Desire Me If You Can (Novel) - . ₊ Capítulo 118
Capítulo 118
Não mais.
Grayson soube instintivamente. Se ultrapassasse o limite mais um pouco, Dane imediatamente recuaria. O relacionamento deles poderia até se deteriorar além da conta.
Mas, mesmo assim, Grayson não conseguia ceder facilmente. Se desistisse ali, talvez nunca conhecesse Dane. O que aquele homem estava escondendo, que tipo de passado estava enterrado dentro dele. Grayson queria saber. Mesmo que isso custasse sua própria vida.
— Dane.
Dessa vez, Grayson suavizou o tom de voz ao chamar o nome dele.
— Nós somos namorados, não deveríamos ter segredos um com o outro. Eu não ouvi nada sobre você até agora. Quantas pessoas tem na sua família, como foi a sua infância, eu não sei nem de que tipo de rosquinha você gosta. Isso faz sentido? Namorados devem compartilhar tudo, até as coisas mais banais.
Suas palavras tinham um fundo de verdade. A maioria das pessoas constrói relacionamentos dessa forma. Mas havia uma armadilha na palavra “maioria”.
Dane se levantou devagar. Ao erguer a coluna, a altura de seus olhos ficou muito acima de antes.
— Eu não tenho nada disso, seu pirralho maluco. Nem você, nem ninguém no mundo tem o direito de saber.
Dane cuspiu as palavras com os dentes cerrados. Grayson deveria ter parado naquele ponto. Seus instintos estavam avisando claramente para fazer isso. Não era nem tão difícil assim. Ele só precisava fechar a boca.
Mas, infelizmente, Grayson não parou.
— Dane, você continua tentando me afastar. Isso não está certo, seria melhor você me contar tudo…
— Cala a boca!
Dane gritou. Grayson se assustou com a explosão repentina. Enquanto ele piscava surpreso, Dane continuou a berrar com ele.
— Não me force, eu não quero me envolver com ninguém! Só porque eu te aceitei por um tempinho não significa que você pode entender errado, não ouse passar dos limites! Porra, seu pirralho maluco!
— Dane, eu…
— Não seja presunçoso!
Grayson tentou falar alguma coisa, mas Dane não parou.
— Alguém como você não é nada na minha vida, é menos que poeira! E ainda assim você se atreve a quê? Me dizer para compartilhar tudo? Que precisa saber sobre mim? Quem você pensa que é! Seu bastardo maluco!
— Dane, não fique assim… Eu posso te ajudar com qualquer coisa…
— Ajudar? Com o quê? Como? Como você pode me ajudar?
Uma veia saltou no pescoço de Dane. Ele estava furioso de verdade. Era a primeira vez que o via tão ensandecido. Ele precisava acalmar o Dane. O que o Dane queria, com o que ele poderia ajudar. A mente de Grayson trabalhou a mil por hora.
— Quer que eu mate aquele homem para você?
— O quê?
Dane travou por um momento. Vendo sua expressão perplexa, Grayson continuou a despejar as palavras com avidez.
— Você queria matar aquele homem, não queria? Eu posso matar ele para você. Quer que eu faça isso agora mesmo? Que tal? Tudo bem por você?
Dane ficou sem palavras por um instante. Que porra esse pirralho maluco está balbuciando agora…
Grayson interpretou mal o silêncio dele. Ele continuou rapidamente.
— Eu faço isso, Dane. Como quer que eu mate ele? Me diga o método que quiser, qualquer um serve. Pode ser? Então eu vou ter a qualificação para ser o seu namorado, não vou? Hein? Nós somos namorados, não somos?
Grayson continuava repetindo as mesmas palavras como se o estivesse pressionando. Quanto mais fazia isso, mais a cor sumia do rosto de Dane. Grayson, que vinha falando com urgência e expectativa, sentiu que havia algo errado com a reação dele.
Será que não é isso? Por que ele não está feliz? Não era isso que o Dane queria? Então o que ele deveria fazer? Como?
— Maluco…
Dane murmurou depois de um longo tempo. Seu rosto pálido estava tomado por um desprezo e uma repulsa misturados com ódio. Era a mesmíssima cara que Ashley Miller havia mostrado a Grayson.
Ah.
Só então Grayson percebeu que havia cometido um erro. Dane deu as costas sem dizer mais nada diante de seu rosto que ficava pálido.
— Dane!
Grayson tardiamente chamou seu nome e correu atrás dele. Não foi difícil segurar Dane. Logo ele agarrou seu braço, mas hesitou diante da expressão enfurecida de Dane. Mas, mesmo assim, não podia soltar. Se afrouxasse o aperto, Dane se viraria e iria embora para sempre.
— En-Então o que eu devo fazer?
Ele estava naturalmente sem fôlego de tanta ansiedade. Tentou sorrir como de costume, mas não conseguiu fazer os cantos da boca se erguerem. Ele se esforçou para mover a boca rígida e continuou.
— Nós somos namorados. Eu vou ser útil de qualquer jeito. Me fala, eu faço qualquer coisa. Por favor, Dane. Eu errei, Dane!
Sua voz trêmula foi aumentando de tom gradualmente. Mas a única resposta que obteve foi uma palavra.
— Solta.
Grayson congelou diante de sua fisionomia fria. Dane, que vinha tendo seu braço segurado, desvencilhou-se dele impiedosamente e cuspiu as palavras com os dentes cerrados.
— Você é realmente irritante.
Seu rosto transbordava hostilidade. Grayson pensou: “Ah”. O tom e a expressão de Dane haviam retornado para quando se conheceram pela primeira vez. De repente, ele sentiu um calafrio, como se todo o sangue estivesse sumindo de seu corpo.
— Dane.
Grayson chamou seu nome de novo, mas esse foi o limite. Ele não conseguiu se mover, mesmo assistindo Dane se afastar. Não conseguiu nem recolher a mão que havia erguido no ar, apenas pôde observar aquela silhueta recuando.
Ele mal conseguiu chegar até aqui.
Ele mal foi capaz de recordar em sua mente vazia. Estava voltando à estaca zero de novo?
De repente, um calafrio correu por sua espinha. O sol ainda estava quente, mas ele sentia frio sob a luz poente que desabava do oeste.
Por que ele tinha dito aquelas palavras? Que efeito isso causou?
No fim das contas, ele apenas tornou as defesas de Dane mais espessas. Agora, Dane estaria ainda menos propenso a falar com ele. Sendo assim, se for desse jeito.
O que vai acontecer conosco agora?
Grayson ficou ali parado feito bobo, com o rosto pálido.
[Me desculpa, Dane. Eu errei.]
[Dane, vamos conversar.]
[O que você quer que eu faça? Eu faço qualquer coisa, então por favor me fala.]
[Dane, pelo menos leia as minhas mensagens.]
[Dane…]
Grayson suspirou profundamente ao olhar para as mensagens acumuladas. O número na frente da mensagem não dava o menor sinal de sumir. Antes ele pelo menos lia as mensagens, mas agora parecia que nem sequer as abria. Não enviava mais nem um único ponto.
Desde então, Dane vinha tratando Grayson como se ele não existisse. Apenas passava direto mesmo se ele falasse com ele, desvencilhava-se se ele o segurasse, e havia muitos dias em que nem sequer estava no corpo de bombeiros, dizendo que ia para treinamentos ou que seria enviado para outras regiões. Estava claro que Dane o estava evitando de propósito.
— Você está muito entusiasmado ultimamente. Muito bom, gosto muito dessa atitude.
O chefe estava empolgado e dava tapinhas no braço de Dane com satisfação, mas quanto mais ele fazia isso, mais o humor de Grayson afundava até o fundo do poço. Dane, que detestava coisas incômodas e sempre tentava evitar o trabalho o máximo possível, estava assumindo tarefas voluntariamente, o que significava que ele odiava Grayson mais do que o “trabalho” que tanto detestava.
O que ele deveria fazer?
Grayson cobriu o rosto com uma das mãos e soltou um suspiro profundo. Não conseguia pensar em uma solução de jeito nenhum. Se pudesse trazer o coração de Dane de volta matando alguém, ele teria feito isso sem hesitação. Mas quando recordava a expressão que Dane fez quando ele disse aquilo, era algo que jamais deveria fazer.
Então o que mais ele deveria fazer?
Ele comprou coisas para a Darling e as deixou na frente do quarto dele, mas elas foram devolvidas para o quarto de Grayson no dia seguinte. Grayson percebeu então que Dane só mostrava seu lado materialista para aqueles com quem já havia aberto o coração até certo ponto.
A única razão pela qual Dane não estava indo embora da mansão de Grayson era provavelmente por causa da maldita promessa. Ele deveria ser grato por ele estar cumprindo os três meses de qualquer forma. Isso lhe garantia tempo, mas ele não conseguia pensar em uma solução de jeito nenhum. Foi bem quando ele suspirou profundamente mais uma vez.
Uma sirene alta tocou e a equipe de plantão correu para fora. Vendo Dane entre eles, Grayson o seguiu imediatamente.
— Ei, o quê?
Ele empurrou o cara que estava prestes a entrar no veículo e entrou, e o outro sujeito piscou sem acreditar e se direcionou para outro carro estalando a língua. Grayson fechou a porta sem prestar atenção. Dane estava dentro do veículo. Era a primeira vez que ficavam em um espaço tão pequeno juntos desde aquele dia. O cheiro de feromônio de Grayson, que estava nervoso, ficou mais espesso, mas Dane apenas olhava pela janela e não reagia de forma alguma. O carro seguiu em direção ao local da ocorrência com o coração de Grayson ardendo.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Othello Capítulo 118
Não mais.
Grayson soube instintivamente. Se ultrapassasse o limite mais um pouco, Dane imediatamente recuaria. O relacionamento deles poderia até se deteriorar além da conta.
Mas, mesmo assim, Grayson não conseguia ceder facilmente. Se desistisse ali, talvez nunca conhecesse Dane. O que aquele homem estava escondendo, que tipo de passado estava enterrado dentro dele. Grayson queria saber. Mesmo que isso custasse sua própria vida.
— Dane.
Dessa vez, Grayson suavizou o tom de voz ao chamar o nome dele.
— Nós somos namorados, não deveríamos ter segredos um com o outro. Eu não ouvi nada sobre você até agora. Quantas pessoas tem na sua família, como foi a sua infância, eu não sei nem de que tipo de rosquinha você gosta. Isso faz sentido? Namorados devem compartilhar tudo, até as coisas mais banais.
Suas palavras tinham um fundo de verdade. A maioria das pessoas constrói relacionamentos dessa forma. Mas havia uma armadilha na palavra “maioria”.
Dane se levantou devagar. Ao erguer a coluna, a altura de seus olhos ficou muito acima de antes.
— Eu não tenho nada disso, seu pirralho maluco. Nem você, nem ninguém no mundo tem o direito de saber.
Dane cuspiu as palavras com os dentes cerrados. Grayson deveria ter parado naquele ponto. Seus instintos estavam avisando claramente para fazer isso. Não era nem tão difícil assim. Ele só precisava fechar a boca.
Mas, infelizmente, Grayson não parou.
— Dane, você continua tentando me afastar. Isso não está certo, seria melhor você me contar tudo…
— Cala a boca!
Dane gritou. Grayson se assustou com a explosão repentina. Enquanto ele piscava surpreso, Dane continuou a berrar com ele.
— Não me force, eu não quero me envolver com ninguém! Só porque eu te aceitei por um tempinho não significa que você pode entender errado, não ouse passar dos limites! Porra, seu pirralho maluco!
— Dane, eu…
— Não seja presunçoso!
Grayson tentou falar alguma coisa, mas Dane não parou.
— Alguém como você não é nada na minha vida, é menos que poeira! E ainda assim você se atreve a quê? Me dizer para compartilhar tudo? Que precisa saber sobre mim? Quem você pensa que é! Seu bastardo maluco!
— Dane, não fique assim… Eu posso te ajudar com qualquer coisa…
— Ajudar? Com o quê? Como? Como você pode me ajudar?
Uma veia saltou no pescoço de Dane. Ele estava furioso de verdade. Era a primeira vez que o via tão ensandecido. Ele precisava acalmar o Dane. O que o Dane queria, com o que ele poderia ajudar. A mente de Grayson trabalhou a mil por hora.
— Quer que eu mate aquele homem para você?
— O quê?
Dane travou por um momento. Vendo sua expressão perplexa, Grayson continuou a despejar as palavras com avidez.
— Você queria matar aquele homem, não queria? Eu posso matar ele para você. Quer que eu faça isso agora mesmo? Que tal? Tudo bem por você?
Dane ficou sem palavras por um instante. Que porra esse pirralho maluco está balbuciando agora…
Grayson interpretou mal o silêncio dele. Ele continuou rapidamente.
— Eu faço isso, Dane. Como quer que eu mate ele? Me diga o método que quiser, qualquer um serve. Pode ser? Então eu vou ter a qualificação para ser o seu namorado, não vou? Hein? Nós somos namorados, não somos?
Grayson continuava repetindo as mesmas palavras como se o estivesse pressionando. Quanto mais fazia isso, mais a cor sumia do rosto de Dane. Grayson, que vinha falando com urgência e expectativa, sentiu que havia algo errado com a reação dele.
Será que não é isso? Por que ele não está feliz? Não era isso que o Dane queria? Então o que ele deveria fazer? Como?
— Maluco…
Dane murmurou depois de um longo tempo. Seu rosto pálido estava tomado por um desprezo e uma repulsa misturados com ódio. Era a mesmíssima cara que Ashley Miller havia mostrado a Grayson.
Ah.
Só então Grayson percebeu que havia cometido um erro. Dane deu as costas sem dizer mais nada diante de seu rosto que ficava pálido.
— Dane!
Grayson tardiamente chamou seu nome e correu atrás dele. Não foi difícil segurar Dane. Logo ele agarrou seu braço, mas hesitou diante da expressão enfurecida de Dane. Mas, mesmo assim, não podia soltar. Se afrouxasse o aperto, Dane se viraria e iria embora para sempre.
— En-Então o que eu devo fazer?
Ele estava naturalmente sem fôlego de tanta ansiedade. Tentou sorrir como de costume, mas não conseguiu fazer os cantos da boca se erguerem. Ele se esforçou para mover a boca rígida e continuou.
— Nós somos namorados. Eu vou ser útil de qualquer jeito. Me fala, eu faço qualquer coisa. Por favor, Dane. Eu errei, Dane!
Sua voz trêmula foi aumentando de tom gradualmente. Mas a única resposta que obteve foi uma palavra.
— Solta.
Grayson congelou diante de sua fisionomia fria. Dane, que vinha tendo seu braço segurado, desvencilhou-se dele impiedosamente e cuspiu as palavras com os dentes cerrados.
— Você é realmente irritante.
Seu rosto transbordava hostilidade. Grayson pensou: “Ah”. O tom e a expressão de Dane haviam retornado para quando se conheceram pela primeira vez. De repente, ele sentiu um calafrio, como se todo o sangue estivesse sumindo de seu corpo.
— Dane.
Grayson chamou seu nome de novo, mas esse foi o limite. Ele não conseguiu se mover, mesmo assistindo Dane se afastar. Não conseguiu nem recolher a mão que havia erguido no ar, apenas pôde observar aquela silhueta recuando.
Ele mal conseguiu chegar até aqui.
Ele mal foi capaz de recordar em sua mente vazia. Estava voltando à estaca zero de novo?
De repente, um calafrio correu por sua espinha. O sol ainda estava quente, mas ele sentia frio sob a luz poente que desabava do oeste.
Por que ele tinha dito aquelas palavras? Que efeito isso causou?
No fim das contas, ele apenas tornou as defesas de Dane mais espessas. Agora, Dane estaria ainda menos propenso a falar com ele. Sendo assim, se for desse jeito.
O que vai acontecer conosco agora?
Grayson ficou ali parado feito bobo, com o rosto pálido.
[Me desculpa, Dane. Eu errei.]
[Dane, vamos conversar.]
[O que você quer que eu faça? Eu faço qualquer coisa, então por favor me fala.]
[Dane, pelo menos leia as minhas mensagens.]
[Dane…]
Grayson suspirou profundamente ao olhar para as mensagens acumuladas. O número na frente da mensagem não dava o menor sinal de sumir. Antes ele pelo menos lia as mensagens, mas agora parecia que nem sequer as abria. Não enviava mais nem um único ponto.
Desde então, Dane vinha tratando Grayson como se ele não existisse. Apenas passava direto mesmo se ele falasse com ele, desvencilhava-se se ele o segurasse, e havia muitos dias em que nem sequer estava no corpo de bombeiros, dizendo que ia para treinamentos ou que seria enviado para outras regiões. Estava claro que Dane o estava evitando de propósito.
— Você está muito entusiasmado ultimamente. Muito bom, gosto muito dessa atitude.
O chefe estava empolgado e dava tapinhas no braço de Dane com satisfação, mas quanto mais ele fazia isso, mais o humor de Grayson afundava até o fundo do poço. Dane, que detestava coisas incômodas e sempre tentava evitar o trabalho o máximo possível, estava assumindo tarefas voluntariamente, o que significava que ele odiava Grayson mais do que o “trabalho” que tanto detestava.
O que ele deveria fazer?
Grayson cobriu o rosto com uma das mãos e soltou um suspiro profundo. Não conseguia pensar em uma solução de jeito nenhum. Se pudesse trazer o coração de Dane de volta matando alguém, ele teria feito isso sem hesitação. Mas quando recordava a expressão que Dane fez quando ele disse aquilo, era algo que jamais deveria fazer.
Então o que mais ele deveria fazer?
Ele comprou coisas para a Darling e as deixou na frente do quarto dele, mas elas foram devolvidas para o quarto de Grayson no dia seguinte. Grayson percebeu então que Dane só mostrava seu lado materialista para aqueles com quem já havia aberto o coração até certo ponto.
A única razão pela qual Dane não estava indo embora da mansão de Grayson era provavelmente por causa da maldita promessa. Ele deveria ser grato por ele estar cumprindo os três meses de qualquer forma. Isso lhe garantia tempo, mas ele não conseguia pensar em uma solução de jeito nenhum. Foi bem quando ele suspirou profundamente mais uma vez.
Uma sirene alta tocou e a equipe de plantão correu para fora. Vendo Dane entre eles, Grayson o seguiu imediatamente.
— Ei, o quê?
Ele empurrou o cara que estava prestes a entrar no veículo e entrou, e o outro sujeito piscou sem acreditar e se direcionou para outro carro estalando a língua. Grayson fechou a porta sem prestar atenção. Dane estava dentro do veículo. Era a primeira vez que ficavam em um espaço tão pequeno juntos desde aquele dia. O cheiro de feromônio de Grayson, que estava nervoso, ficou mais espesso, mas Dane apenas olhava pela janela e não reagia de forma alguma. O carro seguiu em direção ao local da ocorrência com o coração de Grayson ardendo.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Othello