The Hound Behind The Mask (Novel) - ↫─Capítulo 11
↫─Capítulo 11
— Ah…
Jaeha piscou os olhos involuntariamente.
Seus olhos não conseguiam focar direito. Um parecia prestes a se voltar para trás, então ele rapidamente fechou ambos com força.
Um som molhado ecoou. Era o som da umidade sendo empurrada para dentro da umidade. A água continuava a espirrar no ponto de contato.
Incapaz de suportar, seus dedos se curvaram. Ele esfregou a testa contra o encosto do sofá. Mesmo assim, não conseguia escapar da sensação. Ele teve que levar um tapa na bunda por apertar com força demais.
— Parece que você estava morrendo de fome. Você é bom, comendo qualquer coisa, mas se a sua boca de baixo estiver vazia, você deve rastejar para casa rapidamente. Por que você está se matando de fome? Você está machucando aquele que está tentando satisfazer você.
— Ah, hum…! Ah…!
Seu alfa riu baixinho para Jaeha, que não conseguia sequer responder, apenas gemendo.
— Todo mundo lá fora vai nos ouvir. Se vamos fazer isso, é melhor abrirmos a porta e fodermos de vez. Deixe que todos ouçam que eu sou o cônjuge do meu hyung.
Hyung? Aquele pronome parecia totalmente fora de lugar naquela situação, onde as coxas grossas e o abdômen inferior duro como rocha dele estavam batendo contra suas nádegas.
Jaeha franziu a testa como se estivesse desmoronando. Suportar a sensação física já era difícil o suficiente, mas com palavras vulgares sendo expelidas a cada estocada, seu pau contraiu-se involuntariamente, apesar de seus esforços para resistir.
Sendo um alfa, o pau de Lee Jaeha não era pequeno também. Seu tamanho acima da média estava totalmente ereto, esfregando-se com força contra o sofá de couro de búfalo na sala.
…Este era o quarto que Lee Jaeho usaria mais tarde. O que ele deveria fazer em relação a isso? Ele definitivamente teria que comprar um sofá novo.
Mas o cônjuge de Lee Jaeha, como se sentisse seus pensamentos, não o deixou escapar.
— No que você está pensando tão intensamente enquanto chupa meu pau? Apenas engula como você sempre faz. Eu te pedi para fazer algo mais?
— Hã-! Cala, a boca, ah…!
— Ah, certo. Eu vim para servir, mas estava devorando você gananciosamente de novo. Minhas desculpas. Acho que minha má criação aparece até na minha mastigação.
Enfiando profundamente e torcendo os quadris, as contas incrustadas logo abaixo da glande rasparam descontroladamente contra a área elevada na parede interna.
Havia inchado fartamente, tornando-se mais sensível à medida que o prazer se intensificava, projetando-se proeminentemente. Ele estocava por trás como um cachorro no cio, moendo deliberadamente o peito contra ele até que chacoalhasse e estalasse. Lee Jaeha estava arfando, incapaz de recuperar o fôlego.
Estendendo o braço para a frente, ele deslizou os dedos sobre o mamilo que estivera silenciosamente escondido sob a camisa social, arranhando-o. Jaeha, que não sabia que sua zona erógena também estava ali, estava tremendo violentamente.
A outra mão já estava segurando o pênis de Jaeha.
— Por que tem tanta água?
Não era nem um tom de provocação, mas de admiração, tornando tudo ainda mais constrangedor. Sem conseguir responder, ele tentou puxar a mão para baixo para remover a palma colada ao seu pênis.
Ser estocado por trás já era suficiente para deixá-lo louco, mas agora a frente estava sendo estimulada também, fazendo seus olhos revirarem. Nada disso existia no sexo que Jaeha conhecia.
Ele sempre tivera relacionamentos mornos. Após carícias satisfatórias para o Ômega, penetração moderada e, como demorava a chegar ao clímax, ele dosava o ritmo para evitar esgotar a resistência deles, garantindo que pudesse terminar rapidamente.
Mas seu relacionamento com Jang Taegun era completamente diferente. Era pegajoso e molhado, todo tipo de fluido jorrando de seu pênis, acompanhado por dores musculares surgindo em pontos sensíveis e uma sensação escorregadia.
Lee Jaeha não conhecia esse tipo de relacionamento. Poderia um encontro tão implacável e desgastante ser chamado de sexo?
O membro de Jang Taegun, apesar de ser o ponto vital de um alfa, não parecia nem um pouco frágil; parecia uma arma em si.
Mesmo excluindo a conta incrustada na glande, sua espessura e formato eram ferozes. No entanto, a pele que cobria la glande e o corpo do pênis era incrivelmente macia.
Vendo aquilo, por alguma razão inexplicável, minha retaguarda ficou molhada. Eu nem sou um Ômega. Achei aquilo estranho, mas o pensamento não durou muito.
Porque a glande espessa que se enterrava nele logo começou a se esfregar de forma desajeitada contra o ponto saliente dentro dele.
— Ah, ugh, não…. Taegun, h-!
— Uau, você só chama meu nome em momentos como este? Só quando você precisa do meu pau para te servir? Tudo bem, foda-se. Apenas chupe com seu corpo.
Jang Taegun resmungou como se estivesse se sentindo injustiçado. Não era o seu tom indiferente de costume; estava genuinamente ofendido, e Lee Jaeha achou aquilo incômodo.
Ele queria perguntar o que era tão injusto, o que o estava incomodando, mas abrir a boca só produzia gemidos sufocados.
O medo de que as pessoas no escritório da secretaria lá fora pudessem ouvir sua voz há muito havia evaporado.
Se ele estivesse assustado com isso em primeiro lugar, não estaria deitado de bruços no sofá apenas sem as calças, como um bastardo louco, recebendo o pau de seu cônjuge por trás.
Quando ele disse que me serviria, eu tinha ficado meio ereto sem perceber. Eu não costumava ser tão impulsionado sexualmente, então não sabia por que ouvir aquelas palavras me excitara.
Talvez eu tivesse imaginado Jang Taegun movendo a cabeça entre as minhas pernas. Apenas aquela única palavra, “servir”. Eu era um alfa que não conseguia se conter.
Desejando a pessoa que eu amava, e da maneira mais imunda possível.
Qualquer que fosse a minha ganância, Jang Taegun estava agora satisfazendo Lee Jaeha além disso. Meus mamilos coçavam onde se esfregavam contra a minha camisa.
Por que aquele ponto coçava? Por que agi como alguém desesperado, incapaz de engolir o pau dele de volta, toda vez que ele estocava em minhas paredes, exatamente como Taegun disse?
Jaeha sentia-se estranho consigo mesmo.
— Sr. Lee.
Jang Taegun puxou facilmente Lee Jaeha para fora do pântano de sensualidade, onde ele havia sido perfurado por seus próprios pensamentos.
— Ah… — enquanto ele gemia, Taegun soltou o aperto em seus quadris e acariciou seu pau. Foi um toque incrivelmente terno. A maneira como ele o manuseava, como se tocasse em algo frágil, era constrangedora.
Alguns Ômegas chupavam o pau de Lee Jaeha, outros o acariciavam. Mas isso era porque eles antecipavam o prazer que dariam a ele.
No entanto, Jang Taegun, de forma incomum, estava acariciando o pau de Lee Jaeha como se fosse precioso. Ele circulou a glande com o polegar, mesmo com as mãos calejadas de manusear ferramentas.
— Que porra é essa? Você gozou?
E Jaeha gozou sem sequer perceber. Ver a mão segurando seu pau — aquela que usava a aliança no anelar — o fez gozar involuntariamente.
— Uma aliança de casamento…
— Uma aliança? O que há de tão estranho em um homem casado usar uma?
Era o mesmo design da de Jaeha. Aquela que ele não havia tirado uma única vez nos últimos dez dias. A própria aliança para a qual ele havia pego emprestado o limpador de óculos do funcionário mais jovem, mesquinho demais para pagar por uma limpeza profissional para remover as manchas encrustadas.
Uma aliança do mesmo design também estava no dedo de Jang Taegun. Ele também havia usado aquela aliança pelos últimos dez dias.
Apenas aquilo foi o suficiente. Jaeha, dominado pelo êxtase, apertou o aperto por trás. Um suave “Ha…” escapou de seus lábios. Jang Tae-gun abaixou a cabeça, esfregando a testa contra a área próxima à omoplata de Jaeha em sua camisa social.
Ele soltou uma risadinha.
— Mas eu ainda não terminei.
— Ah…
Em um torpor, Jaeha pensou: “O que eu faço agora?”. Ele se sentiu culpado por ter terminado. Era constrangedor ter gozado sozinho, deixando o resíduo branco no sofá de couro de búfalo preto.
Jang Taegun riu baixinho, erguendo rapidamente os quadris de Jaeha e virando-o. Então ele próprio se sentou no sofá e colocou Jaeha em seu colo.
É claro.
— Hã-! Ah, espera-!
Ainda unidos, veja bem.
Ele sussurrou no ouvido de Jaeha mais uma vez.
— Agora é a sua vez de servir, Gerente. Você consegue mover os quadris, certo?
Jaeha fechou os olhos com força. Antes que o prazer surgisse e abalasse o próprio escritório em que trabalhara por anos.
Uma sensação que ele nunca poderia ter imaginado ao entrar no corpo de outra pessoa o dominou.
A sensação de penetração foi mais poderosa do que ele previra. O membro espesso e pesado cavou fundo em um lugar escondido e desconhecido até para ele, agitando-o e estocando lá dentro, fazendo com que um gemido escapasse dele involuntariamente.
Foi do mesmo jeito mesmo quando ele estava por cima de seu colo.
— Mova-se.
O rosto de Jang Taegun, encontrando o meu, estava corado de excitação sexual. A maneira como seus olhos, olhando para mim, estavam tingidos de vermelho era loucamente bela. Apenas ver o rosto dele daquele jeito fez minha uretra se contrair.
Sua uretra pulsante contraiu-se e espirrou uma gota. Borrifou na camisa de Taegun. Jaeha ficou mortificado.
— Droga… na sua roupa…
— É. Se alguém perguntar o que é, eu vou dizer que é o gozo de Lee Jaeha.
— Não, não faça isso, ah-! Hã…
Ele deveria ter dito que não, mas as palavras não saíam. Como se estivesse incitando-o a se mover, Taegun empurrou os quadris para cima a partir de baixo.
Aquela conta raspou ferozmente contra o interior novamente. Mesmo parado, a glande pressionava-se perfeitamente contra o ponto inchado como um grão lá dentro, coçando de forma insuportável. Quando o pênis de Taegun varria deliberadamente contra a parede interna, parecia que ele ia enlouquecer.
Jaeha tentou suportar a sensação, agarrando os ombros de Taegun como se fosse rasgá-los, e então soltou o aperto de surpresa. O aperto do alfa deixou vincos no paletó do terno de Taegun.
Ele riu baixinho.
— Da última vez que fizemos isso, ardeu toda vez que me lavei por um tempo.
— Ah, uh… isso, o que…
— Você arranhou minhas costas até sangrar, Jaeha. Não se lembra?
Os olhos de Jaeha se arregalaram em choque. Ele não havia percebido que tinha deixado marcas em suas costas. Assustado, ele chegou a erguer os quadris no meio do assento.
Taegun agarrou seus quadris e o forçou de volta para baixo. Ele sentiu algo pegajoso pingar de seus corpos unidos. Jaeha estava tremendo violentamente, com a cabeça jogada para trás. Ele nem sequer havia gozado ainda, mas já havia terminado levemente.
A grande língua do êxtase lambeu para cima, envolvendo todo o corpo de Jaeha.
— Ha, foda-se —
Ele murmurou um palavrão baixo. Lambendo o lábio inferior com a língua, ele abraçou Jaeha. Uma dor no peito o apertou, tornando difícil respirar.
Jaeha inconscientemente rebolou os quadris em um movimento circular. Cada vez que o pau espesso e pulsante do alfa raspava contra suas paredes internas, seu interior se contraía involuntariamente.
A sensação de algo espesso e macio entrando e se movendo dentro dos órgãos da membrana mucosa — partes de seu corpo que existiam, mas que ele nunca havia reconhecido conscientemente — pareceu a Jaeha como o processo de desmantelar sua alma e remontá-la.
Parecia que algo pelo qual ele havia se agarrado todo esse tempo estava desmoronando em um monte, apenas para renascer completamente.
Era um pouco assustador, mas não totalmente aterrorizante. A sensação intensa provocada por esse sentimento desconhecido. Desde a última vez, parecia estranho que sua retaguarda ficasse completamente encharcada sempre que estava com ele.
Mas não era apenas o interior de Jaeha que estava molhado. O pênis de Taegun continuava a contrair-se dentro dele.
Não era ejaculação, mais como o líquido pré-ejaculatório sendo liberado, mas as sensações de seu interior ficando ligeiramente quente e depois esfriando não eram totalmente sentidas, bloqueadas pela camisinha.
— Isso está me enlouquecendo. Da próxima vez, podemos fazer sem? Quero gozar dentro de você.
Por alguma razão, ele até pareceu estar agindo de forma fofa no final. Jaeha, enlouquecido por aquele tom, empurrou os quadris.
Ele queria dar a ele tudo o que desejasse. Ele assentiu com a cabeça. Jang Taegun olhou nos olhos aquecidos de Jaeha e riu baixinho.
— Você é um homem perigoso. O que faz você pensar que acenar com a cabeça significa alguma coisa? Você está agindo como se fosse fazer qualquer coisa que eu pedir.
— Hã, uh, mas mesmo assim… Ah-!
Ele queria dizer que estava tudo bem. Se ao menos Jang Taegun não tivesse cerrado a mandíbula e empurrado para cima, estocando nele como uma vibração.
Jaeha não aguentou mais. Ele enterrou a testa no ombro de Jang Taegun e soluçou.
Seus olhos ardiam como se estivessem cheios de lágrimas. A respiração de Jang Taegun varreu suas orelhas. Era o som do tufão mais poderoso que Jaeha já conhecera em sua vida.
— Eu sabia que você me pediria algo.
Ele murmurou baixinho. Parecia uma risada, mas de alguma forma também uma raiva. Lee Jaeha percebeu um pouco tarde demais que aquilo era a luxúria de Jang Taegun.
* * *
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna