Hit Me Hard!! (Novel) - ↫─☫ Capítulo 60
↫─Capítulo 60
Mas hoje, Cha Gyuwon estava muito, muito, terrivelmente, extremamente cansado, e na mesma proporção, ele sentia uma falta extrema, terrível e gigantesca de Ko Woonha.
Cha Gyuwon mordeu o mamilo de Ko Woonha e mastigou como se quisesse triturá-lo entre os dentes. Um grito escapou da garganta de Ko Woonha. Seu pênis não amoleceu; pelo contrário, apenas jorrou uma onda de fluido pré-ejaculatório.
Em seguida, ele o abraçou. Estava praticamente o esmagando. Ko Woonha, que ficava uma cabeça acima dos outros onde quer que fosse, estava completamente coberto pelo corpo de Cha Gyuwon. Segurando-o como se fosse quebrá-lo, ele pressionou a cabeça de Ko Woonha contra o próprio ombro.
Era sufocante. Como suas pernas estavam sobre os ombros de Cha Gyuwon, seu corpo estava quase dobrado ao meio. Naquele estado, Cha Gyuwon movia o quadril como se estivesse se livrando de algo, e a casa se encheu apenas com respirações quentes, gemidos feticistas reprimidos e o som de carne se chocando contra carne como algo prestes a explodir.
As pálpebras de Ko Woonha tremeram com a sensação do cheiro de Cha Gyuwon, mais leve que o habitual, misturando-se ao seu próprio. Ele estava sem ar. Mesmo quando conseguia respirar, era lamentavelmente insuficiente para preencher a capacidade pulmonar de que precisava. Os pés de Ko Woonha se contorceram. Dentro das meias que ele ainda não tinha conseguido tirar sob as pernas nuas, seus dedos podiam ser vistos lutando.
— Ugh, mm…!
O pênis de Ko Woonha atingiu o ápice primeiro. A concentração do sêmen que jorrou era espessa e a quantidade, abundante. O cheiro forte também era perceptível. Cha Gyuwon, sentindo seu abdômen e seu pênis ficarem escorregadios, teve as veias do pescoço saltadas e, em pouco tempo, ele também ejaculou sobre a barriga de Ko Woonha. Ao fazer isso, ele abraçou Ko Woonha com ainda mais força. Finalmente, os olhos do resistente Ko Woonha se fecharam, seu corpo perdeu as forças e as mãos que estavam arranhando Cha Gyuwon caíram com um baque.
— Haah, ha, haa.
Cha Gyuwon, que respirava pesadamente, caiu na real tardiamente e puxou o corpo para trás, surpreso.
— Hyung. Hyung, hyung! Hyung! Woonha hyung!
O assustado Cha Gyuwon ficou frenético e suas mãos tremiam violentamente. A aparência de Ko Woonha era uma bagunça a esse ponto. Encharcado de suor e fluidos corporais, com o rosto pálido e os membros largados sem força, era o suficiente para evocar imaginações terríveis.
“Respiração artificial, eu tenho que fazer isso.” Cha Gyuwon mal conseguiu pensar nisso com sua mente que não estava funcionando. Foi bem no momento em que ele se inclinou para frente para selar seus lábios aos de Ko Woonha que a língua de Ko Woonha empurrou fundo na boca de Cha Gyuwon. Ela varreu a boca de Cha Gyuwon com menos elasticidade que o normal, mas tão astutamente como sempre, antes de se retirar.
— Ha. Sem ar.
Ko Woonha disse enquanto respirava com dificuldade. Seu rosto, ostentando um sorriso debochado, parecia mais do que revigorado; parecia eufórico.
— Eu ainda não consigo recuperar nenhuma força.
— Hyung…
Apenas o assustado Cha Gyuwon encarava Ko Woonha fixamente, perguntando-se se aquilo era um sonho ou a realidade.
— V-Vamos para o hospital.
Ele estendeu a mão tardiamente para ajudá-lo a se levantar. O corpo de Ko Woonha estremeceu e empurrou a mão de Cha Gyuwon. Ele estava com dor? Cha Gyuwon sentiu uma desilusão terrível com suas próprias ações estúpidas, e uma profunda autoaversão o inundou. Para o indefeso Gyuwon, Ko Woonha sussurrou com olhos desfocados e lábios entreabertos:
— Estou me sentindo tão bem agora que quero sentir isso mais um pouco, então apenas se deite ao meu lado.
A preocupação de Cha Gyuwon era verdadeiramente desnecessária.
— Depressa.
Ko Woonha deu tapinhas no espaço ao seu lado. Cha Gyuwon se deitou atordoado. Ele fez o que lhe foi dito, mas sua mente ainda estava uma bagunça. Quando ele beliscou secretamente o próprio corpo, doeu. Nada daquilo era um sonho; era real.
— Foi melhor do que eu imaginei.
Embora fosse obviamente uma cena lamentável ver dois homens adultos deitados em frente à entrada com as calças arriadas e as cabeças viradas para a sapateira, eles não tinham nem a intenção nem a força para vestir roupas ou se mover.
— Foi realmente muito bom.
Ko Woonha murmurou como se estivesse saboreando o momento. Como se para provar que não estava apenas dizendo por dizer, seu corpo tremia em espasmos intermitentes.
— Vamos descansar um pouco, nos lavar e dormir…
A voz de Ko Woonha estava ficando agradavelmente suave.
— Quando acordarmos, vamos fazer de novo. Me estrangule dessa vez.
— …Eu não quero. Nunca mais vou fazer isso. Eu pensei que o senhor estava morrendo, hyung.
— Eu não morro fácil.
Ko Woonha disse com uma risada debochada.
— O senhor sabe que, nos filmes, as pessoas que dizem coisas assim são as primeiras a morrer?
— Eu não saberia. Não assisti a tantos filmes ou animações quanto você, Sr. Gyuwon.
— Então para que o senhor vive, hyung?
— Trabalho e… você realmente quer ouvir a próxima parte?
— …Não.
— Mudou recentemente. Mesmo assim, você não quer ouvir?
— …Não vou ouvir.
Ko Woonha deu uma risada baixa.
— Tudo bem. Então. Não ouça.
Se você não quer saber que recentemente eu vivo pela diversão de provocar você, comer juntos e dormir assim, não há necessidade de forçar. Eu também sou um pouco covarde. Como é difícil, custoso e de certa forma vergonhoso dizer isso sóbrio, tentei dizer usando minha cabeça atordoada como desculpa só depois de passar por uma quase sufocação.
— Hyung. Meu trabalho terminou hoje.
— Ontem. Já passou da meia-noite.
Ko Woonha murmurou com uma voz consumida pelo sono.
— Mesmo assim, o senhor veio.
— ……
— Isso… posso interpretar como eu quiser?
A voz de Cha Gyuwon estava tensa de ansiedade.
Ko Woonha virou a cabeça e olhou para Gyuwon. Ele tinha a certeza de que, mesmo que dormisse assim, Gyuwon o lavaria, trocaria suas roupas e o deitaria na cama. O porte físico grande de Cha Gyuwon poderia ser usado de incontáveis outras maneiras além de lhe proporcionar prazeres de tirar o fôlego.
— Por quê? Você quase me matou agora pouco.
— Hyuuung…
— Faça como quiser. Quer você me mate ou me salve.
— Eu disse que realmente nunca mais vou fazer aquilo… É sério. Eu não vou fazer.
“Você me mandou fazer, é por sua causa” — ele poderia ter dito isso o quanto quisesse, mas Cha Gyuwon nunca tinha culpado Ko Woonha nem uma única vez. É apenas que “sou eu quem se apaixonou por ele, sou eu quem não tem orgulho e estou fazendo isso porque gosto”. O algoritmo de Cha Gyuwon funcionava dessa forma.
Ko Woonha não desgostava de um Cha Gyuwon que era gentil ao ponto de ser tolo e inexperiente.
Não. Pelo contrário.
— Provavelmente você vai acabar fazendo isso pelo menos mais uma vez. Vamos fazer de novo da próxima vez.
Ko Woonha murmurou enquanto soltava um longo bocejo. Era difícil aguentar por mais tempo. Ele não podia fazer mais nada além de confiar em Cha Gyuwon e simplesmente pegar no sono assim.
— Para fazer de novo da próxima vez…
— Da próxima vez?
Cha Gyuwon, que entendeu as palavras de Ko Woonha tardiamente, perguntou de volta.
— Nós vamos fazer de novo da próxima vez, certo? Hyung. Existe outro “próxima vez” para nós, não existe?
— …Achei que você tinha dito que nunca mais faria isso.
— Não, não. Não isso. Hyung, é de verdade? O nosso próximo…!
Ko Woonha adormeceu com os cantos da boca curvados para cima. Irresponsavelmente, mas muito confortavelmente.
── ⋆⋅☆⋅⋆ ──
Cha Gyuwon acordou com a sensação de seu corpo sendo pressionado para baixo.
— Você acordou?
A voz de Ko Woonha foi ouvida. Era uma voz levemente animada.
— Levanta.
Porque ele gostava que ele o acordasse, Cha Gyuwon se apega desnecessariamente ao seu fingimento de sono ainda mais.
— Levanta. Vamos fazer.
“Fazer o quê?”
Em vez de mover os lábios, ele abriu os olhos e viu Ko Woonha vestindo sua camiseta e sentado em cima dele.
Notando que Gyuwon tinha aberto os olhos, o rosto de Ko Woonha brilhou. Para ser preciso, seus olhos brilhavam.
— Você está atrasado. A sua parte lá de baixo acordou cedo e foi diligente.
— …Hyung, o que o senhor está fazendo aí?
— O que eu estaria fazendo em cima do Sr. Gyuwon?
Quando ele virou a cabeça, um relógio fofo de personagem no criado-mudo estava brilhando. Era algo que ele tinha encomendado quando os itens foram lançados em uma loja pop-up de quadrinhos estrangeiros. Olhando para a hora indicada pelo relógio de cogumelo com pés, era um momento em que o sol nem tinha nascido ainda. 5:42 da manhã.
— Hyung, o senhor não está cansado?
Gyuwon perguntou enquanto esfregava os olhos. Seu rosto enquanto bocejava parecia jovial. Ko Woonha sorriu, sentindo os músculos do corpo e o pênis ereto que não combinavam com o rosto jovial.
— Por quê? Você está cansado?
— Não. Não é isso.
— Mas parece.
Talvez por Cha Gyuwon ser novo, seu rosto parecia corado e fresco apenas por ter dormido profundamente. Ko Woonha se excitou com a leve barba por fazer na pele limpa.
— Eu já me preparei e me alarguei. Você só precisa colocar para dentro. Não. Não dá para colocar o do Sr. Gyuwon imediatamente, mesmo que eu me prepare. Espere um pouco.
Com essas palavras, Cha Gyuwon empurrou a parte superior do corpo para cima com os cotovelos.
— Eu! Eu vou fazer isso.
As palavras saíram num baque porque seu coração estava com pressa.
Ko Woonha puxou as mãos de Cha Gyuwon, que estavam debatendo no ar, e o fez agarrar suas nádegas. Ao toque que era como ensinar-lhe “é aqui”, Cha Gyuwon segurou firmemente a parte traseira de Ko Woonha.
— Deixe-me amaciar…
↫─☫ Continua….
ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr