Love Me More (Novel) - • Capítulo 51
*• Capítulo 51
— Eu te disse para sempre manter as pernas abertas.
— …Você soou como um velho agora.
— Um velho?
Ele riu e deslizou a mão para dentro da calça de Kwon Siyul. Enquanto a mão grande se movia dentro do tecido, as orelhas e os olhos de Kwon Siyul rapidamente ficaram vermelhos. Seus dedos dos pés, que haviam estado pairando sobre o carpete, se curvaram para dentro.
— Não é “hyung”?
— Agora… Ugh.
Woo Hyunse sussurrou em seu ouvido, apertando contra si a parte inferior do corpo inchada de Kwon Siyul. Ele segurou o eixo e o escroto com uma mão. Puxou o prepúcio para cima, depois para baixo, e esfregou o centro da cabeça vermelha com o polegar num movimento rápido.
Sua habilidade era tão requintada que bastaram alguns toques para a carne endurecer completamente. Sua outra mão penetrou dentro da camisa, subindo em direção ao peito do outro, finalmente alcançando um mamilo. Ele pressionou com força, então puxou, esticando o peito de Kwon Siyul para a frente.
O som da carne balançando soou muito obsceno até para seus próprios ouvidos. Ele sondou o interior da orelha com a língua molhada e torceu e apertou o mamilo avermelhado com os dedos. A mão que apertava abaixo o excitava sem piedade. Ele nunca sentira um impulso tão forte de ejacular tão rápido, mas desde que conheceu Woo Hyunse, ele vinha quebrando recordes toda vez que faziam isso.
— Ah, espera… Ugh, devagar… Hiss.
— Como foi seu dia hoje?
Sempre em momentos assim, sua parte inferior estava madura, pronta para explodir. Os quadris de Kwon Siyul se sacudiram. Suas nádegas se contraíram, e sem sequer perceber, sua cintura seguia a mão de Woo Hyunse.
— Só trabalho, e… Ugh. Hyena, ela está com gripe… Piano, outra pessoa está… Ah.
Quando sua resposta não foi satisfatória, Woo Hyunse mordeu seu pescoço com dor. Marcas irregulares de dentes foram deixadas para trás. Como se desse remédio depois de infligir dor, ele lambeu lentamente para cima com a língua. Apesar da dor ardente, sua parte inferior não murchou, nem um pouco. Em vez disso, parecia aceitar a dor como prazer, ficando ainda mais excitado.
— E?
O ritmo de suas carícias diminuiu. Ele havia pedido para ir devagar, mas agora que seu toque estava preguiçoso, ele se sentia frustrado e impaciente. Kwon Siyul gemeu, esfregando a testa no braço de Woo Hyunse. Ele tentou esfregar a parte inferior contra a mão que havia parado de se mover, mas o aperto havia afrouxado, deixando-o se impulsionando no ar vazio.
Havia tantas maneiras de enlouquecer alguém. Kwon Siyul fez beicinho e olhou para trás, para Woo Hyunse, ressentido. Se você começa um fogo, deveria apagá-lo, não deveria? Como ele podia encher seu pênis com sêmen e depois abandoná-lo no final, deixando sua mão ficar mole assim?
— Por quê?
Woo Hyunse usava uma expressão inocente no rosto, como se não soubesse exatamente o que ele estava sentindo. Só de olhar para seu rosto, você não pensaria que ele era o tipo de pessoa que sentaria um garoto em seu colo e o provocaria sem piedade com as mãos, boca e língua, e depois pararia.
Kwon Siyul era o que estava desesperado. Ele se preocupou e gemeu, então pressionou os lábios abruptamente para a frente. A bochecha de Woo Hyunse se virou. Depois disso, seus lábios desceram sobre os dele, dando um beijinho.
— Depressa… Hyung.
Na palavra “hyung”, a mão que havia deslizado para sua coxa voltou para dentro de suas roupas. Ela envolveu sua carne como uma videira, puxando e sacudindo vigorosamente. A cabeça de Kwon Siyul caiu para trás. Uma língua escorregadia deslizou para dentro de seus lábios, que ele havia aberto para poder expirar. Sons molhados e estalantes irromperam de cima e de baixo. Woo Hyunse engoliu os gemidos de Kwon Siyul como se fossem ar.
— Heu, ha-eup…!
Kwon Siyul torceu a cintura. Ele apertou o pulso de Woo Hyunse com força, seu lábio inferior mordido tremendo. O sêmen escorreu do pênis que já havia espetado para fora sobre a cintura. Bloqueado pela palma de Woo Hyunse, não pôde subir mais e manchou sua calça.
Como alguém que acabara de correr uma maratona, Kwon Siyul ofegou. Seu corpo se sentia lânguido, e seus olhos se fecharam sozinhos. De repente, ele percebeu um cheiro além do aroma de flor de castanheiro do seu próprio sêmen. Algo mais profundo, algo mais rico…
Huh, pensou, abrindo os olhos, mas o cheiro havia desaparecido como se nunca tivesse existido. Kwon Siyul olhou para trás, para Woo Hyunse, perseguindo o cheiro que se desvanecia. Woo Hyunse, que vinha pressionando beijos na orelha e no cabelo de Kwon Siyul, levantou a cabeça.
— Você não sentiu um cheiro estranho agora? Como uma fragrância…
— Sério? Eu não senti nada.
Só ele sentiu? Ele havia se dissipado tão rapidamente que ele nem conseguia dizer com o que se parecia. Kwon Siyul ficou intrigado, mas então um dedo pegajoso de sêmen deslizou para baixo em seu escroto e parte inferior. Ele estava sentado na coxa do outro homem, que estava inchada há algum tempo, mas ele estava tão focado em seu próprio prazer que havia se esquecido disso.
— Continue falando.
A ponta do dedo tocou sua entrada. Parecia molhado e fazia cócegas. Como um pássaro enterrando a cabeça na asa, Kwon Siyul torceu a cabeça. Ele tentou fechar as pernas, mas se conteve, com medo de ser atingido novamente.
Woo Hyunse tinha maneiras particularmente ruins na cama. Se algo não lhe agradava, ele batia num local carnudo, fosse na bunda ou na parte interna da coxa, com um tapa alto. Toda vez, era doloroso, bom, assustador, mas emocionante ao mesmo tempo.
— E… Ugh.
Como ele deveria falar quando estava inserindo os dedos daquele jeito? Eles entravam, depois escorregavam para fora, molhando suas paredes internas, e quando voltavam, mexiam em lugares familiares. Toda vez que ele abria a boca, um gemido saía primeiro, e Kwon Siyul só conseguia gemer, apoiando a testa no braço de Woo Hyunse.
Como se quisesse atormentá-lo até que ele falasse, dois dedos foram fundo e brincaram com ele. Quando seus dedos separavam sua carne interna, quando esfregavam o local que enviava correntes elétricas através de sua cabeça com um mero toque, ele não conseguia se lembrar de nada que havia feito naquele dia, e apenas se sentia desfalecer. Então seus pensamentos se voltaram para Woo Taeju. Woo Taeju, que acabara de jogar uma pequena bomba em seu dia de outra forma repetitivo.
Deveria contar que havia recebido uma confissão? Ele se perguntou como Woo Hyunse reagiria a algo assim. Ficaria com raiva ou ignoraria como se não fosse nada?
— Gostaria de compartilhar que o novato que entrou desta vez—
Justo quando estava prestes a dizer o nome de Woo Taeju, as palavras de Kwon Siyul foram interrompidas por um toque de celular. Era o telefone de Woo Hyunse. Tocou alto dentro do casaco, mas Woo Hyunse não parou seus movimentos.
— Você não deveria, ugh, atender o telefone…
— Depois.
Ele não conseguiu nem terminar a palavra “confissão”. O telefone tocou por um longo tempo. Parou e tocou novamente. Devia ser algo muito urgente. Kwon Siyul olhou para o casaco, mas seu queixo foi segurado e sua cabeça virada. Um beijo rude seguiu como se para puni-lo. Sua língua foi sugada com tanta força que seus dentes doeram, e mesmo depois que seus lábios se separaram, a ponta da língua ficou para fora.
Mas quando o telefone tocou pela quarta vez após uma breve pausa, Woo Hyunse praguejou baixinho e soltou Kwon Siyul. Ele o colocou suavemente no sofá, tirou o telefone do casaco, verificou o nome e atendeu a chamada. Sua voz estava grossa de aborrecimento enquanto respondia: “O quê?” Sua testa estava franzida desde o momento em que havia colocado Kwon Siyul no chão.
— Você está louco?
Ele podia ouvir murmúrios do outro lado da linha, mas não conseguia distinguir o que estavam dizendo. Parecia que a atmosfera sensual havia se dissipado, então Kwon Siyul ajeitou suas roupas desalinhadas. Puxou os shorts que haviam estado expondo suas nádegas carnudas até as coxas e baixou a bainha da camisa que estivera pendurada precariamente sobre seus mamilos. Ele limpou rapidamente suas orelhas molhadas e o sêmen de sua calça com um lenço de papel.
Enquanto ele se arrumava, a chamada parecia estar chegando ao fim. Woo Hyunse, que havia misturado xingamentos em sua conversa como se ele e a pessoa do outro lado fossem muito próximos, disse: “Ok, entendi”, e desligou.
— Já volto.
— É trabalho?
— Não. Um cara que conheço está choramingando para que eu compre bebida para ele. Diz que vai invadir minha casa se eu não for.
De todos os momentos. Seria mentira dizer que ele não estava decepcionado. Mas ele não achava que deveria segurar a manga dele e impedi-lo de sair, então colocou um rosto sorridente.
— Então vá e volte. Não beba demais. Você vai chamar um motorista, certo?
Na palavra “motorista”, a testa franzida de Woo Hyunse relaxou um pouco. Os lábios que antes mostravam seu desconforto também se afrouxaram e se curvaram para cima.
— Quer vir comigo?
Como se ainda estivesse preocupado em deixar Kwon Siyul sozinho em casa, Woo Hyunse fez essa oferta. Kwon Siyul balançou a cabeça. Fosse porque ele havia ejaculado, ou porque a febre que desaparecera brevemente estava voltando, seu corpo se sentia pesado. Se bebesse álcool naquela condição, inevitavelmente ficaria doente, então era muito melhor para ele ficar em casa.
— Não. Vou descansar em casa.
— Vou terminar o mais rápido possível.
Woo Hyunse beijou a bochecha de Kwon Siyul e pegou o casaco novamente. Como se realmente não quisesse ir, ele continuava olhando para trás, para Kwon Siyul, mesmo enquanto calçava os sapatos na entrada. Vendo Kwon Siyul acenar, ele suspirou sem jeito e roubou outro beijo dos lábios de Kwon Siyul.
— Vá dormir.
Isso significava que ele poderia voltar tarde. Kwon Siyul escondeu sua decepção e forçou um sorriso. Soltou o casaco que havia estado segurando secretamente e viu Woo Hyunse sair.
A porta se fechou, e Kwon Siyul voltou para o sofá e se jogou nele. Parecia que o cheiro de Woo Hyunse estava impregnado no sofá. Ele puxou um travesseiro para perto e enterrou o rosto nele, cheirando profundamente. Ele queria sentir a presença de Woo Hyunse novamente, nem que fosse assim.
— …Huh.
Kwon Siyul fez uma pausa e levantou a cabeça. O cheiro que não pertencia a Woo Hyunse, aquele que só ele havia sentido momentos atrás, roçou seu nariz mais uma vez. Ele puxou o travesseiro para mais perto novamente e o cheirou de novo, mas o cheiro havia desaparecido como uma miragem.
— O que é isso?
Qualquer um pensaria que ele estava passando por sua diferenciação. Se Kwon Yuwon soubesse, ele pegaria sua orelha e o arrastaria para o hospital imediatamente.
Kwon Siyul desistiu de tentar encontrar o cheiro e se virou. Ele ia esperar na sala de estar até Woo Hyunse voltar. Deitou-se numa posição confortável e colocou o pulso na testa, mas a pele que o tocava estava quente.
Bem, depois de brincar daquele jeito, não havia como ele não estar febril. Era tudo culpa de Woo Hyunse. Kwon Siyul sorriu fracamente com esse pensamento.
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Continua *ੈ🍸✩‧₊˚
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna