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1887-capitulo-20

Jeon Junho deve ter mantido um pavio duplo em seus olhos para nunca vender a pintura para Chungyeon, mas ele não tinha ideia de como Doheon trouxe a pintura tão rapidamente. Graças a isso, até a avó entendeu mal que Chungyeon gostava de pinturas.

Olhando para o passado até o presente, ele perguntou se as ações de Doheon na época estavam apenas encorajando sua esposa a manter sua dignidade com moderação. De qualquer forma, naquela época, ficou muito feliz por Doheon ter lhe dado a pintura de presente. Na verdade, ele nem sabia o valor que tinha no mercado de arte.

— Por que você não gosta?

Chungyeon acordou de seus pensamentos com a pergunta da senhora. Demorando para responder porque estava pensando nos velhos tempos.

— Não, gosto. Vou me certificar de arranjar tempo para ir com o Sr. Doheon.

Chungyeon colocou o convite em sua frente e sorriu para ela.

Nesse meio tempo, Doheon pediu licença para atender uma ligação do trabalho e se levantou com o celular.

A senhora olhou com um olhar desgostoso pelas suas costas e ele saiu da sala.

— Até aqui ele está trabalhando. Se isso for o caso, deveria começar a morar na empresa.

— Ele parece estar ocupado esses dias.

Mesmo enquanto sorria, Chungyeon sorriu interiormente. Não sabia porque uma pessoa que tirou 3 dias de folga logo após o divórcio está fingindo estar ocupado.

Bem ele deve ter aproveitado muito naquele dias? Qual foi o motivo de tirar de repente folgas, que nunca fez isso durante todo o seu casamento? Para desfrutar da liberdade de estar sozinho?

— Os convites… obrigado pelo presente. Da última vez não pude ir à exposição pois foi reservado somente para pessoas próximas e familiares. Agora vai ser mais perfeito levar um bolo para casa.

Para ser sincero, ele não tinha a menor vontade de ver a exposição, mas ficou ligeiramente tentado pelo fato de ter um bolo encomendado.

Ao contrário do filho de uma família conglomerada, Jeon Junho, que tem uma personalidade frágil, nem abriu a padaria do museu de arte para alguém, as sobremesas foram fornecidas como um evento para apenas algumas pessoas que ele convidou pessoalmente. Para ser honesto, foi delicioso o suficiente para exagerar seu lado, ingredientes trazidos da França, blá, blá, blá.

Depois de ouvir os repetidos agradecimentos de Chungyeon, a senhora levantou um copo de água e saciou sua sede.

— Pensando bem, suas roupas parecem confortáveis ​​hoje. E seu rosto está melhor.

— É verdade. Esses dias realmente… estou à vontade.

Depois de vir aqui, Chungyeon falou as palavras mais verdadeiras, no presente, sua mente e corpo estão calmos, provavelmente porque vive fazendo apenas o que quer fazer.

— Seria bom que você se desse bem com Doheon.

A senhora murmurou como se estivesse suspirando. Chungyeon a tranquilizou enquanto mantinha um sorriso nos lábios.

— Não se preocupe, estamos se dando bem.

— Você veio até mim e me perguntou uma vez quando era recém-casado.

Como se procurasse uma memória antiga, a senhora inclinou a cabeça e juntou as mãos.

— Doheon está te dando atenção? Você disse que realmente queria se dar bem sem decepcioná-lo.

Ele ficou um pouco envergonhado porque pensou que já havia contado tudo para ela no passado.

Naquela época, receber o carinho de Doheon era a maior preocupação de Chungyeon. Todos na sua família o odiavam, então dependia dela nos momentos difíceis, que era gentil com ele.

No passado, ele pensou que se fizesse melhor e trabalhasse duro, Doheon também entenderia sua sinceridade e o amaria algum dia. Ele era muito jovem e ingênuo. Chungyeon zombou amargamente de si mesmo.

— Isso mesmo. Naquela época, acho que tudo foi muito precipitado. Fui até a vovó enchê-la de coisas estúpidas.

Desejar tanto por algo que nunca se tornaria realidade. Pensando bem, a senhora é realmente muito simpática, embora parecesse ríspida por fora. Vendo como ela deu as boas-vindas ao jovem Doheon, que era um neto ilegítimo, na família, e estava disposto a mostrar bondade a Chungyeon, que não tinha nada além ser um ômega recessivo.

— Nunca pensei que aquela pergunta seria estúpida. Você ainda se lembra do que eu disse naquela época?

— Não. O que a senhora disse?

Não importava o que ela respondesse à sua pergunta estúpida no passado, mas Chungyeon fez contato visual e perguntou como se estivesse realmente curioso.

— Se quer receber atenção de Doheon, deve fazer o que você quer fazer, não o que ele diz para você fazer.

— Ah.

Chungyeon começou a se lembrar vagamente das palavras que ela disse.

No entanto, não era muito agradável porque estava emaranhado com pós-imagens do passado, que estavam desorganizadas, e não havia nada de agradável nisso.

— Está certo. Acho que foi isso mesmo.

— Coma à vontade. Estou dizendo para não viver muito agarrado a ele. É por isso que Doheon não sabe o quanto é grato.

— …mas hoje em dia, ele realmente cuida de mim.

Chungyeon riu muito sem nem perceber e mentiu naturalmente. Foi além das suas expectativas, achando que sentiria remorso.

Olhando para o sorriso gentil em seu rosto, ficou convencido de que essa era a escolha certa, em vez de dizer a verdade sobre tudo.

— Seria muito melhor se pudesse ir ao museu com a vovó.

— Dr. Jeong me disse que não posso ir muito longe, me canso muito fácil hoje em dia. O dia passa rápido demais… .

Pensando bem, ao contrário da tigela de Chungyeon, que estava quase vazia, o dela era quase a mesma, parecia que a quantidade de comida foi significativamente reduzida do que antes.

— Cof, cof! Ah!

Enquanto Chungyeon tenta encorajá-la a comer mais, ela começou a tossir, como se tivesse com uma dor de garganta.

— Você está bem?

— Coff, Coff, Coff!

— Traga um pouco de água morna e o remédio.

Doheon, que acabou de entrar na sala após a ligação, viu a cena e se aproximou dela apressadamente. Instruindo o empregado a trazer o remédio, deu os comprimidos para ela e colocou um nebulizador para acalmá-la.

Mesmo que tenha sido um breve momento, a tez dela empalideceu em um instante. Felizmente, após alguns minutos, a tosse paroxística cedeu.

Doheon ajudou ele e levou-a para o quarto onde estava o equipamento médico, a senhora, lutando para se deitar na cama, piscou lentamente antes de dizer algumas palavras e adormeceu em um instante.

— Ela está bem? Acho que você deveria levá-la para o hospital…

Assim que ele e Doheon fecharam a porta do quarto, Chungyeon se aproximou do empregado e perguntou.

— Isso não é nada sério. O médico também a visitou esta manhã.

— Então fico feliz.

— Ela só vai descansar um pouco. Todos os dias, costuma tirar cochilos curtos porque de repente fica cansada.

O empregado sorriu levemente como se quisesse tranqüilizá-lo.

— Ela vai acordar logo. Você gostaria de esperar e tomar um pouco de chá?

— …não. Vou dar uma volta no jardim para digerir o almoço.

Ouvindo que ela acordaria logo, Chungyeon decidiu dar um passeio e esperar por enquanto. Se saísse assim, parecia que a tez pálida da idosa continuaria a brilhar em casa.

Chungyeon calçou os sapatos e saiu para o jardim e começou a caminhar calmamente ao longo do caminho. O paisagismo foi bem feito, de modo que as árvores e flores foram aparadas harmoniosamente sem cantos, rm vez de flores coloridas como rosas, flores silvestres simples que você veria na beira da estrada estavam espalhadas por um longo caminho e eram agradáveis ​​de se olhar, e os arredores estavam cheios de fragrância.

Mesmo enquanto caminhava por um caminho tão bonito, Chungyeon não conseguia apagar completamente seus pensamentos sobre sua avó. Foi um momento em que as palavras de que restavam apenas meio ano vieram com força em sua cabeça.

— A tarde da próxima quarta-feira.

— Ahhh! Que susto!

Chungyeon, que caminhava com o rosto sério, se assustou com a súbita interrupção da voz baixa. Quando se virou, Doheon estava parado.

— De onde você veio? Não, o que tem na quarta-feira à tarde?

— O convite para exposição que minha avó deu.

Doheon respondeu segurando o convite e acenando. Ele parecia ter pegado achando que Chungyeon havia esquecido e deixado na mesa.

Chungyeon olhou para ele timidamente, então encolheu os ombros.

— Se você quer ir, diretor, vá sozinho.

— E você?

— Claro que não vou.

— Você não gosta deste pintor?

— … …

Na verdade, ele não sabia que realmente pediria para ir com Doheon, então Chungyeon não conseguiu pensar em mais nada para dizer.

Doheon sempre foi uma pessoa ocupada desde o início e, mesmo quando moravam juntos, era difícil sair juntos uma vez por mês. A propósito, será que ele quer que Chungyeon vá a uma exposição de arte juntos? Com ele? Por que? Só porque ele é seu pintor favorito?

Ele não queria dizer que gostava de coisas que realmente não gosta, inventando mentiras constantemente, mesmo depois do divórcio. Não queria vê-lo a não ser no dia para visitar sua avó aos sábados.

— Na verdade, não estou realmente interessado.

— Na exibição? Ou pintor?

Tradução: Lilith
Revisão: Natty
Insta: @lilithtraducoes

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