voltado dos mortos, Ja-kyung poderia fazer isso por ele.
Em um estado próximo a perder a razão, Ja-kyung deitou-se na cama, olhando apenas para o teto. Il-hyeon ficou na borda da cama com os braços cruzados e olhou para baixo.
— Abra as pernas.
Após lançar um olhar ameaçador a Il-hyeon, Ja-kyung abriu as pernas.
— Levante as pernas.
Droga, ele tinha muitas exigências.
— Mais. Abra mais.
Ah. Sua postura tornava-se cada vez mais embaraçosa. Ja-kyung usou as costas do braço para cobrir os olhos. Ele estava aliviado por não poder se ver. Naquele momento, Il-hyeon pegou o controle remoto que estava na mesa e apertou um botão. O teto superior se dividiu para os lados com um som de deslizamento, revelando um espelho.
Que porra é essa, por que é assim? O teto transformou-se abruptamente em um espelho. Ja-kyung surpreendeu-se e sentou-se ereto. Il-hyeon então subiu na cama e se aninhou entre as pernas de Ja-kyung. Ja-kyung deitou-se novamente e seu reflexo apareceu no teto.
— O-o que é isso?
— Um espelho. Eu o instalei há dois dias, quando vieram trabalhar no meu quarto.
Pessoas estavam indo e vindo no quarto de Kang Il-hyeon há dois dias, então era para isso?
— Então por que diabos você instalou isso?
Kang Il-hyeon sorriu maliciosamente, com uma expressão despreocupada.
— Para confirmar o quão safado você pode ser.
Il-hyeon agarrou as duas pernas dele assim que ele tentou xingar. Seus olhos brilharam perigosamente enquanto ele encarava a calcinha de renda. Ele lambeu o lábio inferior com a língua como se cobiçasse uma comida deliciosa, então ergueu o olhar para encarar Ja-kyung.
Il-hyeon lambeu a panturrilha dele com a língua enquanto travava seus olhares. Quando Ja-kyung recuou com a sensação de cócegas, Il-hyeon subiu e sugou suas coxas antes de enterrar o rosto entre suas pernas. Sua ereção latejava dentro da renda, pois ele ficou muito excitado.
Ele lambeu e provocou implacavelmente com a boca, alternando entre sugar suavemente e soltar. Ja-kyung fechou bem os olhos e mordeu o lábio inferior. A sensação da língua movendo-se através do tecido fino era intensa. Mesmo não sendo contato direto, o fato de ser perceptível tornava tudo ainda mais estimulante.
Logo depois, Il-hyeon desceu e sugou os testículos de Ja-kyung, depois moveu-se pelo períneo, mordiscando gentilmente as nádegas, e umedeceu a entrada do buraco com saliva. Ja-kyung respirava pesadamente e agarrava os lençóis. Seu reflexo explícito era exibido vividamente no espelho do teto quando ele abria os olhos cerrados.
Ah, isso era enlouquecedor.
Ele poderia fechar os olhos se não gostasse, mas Ja-kyung estava curioso e queria ver. A estimulação da visão estava além da imaginação. Kang Il-hyeon enterrou o rosto completamente e lambeu gananciosamente a parte de baixo. Ja-kyung gemeu involuntariamente. A mão de Kang Il-hyeon logo rasgou o fundo da calcinha de Ja-kyung.
Um som de rasgo foi ouvido enquanto o tecido se partia, e seus dedos escorregaram no meio. Incapaz de aceitar facilmente, já que fazia muito tempo que não faziam sexo, e continuava empurrando, Il-hyeon pegou o gel e espremeu o tubo no buraco. Ja-kyung estremeceu ao sentir o gel frio infiltrar-se.
Il-hyeon deslizou os dedos de volta, esfregando-os para relaxar a área, e estava mais macio do que antes. Ja-kyung olhou fixamente para si mesmo no espelho. A visão dele ofegando com os olhos semicerrados e a boca aberta parecia estranha. O número de dedos aumentou rapidamente para dois.
Houve um som úmido conforme o gel derretia. Il-hyeon inclinou a cabeça e olhou para o teto. Seus olhos encontraram os de Ja-kyung no espelho, e os cantos de sua boca subiram de forma flexível.
— O que acha da sensação de assistir a si mesmo?
Ele arranhou o interior com o dedo quando não houve resposta. Ja-kyung gemeu e arqueou as costas.
— Ah.
— Responda-me.
Ja-kyung baixou a cabeça e disse com uma voz sensual. — Eu não sei. — Il-hyeon torceu o pulso e cavou fundo quando ele mentiu. A cintura de Ja-kyung deu um solavanco involuntário. Sua ereção já havia crescido ousadamente dentro da renda, pingando de excitação.
Parecia que ele tinha sido drogado. Ele não se importava em estar ofegante enquanto era tocado por um homem no espelho. Il-hyeon trouxe um travesseiro e o colocou sob a cintura de Ja-kyung enquanto seus dedos deslizavam para fora.
Seus quadris e costas arquearam-se para cima, e então Il-hyeon agarrou seu pau e o empurrou para dentro do buraco. Ja-kyung prendeu a respiração e apenas encarou o espelho. Ele conseguia ver claramente o pau de Il-hyeon entrando em seu rabo. A dor o atravessou enquanto seu buraco apertado era forçado a abrir.
Enquanto Ja-kyung franzia a testa, Il-hyeon acariciava a parte interna de suas coxas e dava estocadas. — Está tudo bem. Relaxe. — Após inserir sem deixar espaços, Kang Il-hyeon começou a mover a cintura lentamente para frente e para trás. Ja-kyung sentiu uma mistura de dor e a sensação de clímax, então baixou a mão e a inseriu dentro da renda, mas foi imediatamente parado.
Il-hyeon moveu a cintura pausadamente enquanto pressionava os pulsos de Ja-kyung contra a cama. Ja-kyung virou a cabeça para o lado, pois não conseguia olhar mais. Como se antecipasse isso, Il-hyeon agarrou seu queixo e o forçou a olhar no espelho. Il-hyeon lambeu as pálpebras de Ja-kyung com a língua quando ele fechou os olhos.
No fim, Ja-kyung teve que abrir os olhos e encarar seu reflexo no espelho.
— O que acha da visão?
Ele perguntou novamente, e Ja-kyung engoliu seus gemidos e respondeu.
— Parece que estou assistindo a um filme pornô, uh, esse tipo de sensação.
Il-hyeon riu baixinho. Kang Il-hyeon inclinou-se e abraçou Ja-kyung. Ele lambeu impiedosamente os lábios, as bochechas e o queixo de Ja-kyung. O movimento de sua cintura tornou-se mais rápido e violento com o passar do tempo. Suas costas no espelho lembravam as de uma fera. As pernas abertas de Ja-kyung tremiam para os lados a cada estocada forçada, e sua visão embaçou.
— Ah não!
Ja-kyung o abraçou apertado e entrelaçou as pernas em sua cintura. Seus corpos nus emaranhados tremiam em plena vista no espelho. Correntes elétricas percorreram o corpo de Ja-kyung, e uma bomba-relógio tiquetaqueava em sua cabeça, prestes a explodir.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna