The Hound Behind The Mask (Novel) - ↫─Capítulo 05.2
↫─Capítulo 05.2
As calças de Jang Taegun estavam molhadas da parte superior da coxa. E apenas em uma das coxas. Acho que pensei brevemente sobre o que seria aquilo. Isso porque não havia motivo para suas calças estarem molhadas daquele jeito.
No entanto, ele não deu espaço para pensar mais profundamente. Porque a mão dele, com a aliança de casamento no dedo anelar esquerdo, estava puxando o cinto de Lee Jaeha como se fosse rasgá-lo.
— …O anel, ele não tirou…
Pensando bem, Jang Taegun nunca tinha tirado sua aliança de casamento. Quando ele olhou para o anel de platina que se destacava especialmente sob a luz branca da entrada, Lee Jaeha já estava com a frente da camisa totalmente aberta, o velcro do cinto desfeito e o zíper da parte inferior descido.
Ele pôde recuperar um pouco da consciência, embora com atraso.
— Aqui, por um momento…
— Você vai me matar de desejo mesmo?
Como se tivesse lido a recusa de Jaeha, Jang Taegun praguejou e o puxou para dentro. Como Jaeha, com as pernas bambas, não conseguia acompanhar, ele curvou a parte superior do corpo, colocou o ombro no abdômen de Jaeha e o levantou exatamente como se estivesse carregando um saco de arroz.
— Espe, ra, me solta…
Ele queria dizer para soltá-lo, mas, com um som de estalo, sua bunda foi atingida com uma força imensa. Mesmo estando atordoado, ele sentiu como se seus olhos tivessem faiscado.
…Onde foi que ele me bateu agora?
Ele não podia acreditar, sua respiração parou. Jang Taegun estalou a língua e disse com uma voz baixa.
— Fique quieto.
Mesmo sendo a casa de Hannam-dong, onde ele não ia há anos, não teve tempo de olhar em volta. Jang Taegun entrou habitualmente no banheiro do primeiro andar carregando Lee Jaeha.
Ele colocou Jaeha no chão para que pudesse sentar na borda da banheira e puxou as calças e a roupa de baixo como se fossem um gancho. Ele quase caiu para trás, mas, mesmo com a cabeça atordoada, seus reflexos estavam vivos e ele conseguiu segurar na borda da banheira. Jang Taegun também estava apoiando suas costas.
— Consegue ver?
Como ele havia tirado as calças e a roupa de baixo de uma vez, a parte de baixo, que estava bem exposta, estava surpreendentemente molhada. Como um líquido transparente e viscoso estava espalhado por toda a roupa de baixo, quando ele desceu as peças, elas grudaram e desceram até os joelhos.
Ele sentiu uma sensação de frio. Jaeha corou.
— O que é isso…
— É o seu líquido.
Jang Taegun disse isso enquanto lambia o lábio inferior com a língua. O olhar que percorria a parte de baixo de Jaeha era persistente, como se quisesse lamber outra coisa.
Ele queria dizer para ele parar de olhar, mas o órgão sexual que recebeu o olhar se mexeu primeiro. Quando Taegun riu, o calor subiu automaticamente ao rosto. Ele sentia o períneo inchado e grosso. Aquela região continuava pesada.
Jang Taegun levantou Jaeha e o empurrou para dentro do box de banho. Ele nem conseguiu tirar as meias e a camisa. Jang Taegun, que entrou logo atrás e colocou a mão em seu próprio velcro, tirou as roupas na frente dele, olhando para Jaeha como se estivesse lambendo-o.
Quando ele abaixou as calças, entendeu por que a área da coxa estava molhada apenas de um lado. Isso porque, ao abaixar a roupa, o que saltou estava rigidamente ereto, mostrando a ponta úmida.
A ponta do pau grosso, que subia até o umbigo, estava tão encharcada de fluido pré-ejaculatório que gotas transparentes, que ainda não haviam escorrido, formavam-se na abertura da uretra.
Jaeha tapou a respiração com a mão sem perceber. Assim que ele tirou todo o tecido que o cobria, um feromônio imenso começou a atacar seu olfato, como se estivesse pousando em sua pele.
Não, não podia fluir apenas dali. Parecia que Jang Taegun havia liberado os feromônios de alfa.
— Hah, ah…
Os feromônios de alfa e ômega não apenas atacam o olfato do outro. As moléculas de feromônio tinham o efeito de induzir a excitação ao pousar na pele do outro.
Quanto mais dominante, mais forte era o efeito de estimular o desejo sexual. Jang Taegun era um alfa dominante inegável. Lee Jaeha percebeu naturalmente que Taegun nunca tinha liberado completamente seus feromônios até agora.
E as membranas mucosas de Lee Jaeha, atingidas diretamente por esses feromônios, começaram a inchar. A primeira parte a ficar rígida foram os mamilos. A aréola inchou a ponto de saltar e a área do peito começou a coçar terrivelmente.
Jaeha cobriu o peito sem perceber. Além de não querer ser descoberto com a forma ereta, a sensibilidade estava concentrada naquela parte, então suas mãos subiram reflexivamente.
A coceira que ele sentiu no caminho para Seul não era desse nível. Ele queria se coçar, independentemente de Jang Taegun estar na frente dele ou não. No entanto, a razão de Lee Jaeha era uma excelente comporta e, como era sólida o suficiente para suportar o fluxo de água crescente, ele conseguiu resistir por pouco tempo a esse comportamento.
No entanto, seu órgão sexual era outra história. Estava ereto, colado ao abdômen, tremendo e chorando lágrimas transparentes continuamente. Chegava a brilhar, parecendo algo coberto com xarope de açúcar.
Jang Taegun, que ficou completamente nu ao jogar a camisa fora, riu. Ele entrou no box de banho assim mesmo. Jaeha recuou sem perceber.
Taegun ficou ao lado da moldura da porta do box, que era aberta no topo, e levantou os dois braços para segurar a moldura do teto da porta. Embora estivesse segurando a moldura do teto com os dois braços como se estivesse fazendo barra, por causa de sua altura, seus braços eram tão longos que seus cotovelos ficavam levemente dobrados.
Ele estava olhando para Jaeha e rindo naquele estado. Como se estivesse observando uma presa já capturada. Também parecia um rosto de satisfação.
Lee Jaeha estava ofegante, apoiado na parede. Uma camisa e um par de meias eram tudo o que ele vestia.
Cobrindo os mamilos saltados com os braços, Lee Jaeha sentiu de repente uma vergonha inevitável. Isso porque o olhar de Taegun observava seu peito e virilha de forma muito persistente.
— Parece que dá vontade de chupar.
Depois de dizer isso de forma vulgar, ele se aproximou e levantou um dos tornozelos de Jaeha. Como estava com as costas apoiadas na parede, felizmente ele conseguiu não perder o equilíbrio. Enquanto acariciava a coxa de Jaeha, ele tirou as meias e inclinou a cabeça.
— Você depilou as pernas também? Por que é tão liso? Quero esfregar meu pau aí.
Jaeha tentou ignorar deliberadamente a última parte e respondeu. Por causa dos feromônios de Taegun espalhados no ar, era difícil respirar.
— …Não sei. Há algum tempo os pelos corporais começaram a ficar finos… Além disso, os feromônios, um pouco, ah…
O gemido saiu sozinho. O fato de o órgão sexual estar se mexendo era comum, mas a parte de trás estava tremendo e derramando fluido lubrificante continuamente. Jaeha pensou que queria se esconder em qualquer lugar.
Seu corpo estava estranho. Era como se ele tivesse se tornado um ômega. Não podia ser a reação de um alfa à excitação sexual. Por que isso está acontecendo? No banheiro, o cheiro de rosas silvestres e o cheiro de jasmim transbordavam como se tivessem sido trazidos por uma onda.
Jang Taegun, com uma atitude gentil, baixou o tornozelo de Jaeha e, ajoelhando-se entre suas pernas, colocou o outro tornozelo sobre a coxa , que estava ajoelhada.
— Sr. Taegun, faça isso.
Ele sussurrou enquanto tirava a outra meia.
Pensando bem, ele sempre pedia para ser chamado pelo nome. Com medo de que seu coração transbordasse inesperadamente, Jaeha deliberadamente o chamava pelo cargo.
…Não seria melhor agora deixar ele fazer como quisesse? O cérebro aquecido pela excitação vibrava. Ele queria fazer como ele queria. Qualquer coisa que ele quisesse. Tudo o que ele desejava também. Esse era o amor de Lee Jaeha.
— …Sr. Taegun.
Jaeha hesitou algumas vezes antes de chamá-lo com uma voz baixa. A voz produzida pelas cordas vocais, perturbada pela excitação, estava uma bagunça.
No entanto, Taegun, que estava ajoelhado, parecia satisfeito com isso e, com a testa enterrada na coxa de Jaeha, riu como se um suspiro tivesse explodido. Então, ele gemeu.
— Ah, porra. Gozei.
— O quê? O que…
Lee Jaeha pensou primeiro que ele estava falando dele. O órgão sexual que estava inchado a ponto de explodir desde antes devia ter causado o problema. Mesmo assim, era estranho, pois não havia sinais de ejaculação.
Jaeha, que baixou seus olhos vagos enquanto pensava assim, não pôde deixar de abrir levemente a boca. Isso porque Taegun, ainda ajoelhado, estava se masturbando, esfregando o seu pau que estava ereto, com as veias saltadas e vermelho-escuro, com a mão.
— Merda…
Taegun estava chegando ao clímax enquanto esfregava a testa e o nariz na coxa de Jaeha. Parecia que ele tinha derramado sêmen como se tivesse tido uma incontinência no momento em que Jaeha o chamou pelo nome. Pensando que seria melhor dar uma liberada, ele estava sacudindo seu órgão sexual enquanto enterrava o rosto na coxa de Jaeha.
A quantidade de sêmen era muito grande, e o fluido branco ainda estava saltando da abertura da uretra. Jaeha engoliu em seco, a ponto de seu pomo de adão vibrar sem perceber. Taegun soltava suspiros ofegantes enquanto esfregava a bochecha e o nariz na carne macia da coxa.
Impulsivamente, ele baixou a mão e acariciou sua cabeça. Jang Taegun gemia como um cachorro grande choramingando e continuava a sacudir seu órgão sexual. O fluido branco espirrou por todo o chão de azulejos. O resto respingou, e o esperma de Taegun manchou o lado interno do tornozelo, o peito do pé e a canela de Jaeha.
Toda vez que ele soltava o fôlego, um vento que causava coceira tocava sua parte íntima. Jaeha estremeceu, tremendo a parte interna da coxa. Taegun colocou a língua para fora e lambeu a coxa macia de Jaeha como se estivesse provando o sabor.
Ele também esfregou a cabeça na mão que acariciava seu cabelo. Quando a mão caiu, ele moveu a cabeça mais uma vez para que pudesse acariciar sua bochecha. Taegun olhou para Jaeha naquele estado. Era a imagem de um animal grande sendo carinhoso com seu dono.
Taegun perguntou, olhando para Jaeha com os olhos avermelhados. Era uma voz insanamente erótica.
— Quer que eu chupe seu pau?
Jaeha não conseguiu responder. Mas, como se a resposta não fosse importante, Taegun agarrou o órgão sexual de Jaeha na mão.
O baixo ventre de Jaeha, surpreso, estremeceu. Até seus músculos abdominais tremiam.
— …Ah, hup-!
Taegun colocou a língua para fora e molhou a glande. O órgão sexual de Jaeha, que estava vermelho de tanto tempo ereto, foi lentamente sugado para dentro da boca de Taegun, começando pela ponta.
A língua de Taegun era áspera, condizente com a sua habilidade. A língua, que envolvia lentamente a glande, fazia cócegas na uretra e na glande na parte de trás, onde as veias protuberantes e o frênulo estavam, e então ele sugou o órgão sexual para dentro da boca, cobrindo-o completamente com os lábios, sem deixar espaço.
— Ah-! Espe, ra, hup, hick-!
Jaeha não pôde deixar de jogar a cabeça para trás e agarrar a nuca de Taegun com as duas mãos. O cabelo atrás de sua cabeça estava preso entre seus dez dedos.
Toda vez que ele afastava a cabeça e depois a puxava para dentro da boca de uma vez, seus dedos dos pés se curvavam. Era a primeira vez que sentia esse tipo de sensação.
Os feromônios de alfa e ômega estão mais presentes nas mucosas. Estão muito presentes nas axilas e tornozelos, e, no caso de um ômega, na aréola e nos mamilos, mas a quantidade é sempre maior nas membranas mucosas.
A mucosa de Taegun envolvia o órgão sexual de Jaeha. Embora fosse Jaeha quem estava sendo enfiado na boca, ele sentia como se estivesse sendo devorado. Quando a língua viscosa, cheia de seus feromônios, roçava e sugava seu órgão sexual, o que já estava excitado se mexia sozinho.
Toda vez que isso acontecia, Taegun dava um tapinha na parte interna da coxa de Jaeha com a palma da mão, como se estivesse repreendendo uma criança mal-educada. Até aquela dorzinha se tornava prazer.
A parte áspera da língua roçava continuamente a uretra, que estava extremamente sensível.
Parecia que Jang Taegun queria dar várias alegrias ao órgão sexual de Jaeha; ele segurou a base, chupou a glande, e então a empurrou contra a mucosa interna da bochecha, fazendo com que a glande tocasse completamente a mucosa lisa. Para que a pele do órgão sexual roçasse em seus dentes molares duros.
— Hup, espere, ah-!
Graças a isso, ele não pôde evitar gemer. Era uma sensação de enlouquecer. Sem poder fugir, ele tinha que deixar que sugassem seu órgão sexual enquanto era segurado pelas duas coxas a ponto de deixar marcas de mãos. Como sua cintura se curvava sozinha, ele não teve escolha a não ser apoiar-se nas costas de Jang Taegun.
Ouviu-se um som de sucção, como um animal mamando no peito da mãe. Jaeha estremeceu. Ele queria negar que um som tão cheio de umidade estivesse saindo de entre suas pernas.
Nesse meio tempo, Jang Taegun não parou de chupar o órgão sexual de Jaeha. Parecia que o órgão sexual tinha sido sugado quase até perto da garganta de Jang Taegun.
— Chega, espe, ra, hup, ah-!
Os dedos dos pés se esticaram e se curvaram novamente. Nas costas de Jang Taegun, que ele tocou com as mãos, havia uma cicatriz que atravessava diagonalmente da escápula direita até a costela esquerda. Ele não teve escolha a não ser arranhá-la com suas unhas curtas.
— Ah-! Hick-!
No final, Jang Taegun se afastou depois de Lee Jaeha ejacular na sua boca. Lee Jaeha levantou a cintura, que estava muito curvada, e bateu a nuca na parede de azulejos. Ele passou as mãos pelo rosto e sentiu uma sensação de muita coceira.
— O que está fazendo…
— Estou limpando você.
Jang Taegun estava lambendo o órgão sexual de Jaeha, que havia acabado de ejacular, e cavando a uretra com a língua.
— Ah, ut-!
Por causa da mucosa que grudava no órgão sexual, que ficou sensível depois de ejacular, era doloroso. Os músculos abdominais de Jaeha se contorciam sozinhos. Espasmos musculares ocorriam esporadicamente aqui e ali.
Como dava coceira, ele não teve escolha a não ser empurrar o rosto dele com a palma da mão. Ele riu e deu um beijo rápido no órgão sexual de Jaeha, levantou-se e abriu o chuveiro. Mesmo assim, ele não soltou a mão que segurava o órgão sexual de Jaeha e o sacudiu mais algumas vezes.
O pênis, cuja ereção não havia diminuído, estava sendo segurado na mão de Jang Taegun, vermelho e aquecido. O órgão sexual, que acabara de ejacular, estava extremamente sensível, proporcionando a Jaeha, junto com o prazer, uma sensação indescritível.
Jang Taegun, que puxou Jaeha, que estava curvado e gemendo com o pênis sendo segurado, para debaixo do chuveiro, deu vários beijos em seu rosto debaixo do fluxo de água.
— Lembra do sonho em que você aparecia todo pelado e tirava todo o meu sêmen?
Como vou lembrar dos sonhos do Sr. Jang Taegun? Jaeha sentiu-se injustiçado, mas uma sensação de exaustão veio a ponto de ele não conseguir falar. Ele ficou curioso sobre que tipo de sonho era, mas uma sensação de crise surgiu, como se algo ruim acontecesse se ele perguntasse.
Taegun deu outro beijo brincalhão nos lábios de Jaeha, que ainda estava tremendo de espasmos.
Seu órgão sexual quente atingiu a área do umbigo de Jaeha. Devido à diferença de altura, o dele e o de Jaeha colidiram apenas pela metade. Taegun dobrou levemente os joelhos e moveu a cintura como se estivesse batendo de baixo para cima, fazendo com que os órgãos sexuais se friccionassem.
— Hup, ah-.
Jaeha fechou os olhos e gemeu. Sentia que ia enlouquecer. Quando a água caiu, Jang Taegun jogou sua franja molhada para trás da testa e fez o mesmo com a de Jaeha.
As gotas de água que caíam, presas em seus cílios, podiam ser vistas tão de perto. Jaeha sentiu um sentimento de angústia sem perceber.
— Não sei por que meu corpo está assim…
Jang Taegun envolveu as bochechas de Jaeha com as mãos. Ele não evitou o beijo. O cheiro forte de rosas silvestres fluiu.
Jaeha continuou falando com os lábios colados. Sua voz tremia ao expressar um desejo desesperado. Por causa da falta de fôlego, a voz de Jaeha soava áspera.
— …Sr. Taegun, eu quero você. Queria que o Sr. Taegun fosse meu.
Embora fossem palavras ditas em um estado em que Lee Jaeha havia perdido a razão por tanto conter-se, aproximava-se da resposta correta.
Jang Taegun olhava para Jaeha sem dizer nada. Por estar de costas para a luz do banheiro, era difícil ler completamente sua expressão. No entanto, ele podia ver claramente o brilho em seus olhos.
No que você está pensando? Jaeha queria perguntar. Ele teria feito isso se ele não tivesse voltado a beijá-lo.
— Ut-.
Um suspiro escapou pelas frestas entre os lábios colados. O pedaço de carne que aproveitou a brecha e entrou era quente. O fluxo de água que escorria pelas costas de Jang Taegun fazia cócegas lentamente em Jaeha. Como faltava fôlego, ele jogou a cabeça para trás, e ele o perseguiu exatamente naquela medida, remexendo completamente a mucosa interna.
O antebraço grosso envolveu a cintura de Jaeha e o puxou. Hup, um som ofegante saiu mais uma vez.
Taegun não se importou e enredou a língua de Jaeha. Ele também endureceu a ponta da língua e arranhou o céu da boca. Ele começou a esfregar a parte inferior do corpo, abraçando o corpo de Jaeha que tremia de surpresa.
Como os órgãos sexuais molhados pela água estavam tentando afirmar sua rigidez, eles não conseguiam se enredar e apenas escorregavam. Como se ele sentisse que Jaeha estava fugindo, ele empurrou a cintura como se estivesse desesperado. Por causa da sensação macia do órgão sexual tocando entre suas pernas, a parte interna de suas coxas tremia.
Enquanto ele enfiava sua língua grossa na boca várias vezes, sem deixar Jaeha respirar, como se estivesse inserindo um órgão sexual, Taegun separou suavemente os lábios e deu vários beijos.
— Esse aqui é um bobo que não sabe de nada.
— O que…
— Eu sou seu, então vou dar para quem, para o vizinho?
Jang Taegun disse isso como se estivesse mimando uma criança pequena que não guarda os brinquedos depois de brincar. Jaeha começou a rir. Os lábios de Taegun pousaram sobre o canto de seus olhos que se dobravam.
— Então não fale sobre divórcio.
— …
Jaeha observou silenciosamente seus lábios, que se moviam mais algumas vezes. Como se quisesse que ele dissesse algo a mais. Havia palavras que ele queria ouvir mais.
Por que ele não deveria falar sobre divórcio, como você pode ser meu. Ele queria perguntar em detalhes. No entanto, Jang Taegun apenas olhava para Jaeha com olhos brilhantes.
Os feromônios de Jang Taegun ondulavam dentro do box do chuveiro como ondas. Como se estivesse feliz. Ele ficou curioso para saber se aquele era realmente o sentimento dele. Mas não conseguiu perguntar.
No entanto, Lee Jaeha poderia perguntar logo em seguida. Para completar sua convicção, restava apenas uma pista muito pequena. Ele só precisava esperar lentamente até aquele momento.
Yooshin tornou-se um nome sem substância, e seu avô, que tratava Jang Taegun como um cachorro, foi enterrado no subsolo poucas horas antes. Ele nunca mais poderá sair.
Portanto, o tempo estava a favor de Lee Jaeha. Ele era alguém que nunca havia falhado em tarefas que exigiam esse tipo de paciência.
Jaeha envolveu os braços e abraçou as costas de Taegun. Ele tateou com os dedos a cicatriz que atravessava diagonalmente o grande dorsal firme dele. Doeu? Quando ele ganhou essa cicatriz, ele estava sozinho? Não importa. Agora, ele mesmo pode protegê-lo.
Lee Jaeha não tinha a intenção de dar Jang Taegun para o vizinho e, então, a partir de hoje, até abrir a porta do caixão, Jang Taegun certamente seria de Lee Jaeha. Proteger o que é seu é o instinto de um alfa.
Felizmente, para que ele pudesse exercer esse instinto sem arrependimentos, parecia que Jang Taegun não precisava do divórcio de Lee Jaeha. Ele queria retribuir à pessoa que o deixou ficar mais tempo ao seu lado.
Vou te dar tudo o que você pedir. Vou deixar você fazer tudo o que quiser.
Essas foram coisas que ele pensou desde o momento em que percebeu que o amava.
Taegun sussurrou com os lábios colados ao lóbulo da orelha de Jaeha, como se pudesse ler seus pensamentos. Ele já estava choramingando, dizendo o que queria fazer.
— Vamos morar juntos primeiro.
— …Sim. Existe mais alguma coisa que você quer fazer?
Ao som dessas palavras, o riso de Taegun tocou seus ouvidos. Era um som como se estivesse acalmando o riso que escapou sem querer. Uma vibração baixa foi transmitida através da mão pousada nas costas dele. Assim que sentiu os elementos daquele riso, Jaeha também não pôde deixar de curvar os lábios.
— Você vai fazer tudo o que eu pedir, Hyung Jaeha?
Era um tom de voz que parecia fingir ser o mais jovem, como ele fez um dia. Mesmo que não houvesse carinho na voz e o tom fosse indiferente. Jaeha não conseguiu apagar o riso.
Taegun, que estava com os lábios enterrados em sua orelha, levantou a cabeça e olhou para Jaeha como se para confirmar sua expressão. Parecia que ele queria ouvir com que expressão ele responderia a ele.
Para corresponder às expectativas de quem ele amava, Jaeha sorriu e acenou com a cabeça.
— Sim.
— …
— Vou fazer tudo.
Lentamente. Muito lentamente, um sorriso desabrochou no rosto de Taegun. Há alguns anos, vi a notícia de que a semente de uma flor de lótus muito antiga, preservada por séculos, havia florescido.
Foi transmitido o momento em que o botão da flor se abriu lentamente e as pétalas de lótus brancas se abriram. Foi a mesma emoção que senti quando vi aquilo.
O riso foi curto e Jang Taegun rapidamente controlou sua expressão, mas Jaeha conseguiu capturar aquele breve momento e gravá-lo em seu coração. Mesmo assim, ele teve que piscar os olhos, pois não conseguia acreditar no que tinha visto.
Jang Taegun, que removeu o sorriso como se não tivesse sorrido tão alegremente, perguntou com um tom indiferente.
— Então, posso colocar minha língua no seu buraco, Hyung?
— …Isso não pode.
Jaeha fez uma cara de choque sem perceber. Era absurdo continuar chamando-o de Hyung também.
Diante daquela expressão de Jaeha, diferentemente do sorriso que ele tinha acabado de dar, Taegun curvou levemente um canto dos lábios. Era o sorriso de sempre. Um sorriso como se estivesse debochando, como se não houvesse nada de interessante no mundo.
No entanto, Lee Jaeha já tinha visto o verdadeiro sorriso de Jang Taegun. Ele até notou o sentimento sincero que ele escondeu rapidamente.
Jaeha de repente pensou se Jang Taegun também não estaria usando algum tipo de máscara. Como ele.
Nesse meio tempo, depois de puxar Jaeha e colocá-lo sob a água corrente, ele tirou o sabonete líquido. Sua habilidade em apertar na rede de espuma era hábil. Enquanto ele levantava um dos braços de Jaeha e esfregava suavemente do ombro para baixo, Taegun murmurou com indiferença.
— O que é que dá? Eu estava esperando tanto.
— …Espera, …está fazendo cócegas.
Jang Taegun não ouviu as reclamações de Jaeha. Quando a rede de espuma deslizou sob seu braço e penetrou na axila, Jaeha teve que morder os lábios. Ele tocou a parte que se conectava ao músculo peitoral e roçou o mamilo.
A sensação da espuma escorrendo era misteriosa. Ela escorreu e penetrou sob a parte íntima. Só então percebeu que seu corpo nunca tinha se acalmado, nem por uma vez.
Como se um vento tivesse soprado mais uma vez sobre um carvão onde o fogo nunca tinha se apagado, o calor queimou em todo o corpo.
A rede de espuma roçou entre as pernas. Taegun espremeu a espuma sobre o órgão sexual. Coisas escorregadias escorriam pela superfície da coluna, que estava vermelha. Jaeha jogou a cabeça para trás.
— Seu corpo vai ficar um pouco estranho. Vou ficar ao seu lado, então não se preocupe.
Mesmo com um tom indiferente, soou gentil. Embora apenas seus sentimentos tivessem sido transmitidos claramente através daquele calor, demorou um tempo para entender o que isso significava.
Com o corpo tremendo, Jaeha moveu os lábios. Não saíram palavras. Por causa dos feromônios de Jang Taegun que penetraram em sua pele, todo o seu corpo coçava a ponto de doer.
O antebraço dele entrou entre suas pernas e esfregou a parte de baixo sem hesitação. A rede de espuma roçou o entremeio e o períneo. Jaeha tentou impedi-lo segurando seu pulso com os olhos esbranquiçados, mas ele não conseguiu se mover apenas segurando.
Jang Taegun, olhando para Jaeha que estava coberto de espuma de sabão, lavou seu próprio corpo com movimentos rápidos. Sem desviar nem uma vez o olhar que encarava Jaeha.
O órgão sexual se mexeu sozinho. Taegun jogou a rede de espuma para qualquer lugar, puxou Jaeha e ficou debaixo da água corrente novamente.
Graças a estar coberto de espuma, os órgãos sexuais dos dois se esfregavam muito mais suavemente do que antes. Através dos peitos colados, ele podia sentir seu mamilo, que estava ereto, roçar no músculo peitoral de Taegun. Taegun lavou o corpo de Jaeha. O calor fervia em todos os lugares onde suas mãos passavam, a ponto de ele pensar que queria que ele parasse.
— Chega… Chega…
— Sim. Vou lavar seu cabelo daqui a pouco. Estou morrendo de desejo.
Jang Taegun, depois de fechar o registro do chuveiro, saiu do box e trouxe uma toalha grande. Depois de secar o cabelo e o corpo de Jaeha com ela, ele o deixou usar assim mesmo nos ombros, depois o puxou para fora do box como se o estivesse abraçando. Sem nem mesmo secar a água do próprio corpo.
Os dois continuaram a se beijar enquanto saíam do banheiro. Taegun puxou Jaeha, tentando ir para o quarto que Jaeha costumava usar antes de viverem separados. Jaeha balançou a cabeça.
— …Para o quarto do Sr. Taegun.
— …
Ele era ganancioso. Na última noite que passou no quarto de Taegun, houve um tempo em que se arrependeu de não ter guardado aquele lugar profundamente na memória antes de sair. Ele queria entrar lá de novo.
Como se tivesse descoberto aquele sentimento, Jang Taegun apenas olhou fixamente para Jaeha sem responder. Foi no momento em que ele ia perguntar por que ele estava olhando daquele jeito. Taegun acenou com a cabeça e puxou Jaeha para o seu próprio quarto.
Seu corpo nu, ainda com gotas de água penduradas, era deslumbrante. Jaeha, que estava enrolado com uma toalha, agora começava a entender o que as costas esguias, que não tinham sequer uma gota de água seca, estavam pensando.
Taegun abriu a porta do seu quarto. De lá vinha o cheiro de pétalas de rosas silvestres bem secas ao sol. Era um cheiro um pouco mais forte do que a memória. Taegun, que deixou Jaeha entrar primeiro, fechou a porta. Assim que ouviu o som da porta se fechando atrás das costas, Jaeha virou-se sem perceber.
Ele se aproximou e tirou a toalha de Jaeha. Era a sensação dos feromônios de Jang Taegun, que estavam misturados no quarto, grudando em Jaeha como se estivessem caindo sobre ele. Como se fosse de um alfa que encontrou seu ômega. Jaeha estava confuso.
— Eu, eu… não sei por que estou assim. É uma sensação diferente do Rut.
— …Eu sei.
Jang Taegun apenas disse isso e procurou pelos lábios de Jaeha novamente. Os corpos nus dos dois se colaram. Taegun caminhou assim mesmo. Por causa do fato de ele ter avançado enquanto estava abraçado, Jaeha não teve escolha a não ser recuar.
No momento em que ele pensou que algo como uma cama tinha tocado atrás de seus joelhos, eles cederam e ele caiu para trás. Reflexivamente ele se apoiou atrás para evitar bater a cabeça, mas ele estava meio deitado no colchão macio.
Jang Taegun estava em pé na frente de Jaeha, separando suas pernas com os joelhos. O pau, cuja ereção não tinha diminuído, estava com uma aparência mais ameaçadora do que o normal. Acima dos pêlos densos que subiam até o umbigo, o pau, onde as veias saltavam, parecia extremamente grosso desde sua origem.
A área da conta, que saltava na ponta da glânde, estava vermelho-escura. Ele estava observando aquilo sem perceber, e o órgão sexual de Taegun tremeu muito. Na ponta, havia um líquido transparente.
Sem tirar os olhos de Jaeha, ele o limpou várias vezes com a mão. O olhar de Taegun percorreu o peito de Jaeha, o meio das pernas e os músculos abdominais que ainda eram robustos, mesmo com a diminuição da massa muscular. Estalando a língua como se fosse um desperdício desviar o olhar, ele passou pela cama e se aproximou do console colado na parede.
As costas, onde uma longa cicatriz estava localizada, curvaram-se lentamente, e com a mão estendida, ele abriu a gaveta do console e tirou algo. Quando ele se curvou pela metade, ele colocou força nos glúteos para sustentar a parte superior do corpo. Um poço foi cavado em uma das nádegas. Os músculos que seguiam até a coxa pareciam ágeis e firmes como os de uma besta.
Ele se virou com uma pequena caixa e algo que parecia uma seringa descartável na mão, caminhou de volta para perto da cama e leu o que estava escrito na embalagem do que ele estava segurando.
Taegun, que colocou uma pequena caixa na cama onde Jaeha estava deitado, tirou de lá um algodão com álcool e limpou a parte externa da coxa de Jaeha.
— …O que é isso?
— Inibidor de cio para alfa.
— Para alfa…?
Ele não entendeu o que aquilo significava, então não teve escolha a não ser perguntar de novo. A combinação da frase “inibidor de cio para alfa” não fazia sentido.
Alfas não têm o que é chamado de cio. Era a mesma coisa que dizer que ômegas não têm o período de Rut.
No entanto, Taegun não resolveu a dúvida de Jaeha e, depois de ler atentamente o que estava escrito na embalagem, tirou a casca e sacudiu levemente a seringa descartável em forma de caneta.
Na seringa em forma de caneta, havia um líquido desconhecido no meio. Jaeha franziu a testa. Cio. Ele não era um ômega.
Taegun sacudiu a caneta mais uma vez suavemente e encaixou a agulha na caneta.
— Kim Ran-hee comprou em massa uma droga que transforma o fenótipo de alfa para ômega de um dos comparsas de Jang Han-yong através de uma conta em nome de terceiros.
— …
— Já faz alguns anos disso.
…Isso significava que todas aquelas drogas foram usadas em Lee Jaeha. Enquanto Jaeha estava julgando algo com as informações que ouviu, Taegun, que encaixou a ponta da seringa na caneta, enfiou a agulha em sua coxa.
Como ele deu a injeção sem aviso, o músculo da coxa estremeceu. Taegun acariciou suavemente aquela pele nua.
— Tenha cuidado. Se o músculo se assustar, a agulha não sai.
— Hup…
A mão acabou subindo. Roçando o ílio, ele acariciou o abdômen inferior, que era macio por não ter pelos. O órgão sexual ereto de Jaeha roçou no antebraço de Taegun. O calor fervia de uma forma que não podia ser comparada a pouco tempo atrás.
O quarto estava cheio do cheiro de jasmim e cheiro de freixo molhado. Jaeha achou que ia sufocar, mesmo sendo seus próprios feromônios.
Taegun, mantendo-se de joelhos entre as pernas de Jaeha, jogou a cabeça para trás. Toda vez que ele soltava o fôlego assim, era possível ver seu pescoço, onde as veias estavam saltadas, se expandir.
O mesmo valia para a enorme caixa torácica. Para respirar, o grande peitoral e o serrátil anterior se contraíam, inflando muito a caixa torácica. Jaeha sentia como se algo muito selvagem estivesse soltando o fôlego em cima dele. Logo depois, ele percebeu que o que Jang Taegun estava inalando eram seus feromônios. Todo o seu corpo ficou vermelho.
— Não faça, isso…!
— …O quê.
Taegun, que estava com os olhos inchados e os brancos dos olhos injetados, olhou para Jaeha. Seu pomo de adão vibrava.
De repente, ele teve vontade de morder o pescoço de Taegun. Ou ele queria lamber sua parte íntima ou implorar para que ele esfregasse o pau na parte interna do pulso.
De repente, lembrei-me de algo que tinha ouvido há muito tempo e esquecido imediatamente.
— Você vive uma vida tão entediante. Diretor, você nunca teve sexo com um alfa, não é?
— …
— O sexo com um alfa é mais animal. É uma luta para decidir quem terá a supremacia entre aquele macho e eu mesmo.
Era uma frase que entrou por um ouvido e saiu pelo outro, pois lutar consigo mesmo era a coisa mais difícil e ele não tinha nenhum interesse em sexo.
De repente, aquelas palavras daquela época atingiram seu cérebro. Jaeha fechou os olhos com força. Todos os órgãos sensoriais estavam gritando de uma forma assustadora.
Para atacar aquele alfa que poderia separar suas pernas e entrar. O feromônio se espalhou ainda mais espesso pelo quarto.
Era o cheiro de jasmim molhado pela onda e flores vermelhas, não, freixo plantado na beira-mar e rosas silvestres.
—
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna